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Pinhais, Piraquara e Quatro Barras lançam Ciclorrota Nascentes do Iguaçu

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Inspirados no cicloturismo europeu que promove o turismo local com uma série de serviços, Pinhais, Piraquara e Quatro Barras, cidades da Região Metropolitana de Curitiba (RMC) conhecidas por belas paisagens naturais e um amplo circuito turístico, unem forças e criam a Ciclorrotas Nascentes do Iguaçu. Com 42,1 quilômetros de extensão, o circuito é composto por florestas, campos, várzeas e montanhas que guardam a pureza das águas que abastecem a grande Curitiba, formando o gigante Rio Iguaçu.

Neste trajeto os cicloturistas conhecerão um pouco mais da história dos povos que colonizaram a região, além de terem diversas opções de lazer e gastronomia, bem como serviços associados. Ao longo do trajeto toda a infraestrutura foi pensada para proporcionar mais conforto e informações aos turistas. Para isso serão instalados totens e placas indicativas, estas com informações detalhadas da Ciclorrota e específicas sobre a região. Estas contarão ainda com QR Codes (também existentes nos materiais impressos) que levarão a um mapa turístico digital de cada município.

O circuito conta com trechos asfaltados, estrada de chão, outros pisos e a elevação é variada, proporcionando mais ação ao turismo, tudo isso com belas paisagens naturais levando mais emoção. Soma-se a isso a rica história da região, muito lazer, uma variada gastronomia e muitos outros serviços. Sua infraestrutura foi pensada para atrair não somente ciclistas, mas também corredores, caminhantes e turistas.

Rotas Menores Temáticas
Para trazer ainda mais facilidade aos cicloturistas, o roteiro é dividido em Rotas Menores Temáticas, sendo a principal delas com 42,1 quilômetros, iniciando e terminando no Parque das Águas de Pinhais. Nas Rotas Menores os cicloturistas poderão iniciar em qualquer um dos 13 pontos, as quais somadas terão uma extensão superior a 255 quilômetros.

Em Pinhais as Rotas Menores são divididas em quatro: Cervejeira (9,9 km), Caminho das Águas (15,6 km), Ecológica (7,3 km) e Curitiba-Parque das Águas (5,9 km). Em Piraquara elas são cinco: Parque das Águas Piraquara (18 km), Mananciais da Serra (20 km), Túnel da Roça Nova (26,4 km), Colonização Trentina (14,2 km) e Morro do Canal/Aldeia (8,6 km). Já em Quatro Barras também serão quatro Rotas Menores: Montanhas (12,km), Caminho do Itupava (9,3 km), Graciosa Mata Atlântica (24,3 km) e Circular Quatro Barras (19,3 km).

Lançamento
O lançamento oficial da Ciclorrota Nascente do Iguaçu já tem data, será no domingo, dia 18 de agosto, com uma pedalada inaugural que contará com eventos especiais em cada uma das cidades participantes. Em Pinhais, a concentração começará às 8h30 no Parque das Águas, com saída às 9h. Os cicloturistas seguirão para Piraquara onde o evento de inauguração será às 10h30, e às 11h30 Quatro Barras terá seu evento oficial de lançamento.

Para apresentar a Ciclorrota, representantes dos três municípios estiveram, na tarde de terça-feira (9), na Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec), onde apresentaram o circuito para o presidente Gilson Santos, e também foram recebidos pelo diretor geral, Raphael Rolim de Moura. Gilson destacou a vontade de que este trajeto seja referência e que possa agregar outras cidades da grande Curitiba.

Na oportunidade, o diretor de Comunicação de Pinhais, Márcio Mainardes, um dos idealizadores da Ciclorrotas, lembrou que a ideia surgiu em 2017 e, deste então, busca a união dos municípios para a concretização desse roteiro. “Com esta Rota é possível cada participante elevar seu turismo possibilitando mais pessoas conhecerem as belezas naturais, culturais e empreendimentos de cada cidade”, destacou. Pinhais foi ainda representada pelo diretor de Eventos e Turismo, Wilton Neto.

Também presente, o secretário de Governo de Quatro Barras, Marco Aurélio Bürkner, lembrou que o circuito tem atrativos para manter os turistas por dias, pois também conta com opções de hospedagem e rica gastronomia. A visita na Comec teve ainda a presença do secretário de Desenvolvimento Econômico de Piraquara, Jean Carlos, e da diretora de Turismo de Piraquara, Mariana Gregório.

Pinhais
A menor cidade do Paraná em extensão territorial é um dos mais novos municípios do Paraná, e também o mais próximo do centro da capital do Estado. Com uma infraestrutura invejável, quase 100% das suas ruas são pavimentadas, o modelo de gestão também é inovador ao aliar o cuidado com meio ambiente, inovação tecnológica e desenvolvimento econômico. Hoje, Pinhais é uma das grandes cidades com qualidade de vida e desponta como cidade turística no cenário nacional, com a presença de roteiros alternativos, como a Rota da Cerveja. Dentre os principais atrativos estão: o Parque das Águas – um dos maiores parques da região, o Autódromo Internacional, Expotrade Convention Center, Parque da Ciência Newton Freire Maia, além dos seus festivais de teatro, dança, artes e outros.

Piraquara
Conhecida por abrigar as nascentes do Rio Iguaçu em seus mananciais de águas cristalinas, é cenários de belezas diversificadas. Sua rica cultura vinda da colonização italiana se demonstra na arquitetura, costumes locais e gastronomia. A cidade, cujo nome em tupi significa “toca de peixe”, tem 93% do seu território como área de proteção ambiental. Entre os pontos turísticos mais visitados estão o Morro do Canal, o Reservatório do Carvalho e a Aldeia Indígena Araçaí, de etnia guarani. Cortando Piraquara está a centenária estrada de ferro que liga Curitiba a Morretes, onde a aventura começa no primeiro túnel, na localidade de Roça Nova, com  429 metros de extensão. A cidade possui ainda inúmeros locais para a prática de turismos de aventura, rural e ecológico, além do cicloturismo que compõem o calendário de atividades turísticas ao longo do ano.

Quatro Barras
Rica em história, Quatro Barras ainda reserva trechos dos primeiros caminhos coloniais que conectaram o litoral ao planalto de Curitiba, por onde foram transportadas riquezas que marcaram os ciclos de desenvolvimento do Estado. A natureza está presente no próprio nome “Quatro Barras” – alusão às barras dos rios que esbanjam água pura. Nesta região a Serra do Mar mostra seus primeiros relevos como os Morros Anhangava e Pão de Loth, que abrigam uma verdadeira explosão de vida. Além da gastronomia diversificada, a hospedagem é outro grande atrativo. Caminhada, pedalada, cachoeiras, cavalgada escalada, vôo livre, 4×4, golf e camping são algumas das opções de lazer em Quatro Barras. (Fotos: PMP)

 

 

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Simples Nacional prorroga recolhimento de tributos

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Para ajudar no enfrentamento dos problemas trazidos pela pandemia do coronavírus, o Comitê Gestor do Simples Nacional prorrogou por 90 dias o recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é estadual, e do Imposto sobre Serviços (ISS), municipal.

O Governo do Paraná já havia adiado pelo mesmo período o ICMS apurado em paralelo do Simples Nacional, ou por fora, como é conhecido; ou seja, o imposto incidente sobre a Substituição Tributária, Diferencial de Alíquotas e Antecipação, que são declarados e apurados pelos optantes do Simples Nacional na Declaração de Substituição Tributária, Diferencial de Alíquotas e Antecipação (DeSTDA).

A medida do Comitê Gestor do Simples Nacional (Resolução CGSN nº 154, de 6 de abril de 2020) se refere à apuração dos meses de março, abril e maio deste ano. A mesma resolução ratifica a prorrogação por seis meses de todos os tributos devidos pelo Microempreendedor Individual (MEI).

O gerente do Simples Nacional na Receita Estadual, Yukiharu Hamada, lembra, no entanto, que os contribuintes enquadrados no Sublimite Estadual do ICMS terão a prorrogação apenas dos tributos da União. Devem, portanto, cumprir as obrigações principal e acessórias nos termos previstos para o Regime Normal de Apuração do ICMS.

Hamada alerta, ainda, que nenhuma das prorrogações citadas se aplica a parcelamentos feitos anteriormente por empresas que optaram pelo Simples Nacional.

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Assepsia nas estações-tubo de Curitiba

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O trabalho de assepsia nos pontos de ônibus e estações-tubo de Curitiba continua. Em dois dias, foram higienizados, com peróxido de hidrogênio, 73 estações-tubo do eixo Leste/Oeste, 30 estações do Eixo Circular Sul e 58 pontos de ônibus no Cajuru e no Capão da Imbuia.

O objetivo da Urbanização de Curitiba (Urbs) desinfectar 2.640 pontos de ônibus com cobertura metálica e 271 estações-tubo. O serviço nos pontos de ônibus e estações-tubos começou na terça-feira (31/3). Além disso, no último fim de semana foi feita a limpeza dos 22 terminais e as estações-tubo anexas e a Rodoferroviária.

O reforço na higienização é para evitar a propagação do novo coronavírus em locais de grande circulação, como espaços ligados ao transporte público da capital.

Como é feita

Os profissionais de limpeza usam pulverizadores costais com hipoclorito de sódio e peróxido de hidrogênio para lavar pontos de contato, cobertura e apoios e, com isso, ajudar a reduzir a velocidade de circulação de agentes infecciosos.

Nos pontos, a limpeza está sendo realizada de dia e a aplicação dura cerca de 15 minutos. Os passageiros podem utilizar o espaço normalmente após a desinfecção.

Nas estações-tubo, o trabalho é feito de madrugada, para evitar interromper o funcionamento durante o dia. Como as estações são maiores e reúnem mais passageiros, o trabalho precisa ser conduzido no período em que não há movimento.

Parceria voluntária

O peróxido de hidrogênio, doado pela Peróxidos do Brasil, é conhecido pelo poder desinfetante e de desinfecção. A aplicação do produto nos pontos de ônibus é feita pela Climax 8 Prestação de Serviços. Nos tubos, o serviço é da Abaiti Limpeza Industrial. Ambas as empresas são voluntárias no projeto.

A higienização faz parte de uma ampla ação de assepsia lançada pela Prefeitura de Curitiba para conter o avanço do novo coronavírus. Além dos terminais e dos pontos de ônibus, já foi feito o reforço de limpeza com peróxido nos acessos a Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e hospitais públicos de Curitiba. Os primeiros pontos atendidos foram a UPA Pinheirinho, a UPA Sítio Cercado, o Hospital Municipal do Idoso e o Hospital do Trabalhador.

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Governo anuncia crédito de R$ 40 bi para pequenas e médias empresas quitarem folha de pagamento

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O governo anunciou hoje (27) uma linha de crédito emergencial para ajudar pequenas e médias empresas a quitar a folha de pagamentos. O setor está entre os mais afetados pela crise gerada pela pandemia de covid-19. A estimativa é de liberação de R$ 40 bilhões.

O anúncio foi feito em entrevista coletiva, no Palácio do Planalto, com a presença do presidente Jair Bolsonaro. Segundo o presidente, além da preocupação com a disseminação do coronavírus e os efeitos da doença, é preciso garantir empregos para a população. “Devemos diminuir a altura dessas duas ondas [da infecção e do desemprego]”, disse.

A medida deve beneficiar 1,4 milhão de empresas, atingindo 12,2 milhões de trabalhadores. O crédito será destinado a empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil a R$ 10 milhões e vai financiar dois meses da folha de pagamento, com volume de R$ 20 bilhões por mês.

Segundo o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, a medida será operacionalizada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em parceria com os bancos privados. O limite de financiamento é de dois salários mínimos. Ou seja, se o trabalhador ganha mais de dois salários mínimos, a empresa terá que complementar o salário.

Ao contratar o crédito, a empresa assume o compromisso de que não demitir o funcionário nesse período de dois meses. “A empresa fecha o contrato, e o dinheiro vai direto para o funcionário. A empresa fica só com a dívida”, disse Campos Neto, explicando que os recursos não passarão pela conta da empresa.

A taxa de juros será de 3,75% ao ano (atual taxa Selic). Do total a ser liberado por mês (R$ 20 bilhões), R$ 17 bilhões serão recursos do Tesouro Nacional e R$ 3 bilhões dos bancos privados. Serão seis meses de carência e 36 meses para o pagamento.

“O Tesouro disponibiliza os recursos, aplica os subsídios e fica com as perdas e ganhos das operações”, afirmou o presidente do BNDES, Gustavo Montezano.

Segundo Campos Neto, a linha estará disponível em uma ou duas semanas. “Quarenta e cinco por cento do custo de uma pequena e média empresa é folha de pagamento, normalmente em torno 20% ao ano. Temos que atravessar esse período garantindo emprego para os trabalhadores”, afirmou. Ele acrescentou que o custo de demissão para as empresas é equivalente a 3 ou 4 meses de salário.

Caixa

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, também ressaltou que o banco já emprestou R$ 20 bilhões aos clientes para enfrentar a crise provocada pelo coronavírus. No total, a instituição já injetou R$ 111 bilhões em recursos.

“Vamos continuar reduzindo juros, aumentando prazos para pagamento e dando liquidez para a economia”, disse Guimarães sobre as medidas anunciadas ontem (26) pelo banco.

De acordo com Guimarães, a Caixa também vai operacionalizar o pagamento do auxílio emergencial de três meses, no valor de R$ 600, destinado aos trabalhadores autônomos, informais e sem renda fixa durante a crise provocada pela pandemia de coronavírus.

Entretanto, Guimarães destacou que, antes se  iniciar o pagamento, a medida precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional. Um decreto presidencial também será editado para regulamentar a operação.

Compra de carteira de crédito

Roberto Campos Neto informou ainda que está em estudo uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para que o Banco Central possa comprar carteira de crédito diretamente das instituições financeiras. “O máximo que o Banco Central pode fazer [atualmente] é injetar liquidez [no mercado]. Nem sempre a liquidez chega na ponta final. Precisa de uma PEC para que o Banco Central tenha poder para comprar crédito”, disse.

O presidente do BC informou ainda que na próxima semana a instituição deve lançar medida de concessão de empréstimos a bancos com lastro em letras financeiras garantidas por operações de crédito.

Para começar a valer, será necessária a edição de medida provisória, com abertura de crédito extraordinário de R$ 34 bilhões por dois meses (R$ 17 bilhões por mês) e a criação de um fundo com aporte do Tesouro, operacionalizado pelo BNDES, fiscalizado e supervisionado pelo Banco Central.

Setor de saúde

Gustavo Montezano informou que na próxima semana será disponibilizada uma linha emergencial para empresas de saúde no valor de até R$ 2 bilhões de reais. “Já temos cerca 30 empresas mapeadas para absorver esse produto”, disse o presidente do BNDES. (Fonte: Agência Brasil/Foto: Roberto Corrêa PR)

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