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Quatro cidades batem recorde de calor; clima muda a partir desta quinta-feira

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Para quatro cidades parananenses, 25 de agosto foi o dia mais quente de 2021. As temperaturas foram verificadas em quase todo o território paranaense. A exceção ficou por conta do Litoral e dos extremos do Oeste e Sudoeste do Estado, onde houve maior presença de nebulosidade.

As cidades recordistas foram Cornélio Procópio (35,1°C), Santo Antônio da Platina (34.7°C), Londrina (35°C) e Paranavaí (37,4°C) – as duas últimas com recordes registrados não apenas no ano, mas desde 1997, para o mês de agosto. Das estações meteorológicas monitoradas pelo Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), 11 registraram temperaturas acima dos 35ºC e outras 21 ficaram entre 30ºC e 35ºC.

O veranico, no entanto, está com as horas contadas: uma nova frente fria está evoluindo para o Sul do país, mudando o panorama a partir desta quinta-feira (26). Com o tempo mais instável, a previsão é que as temperaturas diminuam bastante, especialmente a partir da metade Sul do Estado.

Assim, agosto se encerra com mais cara de inverno. “O mês vai terminar com temperaturas mais condizentes com a época do ano. O inverno ainda se mostra presente, com declínio das temperaturas até o fim do mês”, explica Lizandro Jacóbsen, meteorologista do Simepar.

Ele também aponta para um retorno de chuvas em todo o Estado pelos próximos quatro dias, inclusive com previsão de temporais, raios e ventos. “Teremos chuvas até mesmo no setor Norte, que está passando por uma grave estiagem há mais de um mês, com muitos municípios sem chuvas significativas. A tendência é que teremos chuvas nos próximos dias também nessas regiões mais próximas às divisas com São Paulo e Mato Grosso do Sul”, complementa Jacóbsen.

Confira a lista de temperaturas máximas registradas pelo Simepar nesta quarta-feira (25):

Altônia: 35,4°C

Antonina: 27,7°C

Apucarana: 32,6°C

Assis Chateaubriand: 33,5°C

Cambará: 36,4°C

Campo Mourão: 33,5°C

Capanema: 31°C

Capitão Leônidas Marques: 30,6°C

Cascavel: 29,1°C

Cerro Azul: 35,8°C

Cianorte: 35,5°C

Cidade Gaúcha: 37,1°C

Clevelândia: 23,6°C

Colombo: 29,1°C

Cornélio Procópio: 35,1°C

Curitiba: 30,2°C

Cândido de Abreu: 33,8°C

Fazenda Rio Grande: 28,9°C

Foz do Iguaçu: 23,9°C

Francisco Beltrão: 26,2°C

General Carneiro: 29,4°C

Guarapuava: 29,3°C

Guaraqueçaba: 29,1°C

Guaratuba: 21,8°C

Guaíra: 32,9°C

Inácio Martins: 27,1°C

Irati: 30,3°C

Ivaí: 31,7°C

Jaguariaíva: 32°C

Joaquim Távora: 35,6°C

Lapa: 30°C

Laranjeiras do Sul: 29,8°C

Loanda: 37,8°C

Londrina: 35°C

Marechal Cândido Rondon: 32,7°C

Maringá: 35,5°C

Morretes: 27,4°C

Palmas: 23,5°C

Palmital: 31,1°C

Palotina: 34,9°C

Paranaguá: 26,4°C

Paranavaí: 37,4°C

Pato Branco: 25,5°C

Pinhais: 29,9°C

Pinhão: 32,1°C

Ponta Grossa: 29,0°C

Santa Helena: 27,9°C

Santo Antônio da Platina: 34,7°C

São Miguel do Iguaçu: 27°C

Telêmaco Borba: 33,3°C

Toledo: 32,4°C

Ubiratã: 34,6°C

Umuarama: 35,4°C

União da Vitória: 31,2°C

(Foto: José Fernando Ogura/AEN)

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19ª Festa do Vinho de São José dos Pinhais começa nesta sexta-feira

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Começa nesta sexta-feira em São José dos Pinhais celebra, a 19ª edição da Festa do Vinho. O evento realizado no Parque do Vinho, na Colônia Mergulhão, segue até domingo (30), com entrada gratuita, shows, apresentações folclóricas, gastronomia típica e outras atrações. Para facilitar o acesso do público, uma linha especial de ônibus fará o trajeto entre o Terminal Central e o local da festa durante os três dias.

Programação da festa

Com uma programação especial o evento reúne shows, apresentações folclóricas e atrações que valorizam as tradições das comunidades de origem italiana de São José dos Pinhais. Durante os três dias, o público também poderá saborear pratos tradicionais da culinária italiana, como risoto, macarronada e pirogue, além de outras opções gastronômicas. A festa contará ainda com os tradicionais vinhos coloniais produzidos em São José dos Pinhais, reforçando a identidade cultural e gastronômica da Colônia Mergulhão.

Sexta-feira (28)

18h – Thiago e Fernando
19h30 – Abertura oficial
20h30 – Manchester Band

Sábado (29)

13h – Grupo Fala Tchê
14h30 – Grupo Igualdade
16h30 – Cuore D’Itália (grupo folclórico)
17h – Wawel (grupo folclórico)
17h30 – Piccola Itália (grupo folclórico)
18h – Coral Belvedere + corte da polenta
18h45 – Soloveiko (grupo folclórico)
19h15 – Italo (grupo folclórico)
19h45 – Ali e Rhuan + Zé Gustavo
22h – Grupo Talagaço

Domingo (30)

13h – Alex Engels
14h – Banda Fora de Área
15h30 – Concórdias (grupo folclórico)
16h – Tchoven (grupo folclórico)
16h30 – Cuore D’Itália (grupo folclórico)
17h – Felipe e Fabrício + Matheus Luz
18h30 – Tropical Band
20h30 – Famiglia Dal Ponte

Serviço

19ª Festa do Vinho de São José dos Pinhais
Data: 28, 29 e 30 de agosto
Local: Parque do Vinho / Rua Júlio César Setenareski, nº 150 – Colônia Mergulhão
Entrada gratuita 

(Foto: Prefeitura de São José dos Pinhais).

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33ª Feira da Louça celebra Campo Largo, Capital Nacional da Louça

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A 33ª Feira da Louça Campo Largo acontece de 3 a 13 de setembro, promovida pelo Sindilouça-PR, a feira chega a uma edição histórica no mesmo ano em que Campo Largo conquistou oficialmente o título de Capital Nacional da Louça.

Realizada no City Center Outlet Premium, a 33ª Feira da Louça contará com 78 expositores, peças selecionadas, produtos exclusivos e ofertas especiais. A estrutura foi ampliada e organizada para proporcionar mais conforto e praticidade ao público durante os 11 dias de programação.

Tradição – Mais do que uma feira de produtos, o evento representa uma oportunidade de celebrar uma história construída ao longo de décadas. A tradição da louça está profundamente ligada ao desenvolvimento de Campo Largo e à trajetória de empresas, trabalhadores, empresários e artesãos que transformaram o município em referência no setor.

Atualmente Campo Largo responde por cerca de 75% da produção brasileira destinada aos setores de bar, hotel e restaurante, dimensão que ajuda a explicar a importância econômica e cultural dessa atividade para o município. O reconhecimento como Capital Nacional da Louça reforça essa trajetória e projeta ainda mais o nome da cidade para todo o Brasil.

Gastronomia – A edição de 2026 também terá como destaque a 2ª Feira da Louça Gourmet, que aproxima a indústria campo-larguense da gastronomia paranaense e de chefs reconhecidos nacionalmente. A programação contará com aulas-show e degustações gratuitas mediante inscrição, reunindo nomes como Claude Troisgros, Manu Buffara, Celso Freire, Igor Marquesini, Claudia Dotti, Vitor Bourguignon e Johnlee Francis, além dos talentos campo-larguenses Nathália Pianaro, Amandha Louise e Ademir Martinez.

Apoio às artes – Outro símbolo tradicional da Feira da Louça também estará de volta. A Dama da Louça, escultura criada pelo artista plástico campo-larguense Toto Lopes e formada por cerca de 300 pratos, circulará novamente por cidades da Região Metropolitana de Curitiba como parte da divulgação da 33ª edição. Neste ano, a obra ganha um novo conceito visual, mantendo a estrutura que conquistou o público e renovando sua apresentação. Com quase 500 quilos, a Dama da Louça tornou-se um dos ícones do evento e também representa, de maneira simbólica, a resistência e a qualidade das peças produzidas em Campo Largo.

Para quem visita a feira, a experiência se completa com toda a estrutura do City Center Outlet Premium, que conta com estacionamento gratuito, praça de alimentação, espaço kids e dezenas de lojas nacionais e internacionais, que também terão promoções especiais durante o período do evento.

SERVIÇO

33ª Feira da Louça de Campo Largo
Data: 3 a 13 de setembro de 2026
Horários: dia 3, das 17h às 22h; de 4 a 13, das 10h às 22h
Local: City Center Outlet Premium – Rua João Bertoja, 1995, Itaqui de Cima
Entrada e estacionamento gratuitos
Mais informações: www.feiradalouca.ind.br

Foto: Arquivo Sindilouça-PR/Fonte:SCPCL

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Mercado Municipal de Curitiba celebra 68 anos como referência em gastronomia e alimentação de qualidade

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O Mercado Municipal de Curitiba completa 68 anos de história no domingo dia 2 de agosto, consolidado como um dos principais patrimônios da cidade e referência em gastronomia, abastecimento e alimentação de qualidade. Administrado pela Prefeitura de Curitiba, por meio da Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (SMSAN), o espaço alia tradição, inovação e desenvolvimento econômico, fortalecendo o comércio local e oferecendo uma ampla diversidade de produtos à população.

Desde sua inauguração, em 2 de agosto de 1958, o Mercado Municipal acompanhou o crescimento e a transformação da capital paranaense. Criado para centralizar o comércio de alimentos, tornou-se, ao longo das décadas, um dos mais importantes cartões-postais de Curitiba, reunindo história, cultura, turismo e experiências gastronômicas em um único espaço.

As ampliações e modernizações realizadas ao longo dos anos permitiram que o Mercado preservasse sua identidade ao mesmo tempo em que incorporou novos serviços, maior conforto, acessibilidade e uma oferta cada vez mais diversificada de produtos e estabelecimentos. Hoje, com 16,8 mil metros quadrados de área, o complexo reúne 355 boxes e bancas, administrados por 185 comerciantes, que disponibilizam mais de 72 mil itens aos consumidores.

Além da tradicional oferta de hortifrutigranjeiros, carnes, pescados, queijos, temperos, bebidas, flores, artesanato e produtos especializados, o Mercado consolidou-se como um importante polo gastronômico de Curitiba, com restaurantes, cafés, empórios e delicatessens que atraem diariamente moradores e turistas.

Outro destaque é o Mercado de Orgânicos, pioneiro no país e referência nacional na comercialização de alimentos orgânicos certificados, reforçando o compromisso de Curitiba com a promoção da alimentação saudável, da sustentabilidade e do incentivo à agricultura familiar.

Para o secretário municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, Leverci Silveira Filho, a história do Mercado Municipal se confunde com a própria evolução da cultura alimentar da capital.

‘O Mercado Municipal é um patrimônio de Curitiba e um dos principais símbolos da nossa cultura alimentar. Ao longo de 68 anos, soube preservar suas tradições e, ao mesmo tempo, se modernizar para atender às novas demandas da população. Hoje é referência em gastronomia, na oferta de alimentos de excelência, na valorização dos produtores locais e da agricultura orgânica, além de ser um importante atrativo turístico. Cuidar desse espaço é preservar a história da cidade e fortalecer uma política pública que promove segurança alimentar, desenvolvimento econômico e qualidade de vida.’ (Foto: Isabella Mayer/SECOM)

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