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Rota do Pinhão oferece diversidade de atrações turísticas

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Quem percorre a Rota do Pinhão tem a oportunidade de conhecer os costumes locais, a gastronomia, festas típicas e a agricultura – tudo isso marcado pela forte influência dos imigrantes europeus. Repleta de aventuras e próxima de Curitiba, a rota passa por 20 municípios e integra o Roteiro Turístico do Paraná.

Segundo a assistente técnica da Paraná Turismo, Deise Bezerra, a união do sossego do campo com a agitação das grandes cidades é o diferencial da Rota do Pinhão, localizada na Região Metropolitana de Curitiba. Ela destaca também a quantidade e a diversidade de atrações. “É onde temos o maior número de equipamentos e serviços turísticos no Estado”, complementa.

As cidades que compõem esse trajeto turístico são atualizadas a cada dois anos. A última ocorreu em 2017. Atualmente, fazem parte da Rota do Pinhão Araucária, Balsa Nova, Campo Largo, Campo Magro, Cerro Azul, Colombo, Curitiba, Lapa, Piên, Pinhais, Piraquara, Quatro Barras, Rio Negro, São José dos Pinhais, Tijucas do Sul, Agudos do Sul, Almirante Tamandaré, Campina Grande do Sul, Campo do Tenente e Mandirituba.

Uma peculiaridade da passeio é que os municípios inclusos têm grande incidência de araucárias – árvore símbolo do Paraná. Sua semente é o pinhão, muito consumido nesta época do ano, quando atinge sua maturação e fica no ponto para ser colhido e servido de diversas maneiras para quem o aprecia.

ÁREA URBANA – Curitiba abriga diversos espaços culturais, históricos, memoriais e endereços gastronômicos que remetem a várias etnias. Quem gosta de agito poder conhecer uma infinidade de bares e casas noturnas. Também faz sucesso a Linha Turismo, que dá aos visitantes a oportunidade de passar pelos pontos turísticos mais representativos da cidade em um ônibus de dois andares. A Capital é famosa, ainda, pela quantidade de área verde e os diversos parques que dão um charme especial à cidade.

ÁREA RURAL – Para quem gosta do sossego que o campo oferece não faltam atrações na Região Metropolitana de Curitiba, rica em turismo ambiental e rural. O Parque da Cachoeira, em Araucária, recebe todo ano a tradicional Festa do Pêssego, uma de tantas frutas plantadas, colhidas e vendidas no município para os visitantes, que podem adquirir também doces, licores, flores e artesanatos produzidos pelas famílias que habitam essa região, assim como ocorre em Almirante Tamandaré, no Circuito da Natureza.

Campina Grande do Sul abriga a Represa do Capivari. Localizada dentro do Parque Ari Coutinho Bandeira, recebe muitos pescadores e praticantes de esportes náuticos. Ainda no segmento dos esportes, as grutas, rios, cachoeiras e serras de Rio Branco do Sul e Cerro Azul são destinos indispensáveis para que curte ecoturismo e turismo de aventura.

Serras e montanhas não poderiam faltar na Rota do Pinhão. O Morro do Anhangava, no Parque Estadual da Baitaca, é um excelente ponto para prática de voo livre. Em Quatro Barros, caminhadas e passeios a cavalo são ótimas opções, assim como o Caminho do Itupava, considerado um monumental sítio arqueológico em plena Floresta Atlântica, na Serra do Mar.

O Pico do Marumbi, em Piraquara, é destino certo para amantes de escalada. A área reúne um conjunto de nove montanhas e é cortada pela estrada de ferro que liga Curitiba a Paranaguá, contendo 13 túneis em seu percurso.

Campo Largo é referência na produção da porcelana e se destaca ainda pelo processo tradicional de produção e beneficiamento da erva-mate. O Circuito que te Quero Verde é parada obrigatória em Campo Magro. Composto por imensa área verde com cachoeiras, também oferece o que há de melhor na gastronomia rural, vivências em agroecologia e referências importantes da cultura polonesa.

Conhecida por sua produção de hortifrutigranjeiros, São José dos Pinhais recebe a tradicional Festa da Uva e do Vinho, motivada pela principal fruta cultivada no município. A região também tem forte influência dos imigrantes italianos, caracterizada pelo Circuito Italiano, que consiste em um agradável passeio pelas tradicionais cantinas que servem a bebida.

E não é a toa quem um dos locais mais conhecidos na região é o Caminho do Vinho, voltado ao folclore, artesanato, comidas típicas e à valorização do patrimônio histórico-cultural, por meio do estímulo à preservação e conservação das casas históricas e qualidade dos produtos produzidos e comercializados. De novo, o destaque fica por conta do vinho, em torno do qual são oferecidas atrações diferenciadas aos apreciadores e que incluem degustações para todos os gostos e bolsos.

São José dos Pinhais abriga o Aeroporto Internacional Afonso Pena, avaliado como o melhor do Brasil para receber os turistas. O município também possui uma grande infraestrutura de hotelaria. Os lugares a serem explorados nesse grande polo industrial são as colônias Murici e Marcelino, que recebem várias feiras e eventos, buscando o equilíbrio entre indústria, agricultura e meio ambiente.

SERVIÇO – Todos os municípios que fazem parte da Rota do Pinhão estão localizados no entorno de Curitiba, em um raio de até 40 quilômetros. Para alguns dos passeios são cobradas taxa de visitação. Para saber mais sobre a rota e suas diversidades acesse o site da Paraná Turismo.

O portal http://www.viajeparana.com também traz informações sobre a rota, além de muitos outros atrativos do Estado. O site que foi ao ar no início do ano já contém dicas e roteiros de viagem para 111 municípios. A intenção é disponibilizar, até o final de 2019, informações sobre os 283 destinos com potencial turístico em território paranaense.

No Viaje Paraná há opções para todos os gostos, do turismo religioso a destinos para famílias e casais, além de alternativas de aventura, natureza e praia. A plataforma é atualizada diariamente com dicas de passeios, hospedagem e gastronomia local e traz fotos e vídeos dos locais que podem ser visitados. (Fonte: ANPr)

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Simples Nacional prorroga recolhimento de tributos

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Para ajudar no enfrentamento dos problemas trazidos pela pandemia do coronavírus, o Comitê Gestor do Simples Nacional prorrogou por 90 dias o recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é estadual, e do Imposto sobre Serviços (ISS), municipal.

O Governo do Paraná já havia adiado pelo mesmo período o ICMS apurado em paralelo do Simples Nacional, ou por fora, como é conhecido; ou seja, o imposto incidente sobre a Substituição Tributária, Diferencial de Alíquotas e Antecipação, que são declarados e apurados pelos optantes do Simples Nacional na Declaração de Substituição Tributária, Diferencial de Alíquotas e Antecipação (DeSTDA).

A medida do Comitê Gestor do Simples Nacional (Resolução CGSN nº 154, de 6 de abril de 2020) se refere à apuração dos meses de março, abril e maio deste ano. A mesma resolução ratifica a prorrogação por seis meses de todos os tributos devidos pelo Microempreendedor Individual (MEI).

O gerente do Simples Nacional na Receita Estadual, Yukiharu Hamada, lembra, no entanto, que os contribuintes enquadrados no Sublimite Estadual do ICMS terão a prorrogação apenas dos tributos da União. Devem, portanto, cumprir as obrigações principal e acessórias nos termos previstos para o Regime Normal de Apuração do ICMS.

Hamada alerta, ainda, que nenhuma das prorrogações citadas se aplica a parcelamentos feitos anteriormente por empresas que optaram pelo Simples Nacional.

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Assepsia nas estações-tubo de Curitiba

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O trabalho de assepsia nos pontos de ônibus e estações-tubo de Curitiba continua. Em dois dias, foram higienizados, com peróxido de hidrogênio, 73 estações-tubo do eixo Leste/Oeste, 30 estações do Eixo Circular Sul e 58 pontos de ônibus no Cajuru e no Capão da Imbuia.

O objetivo da Urbanização de Curitiba (Urbs) desinfectar 2.640 pontos de ônibus com cobertura metálica e 271 estações-tubo. O serviço nos pontos de ônibus e estações-tubos começou na terça-feira (31/3). Além disso, no último fim de semana foi feita a limpeza dos 22 terminais e as estações-tubo anexas e a Rodoferroviária.

O reforço na higienização é para evitar a propagação do novo coronavírus em locais de grande circulação, como espaços ligados ao transporte público da capital.

Como é feita

Os profissionais de limpeza usam pulverizadores costais com hipoclorito de sódio e peróxido de hidrogênio para lavar pontos de contato, cobertura e apoios e, com isso, ajudar a reduzir a velocidade de circulação de agentes infecciosos.

Nos pontos, a limpeza está sendo realizada de dia e a aplicação dura cerca de 15 minutos. Os passageiros podem utilizar o espaço normalmente após a desinfecção.

Nas estações-tubo, o trabalho é feito de madrugada, para evitar interromper o funcionamento durante o dia. Como as estações são maiores e reúnem mais passageiros, o trabalho precisa ser conduzido no período em que não há movimento.

Parceria voluntária

O peróxido de hidrogênio, doado pela Peróxidos do Brasil, é conhecido pelo poder desinfetante e de desinfecção. A aplicação do produto nos pontos de ônibus é feita pela Climax 8 Prestação de Serviços. Nos tubos, o serviço é da Abaiti Limpeza Industrial. Ambas as empresas são voluntárias no projeto.

A higienização faz parte de uma ampla ação de assepsia lançada pela Prefeitura de Curitiba para conter o avanço do novo coronavírus. Além dos terminais e dos pontos de ônibus, já foi feito o reforço de limpeza com peróxido nos acessos a Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e hospitais públicos de Curitiba. Os primeiros pontos atendidos foram a UPA Pinheirinho, a UPA Sítio Cercado, o Hospital Municipal do Idoso e o Hospital do Trabalhador.

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Governo anuncia crédito de R$ 40 bi para pequenas e médias empresas quitarem folha de pagamento

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O governo anunciou hoje (27) uma linha de crédito emergencial para ajudar pequenas e médias empresas a quitar a folha de pagamentos. O setor está entre os mais afetados pela crise gerada pela pandemia de covid-19. A estimativa é de liberação de R$ 40 bilhões.

O anúncio foi feito em entrevista coletiva, no Palácio do Planalto, com a presença do presidente Jair Bolsonaro. Segundo o presidente, além da preocupação com a disseminação do coronavírus e os efeitos da doença, é preciso garantir empregos para a população. “Devemos diminuir a altura dessas duas ondas [da infecção e do desemprego]”, disse.

A medida deve beneficiar 1,4 milhão de empresas, atingindo 12,2 milhões de trabalhadores. O crédito será destinado a empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil a R$ 10 milhões e vai financiar dois meses da folha de pagamento, com volume de R$ 20 bilhões por mês.

Segundo o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, a medida será operacionalizada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em parceria com os bancos privados. O limite de financiamento é de dois salários mínimos. Ou seja, se o trabalhador ganha mais de dois salários mínimos, a empresa terá que complementar o salário.

Ao contratar o crédito, a empresa assume o compromisso de que não demitir o funcionário nesse período de dois meses. “A empresa fecha o contrato, e o dinheiro vai direto para o funcionário. A empresa fica só com a dívida”, disse Campos Neto, explicando que os recursos não passarão pela conta da empresa.

A taxa de juros será de 3,75% ao ano (atual taxa Selic). Do total a ser liberado por mês (R$ 20 bilhões), R$ 17 bilhões serão recursos do Tesouro Nacional e R$ 3 bilhões dos bancos privados. Serão seis meses de carência e 36 meses para o pagamento.

“O Tesouro disponibiliza os recursos, aplica os subsídios e fica com as perdas e ganhos das operações”, afirmou o presidente do BNDES, Gustavo Montezano.

Segundo Campos Neto, a linha estará disponível em uma ou duas semanas. “Quarenta e cinco por cento do custo de uma pequena e média empresa é folha de pagamento, normalmente em torno 20% ao ano. Temos que atravessar esse período garantindo emprego para os trabalhadores”, afirmou. Ele acrescentou que o custo de demissão para as empresas é equivalente a 3 ou 4 meses de salário.

Caixa

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, também ressaltou que o banco já emprestou R$ 20 bilhões aos clientes para enfrentar a crise provocada pelo coronavírus. No total, a instituição já injetou R$ 111 bilhões em recursos.

“Vamos continuar reduzindo juros, aumentando prazos para pagamento e dando liquidez para a economia”, disse Guimarães sobre as medidas anunciadas ontem (26) pelo banco.

De acordo com Guimarães, a Caixa também vai operacionalizar o pagamento do auxílio emergencial de três meses, no valor de R$ 600, destinado aos trabalhadores autônomos, informais e sem renda fixa durante a crise provocada pela pandemia de coronavírus.

Entretanto, Guimarães destacou que, antes se  iniciar o pagamento, a medida precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional. Um decreto presidencial também será editado para regulamentar a operação.

Compra de carteira de crédito

Roberto Campos Neto informou ainda que está em estudo uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para que o Banco Central possa comprar carteira de crédito diretamente das instituições financeiras. “O máximo que o Banco Central pode fazer [atualmente] é injetar liquidez [no mercado]. Nem sempre a liquidez chega na ponta final. Precisa de uma PEC para que o Banco Central tenha poder para comprar crédito”, disse.

O presidente do BC informou ainda que na próxima semana a instituição deve lançar medida de concessão de empréstimos a bancos com lastro em letras financeiras garantidas por operações de crédito.

Para começar a valer, será necessária a edição de medida provisória, com abertura de crédito extraordinário de R$ 34 bilhões por dois meses (R$ 17 bilhões por mês) e a criação de um fundo com aporte do Tesouro, operacionalizado pelo BNDES, fiscalizado e supervisionado pelo Banco Central.

Setor de saúde

Gustavo Montezano informou que na próxima semana será disponibilizada uma linha emergencial para empresas de saúde no valor de até R$ 2 bilhões de reais. “Já temos cerca 30 empresas mapeadas para absorver esse produto”, disse o presidente do BNDES. (Fonte: Agência Brasil/Foto: Roberto Corrêa PR)

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