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Primeira Feira Literária de Piraquara acontece de 29 de outubro a 1º de novembro

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De 29 de outubro a 1º de novembro, a Praça Chafic Boazar, ao lado da Casa da Memória, será o palco do primeiro evento literário de Piraquara, a FLIPIRA, que chega com muita cultura, literatura e diversidade!

A feira faz parte do projeto “Piraquara Literária: Escritores e Escritoras da Nossa Terra”, e vai celebrar o talento local com uma programação especial para todas as idades, em homenagem ao Dia Nacional da Leitura e ao Dia Nacional do Livro.

Confira a programação completa e prepare-se para quatro dias de arte e imersão literária:

              29/10 (quarta-feira)

  • 9h – Contação de histórias infantis
  • 10h – Bate-papo: A poesia piraquaense
  • 11h – Visita guiada à feira
  • 14h – Intervenção artística: Palhaçaria
  • 15h – Oficina: Poesia na prática cotidiana
  • 19h – Abertura oficial da feira e da exposição “Piraquara Literária”
  • 19h30 – Bate-papo: Piraquara Literária

 ️                  30/10 (quinta-feira)

  • 9h – Contação de histórias infantis
  • 10h – Literatura infantil e juvenil: Histórias para todo mundo ouvir
  • 14h – Intervenção artística: Palhaçaria com escolas municipais e particulares
  • 15h – Intervenção literária: (E)stórias e (H)istórias
  • 16h – Literatura periférica: lançamento de livros e bate-papo com autores

 ️            31/10 (sexta-feira)

  • 9h – Contação de histórias infantis
  • 10h – Literatura dos povos originários
  • 11h – Bate-papo: Personagens negros nos contos de fadas
  • 15h – A literatura feminina e a saúde da mulher
  • 16h – Grafite e grafismo: poesia de reexistência
  • 19h –  Halloween na Biblioteca

              01/11 (sábado)

  • 9h – Sarau de poesias
  • 10h – Bate-papo: Leitura de autoras mulheres na sociedade contemporânea
  • 13h – Literaturas negras: ancestralidade, resistência e contemporaneidade
  • 14h – Lançamento do livro “Caminho de Seda e Pedra”
  • 15h – Lançamento coletivo: “Abismos e (In)finitudes”
  • 16h – Roda de conversa: bastidores dos livros e mercado editorial independente
  • 17h – RAP e poesia periférica
  • 18h – Musicalidade indígena como expressão do sagrado
  • 19h – Capoeira como expressão poética de luta e resistência ancestral

A FLIPIRA promete encantar com muita arte, música, literatura e celebração da identidade cultural piraquaense!

 Praça Chafi Boazar, ao lado da Casa da Memória
De 29 de outubro a 1º de novembro
(41) 3590-3600 | secretariadeculturapiraquara@gmail.com
 Realização: Secretaria Municipal de Cultura e Igualdade Racial

Primeira Feira Literária de Piraquara (Fotos: SCPMP)

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Batalhão Ambiental reforça ações para proteger a restinga do Litoral durante a temporad

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Com o reforço do policiamento ambiental durante a temporada de verão, a Polícia Militar do Paraná (PMPR), por meio do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), intensifica as ações de fiscalização, patrulhamento preventivo e orientação em áreas de restinga no Litoral do Estado.

As equipes atuam de forma contínua para coibir danos à vegetação nativa, prevenir ocupações irregulares, a circulação indevida de veículos e outras práticas que impactam o meio ambiente, além de conscientizar moradores e turistas sobre a importância da preservação desse ecossistema essencial para a proteção da costa.

A atuação do BPMA ocorre de forma ainda mais intensa neste período do ano, quando o aumento expressivo de veranistas amplia a pressão sobre as áreas naturais. O policiamento preventivo é realizado tanto a pé quanto com viaturas, priorizando pontos mais sensíveis e com histórico de degradação ambiental. Paralelamente à fiscalização, os policiais ambientais desenvolvem ações educativas, orientando a população sobre condutas adequadas e alertando para os riscos ambientais causados pela intervenção humana na restinga.

“Intensificamos, durante o período de maior fluxo no Litoral, a fiscalização nas áreas de restinga para coibir o uso irregular, como estacionamentos e acampamentos, e orientar a população sobre a importância da preservação desse ecossistema”, destacou a tenente Ana Ruth Motta.

Além da proteção costeira, a restinga abriga elevada biodiversidade, funcionando como habitat e fonte de alimento para diversas espécies da fauna e da flora, inclusive algumas ameaçadas de extinção.

Entre os exemplos está a coruja-buraqueira, ave típica do litoral que constrói seus ninhos no solo arenoso. A vegetação também desempenha papel importante na estabilização de áreas de manguezal, evitando o soterramento de regiões alagadiças e contribuindo para o equilíbrio entre os ambientes terrestres e marinhos.

FORÇA VERDE MIRIM – A unidade especializada conta com o Programa Força Verde Mirim, uma iniciativa de educação ambiental desenvolvida em parceria com escolas e instituições voltada a crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. Com atividades realizadas no contraturno escolar, o programa tem como objetivo conscientizar, prevenir crimes ambientais e formar multiplicadores de práticas sustentáveis.

“Além do trabalho com a população, realizado por meio das nossas mídias e redes sociais, também atuamos em todo o Paraná com ações de educação ambiental por meio do programa Força Verde Mirim, que tem como objetivo conscientizar e formar crianças nas escolas para a preservação do meio ambiente”, afirma a tenente

RESTINGA – A restinga é um ecossistema associado ao bioma da Mata Atlântica, caracterizado por solos arenosos, vegetação adaptada à maresia e à baixa fertilidade do solo. Atua como uma zona de transição entre o mar e a floresta, mantendo a conectividade ecológica e protegendo outros ambientes costeiros. (Foto: PMPR) AEN

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Deputada Marli Paulino solicita análise técnica sobre os alagamentos na Trincheira do Atuba

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A deputada estadual Marli Paulino encaminhou nesta sexta-feira, 16, requerimento à Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná (AMEP) solicitando providências e análise técnica sobre os alagamentos na região da Trincheira do Atuba, no limite dos municípios de Colombo e Pinhais. O último deles, registrado na noite dessa quinta-feira, 15.

“Os recorrentes episódios de alagamentos registrados na região da Trincheira do Atuba, infelizmente afetam diretamente os motoristas e moradores que precisam passar todo dia por essa região. Os transtornos causados precisam cessar”, disse a deputada Marli ao enviar o pedido de informação e tomada de providência aos órgãos responsáveis.

De acordo com o documento enviado pela deputada há a solicitação de informações oficiais e a realização de análise técnica integrada acerca das causas e soluções, bem como, no âmbito das competências, adotem as providências cabíveis e promovam a articulação junto à concessionária ARTERIS, responsável pela gestão da rodovia.

Conforme a manifestação, a região da Trincheira do Atuba constitui importante eixo de mobilidade e integração urbana da Região Metropolitana de Curitiba, sendo diariamente utilizada por milhares de pessoas. Entretanto, os recorrentes episódios de alagamentos registrados no local têm causado graves problemas à população, com prejuízos materiais, interrupção do tráfego, impactos à atividade econômica e riscos à segurança de pedestres e motoristas.

Segundo a deputada, que em 2025 já havia encaminhado, por meio da Comissão de Relações Federadas e Assuntos Metropolitanos, a qual preside, um documento acerca das recorrentes intempéries climáticas que tem atingido o Paraná, esse tema se faz urgente e necessário. “As questões climáticas nas cidades é uma responsabilidade e preocupação de todos”, completa Marli Paulino. (Assessoria)

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Casa do Lavrador celebra 36 anos em Santa Felicidade

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Santa Felicidade conta com a Casa do Lavrador, que celebra 36 anos neste mês de dezembro. Empresa familiar, está instalada em um dos endereços mais emblemáticos do bairro, a Via Vêneto, e se destaca pela ampla variedade de produtos: rações, medicamentos veterinários, ferramentas, itens agropecuários e um atendimento reconhecido pela cordialidade e confiança.

História da Casa do Lavrador

O empresário e médico veterinário Dr. Lacie de Lessa Lopes, formado pela Universidade Federal Fluminense do Rio de Janeiro, é o fundador e a figura que até hoje representa a essência da Casa do Lavrador. Aos 88 anos, mantém saúde, disposição e a rotina de atender no balcão, orientando clientes e prescrevendo medicamentos.

Ele lembra com carinho de como tudo começou: “Eu trabalhava na região de Santa Felicidade. Já com mais de 50 anos de idade, recebi a proposta de comprar um comércio voltado à venda de produtos veterinários e rações. Como era formado em Medicina Veterinária, resolvi aceitar o desafio. Meus filhos, Marcus Aurelius de Souza Lessa Lopes, com 20 anos, e Marcius Aurius de Souza Lessa Lopes, com 16, vieram trabalhar ao meu lado, ajudando no atendimento e no controle do estoque. No final da década de 1980, o veterinário fazia um pouco de tudo. Recebíamos pessoas de toda a região em busca de produtos e recomendações, e eu prescrevia tratamentos para animais de pequeno e grande porte – cães, gatos, aves, suínos, bovinos e caprinos. Sempre prezamos por oferecer ótimos produtos e um atendimento de qualidade”, relembra.

 Crescimento

Com esforço e dedicação, a empresa foi crescendo de forma consistente. “A loja começou na Avenida Manoel Ribas, mas, com o passar dos anos, o espaço ficou pequeno. Foi então que decidimos mudar para um local mais amplo e moderno, onde estamos até hoje”, destaca Dr. Lessa.

Para a família Lessa, a Casa do Lavrador representa não apenas uma fonte de sustento, mas um projeto de vida. Um ponto de apoio para a comunidade e uma história construída com trabalho, respeito e compromisso ao longo de quase quatro décadas.  

Serviço: Casa do Lavrador 

Rua Via Vêneto 1950 

Whats (41) 99287-8041

Telefone (41) 3273-1536 

Da redação Fotos: Face da Notícia

O médico veterinário Lacie de Lessa Lopes, 88 anos é o fundador da Casa do Lavrador.

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