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Greca autoriza início das obras do trecho final da Linha Verde

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CURITIBA – O prefeito Rafael Greca e o secretário Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana, Inácio Bento de Morais Junior, assinaram nesta terça-feira (6/11), na Prefeitura, a autorização para o início das obras do lote 4.1 da Linha Verde. A autorização ocorreu em tempo recorde, já que a licitação foi homologada há uma semana e o contrato assinado na quinta-feira passada (1º/11), com a empresa Terpasul Construtora de Obras, vencedora da concorrência.

“Com celeridade e o apoio do Ministério das Cidades conseguimos assinar esta ordem de serviço em tempo recorde. Quero inaugurar a Linha Verde em 2020 com o apoio de vocês”, afirmou Greca. O prefeito destacou que logo após eleito foi a Brasília para garantir os recursos federais que estavam para ser perdidos.

“Com esforço, conseguimos resgatar recursos para mobilidade e drenagem que não foram aproveitados pelo meu antecessor”, disse o prefeito.

Segundo Greca, com a finalização, a Linha Verde irá se tornar um grande eixo metropolitano de mobilidade integrando do sul ao norte as cidades de Mandirituba, Fazenda Rio Grande, Curitiba, Colombo e Campina Grande do Sul.

Avanço

A assinatura da ordem de serviço foi destacada como um avanço para a cidade, pelo presidente da Câmara Municipal, Serginho do Posto. “São investimentos em mobilidade urbana para atender a uma demanda muito forte da cidade. Com isso, o prefeito tem avançado nas metas do plano de governo num curto espaço de tempo da gestão”, disse.

São 2,8 quilômetros de extensão do trecho final entre as estações Solar e Atuba, no norte da cidade. Serão investidos R$ 69.424.662,46, com recursos do Orçamento Geral da União (OGU), como parte do PAC-2. Os trabalhos devem começar logo que o canteiro de obras fique pronto, o que deve acontecer até o final do ano. A previsão de conclusão das obras é de dois anos.

Foto: Pedro Ribas/SMCS

Terminais

Na oportunidade, também foram assinadas as Sínteses de Projetos Aprovados (SPAs) dos terminais Hauer e Campina do Siqueira, que serão reconstruídos. Integrante do Ministério das Cidades (MCidades), a Secretaria Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana (Semob) é o órgão responsável por formular e implementar a política de mobilidade urbana sustentável no país.

Inácio Bento de Morais Junior destacou que Curitiba representa o paradigma da mobilidade urbana no País. “A cidade vem nos ensinando o que tem que ser feito para a melhoria do transporte coletivo, que é uma necessidade das grandes cidades”, disse o secretário nacional do Transporte e da Mobilidade.

Segundo ele, a agilidade no processo de aprovação se deu pela qualidade dos projetos da capital paranaense. “Em vários estados há obras que se arrastam por conta de projetos incipientes. O Ministério das Cidades costuma premiar aqueles que executam bem as obras. Por isso, em Curitiba temos mais de 80% de recursos liberados pelo Ministério”, disse Morais Junior.

Ele destacou ainda o empenho do diretor da Semob, Cléver Ubiratan Teixeira de Almeida, funcionário de carreira do Ippuc e ex-presidente do instituto em favor de Curitiba. “Ele é um embaixador da cidade em Brasilia”.

O prefeito Greca também ressaltou a importância do Ministério das Cidades no suporte ao desenvolvimento urbano. “Estimo que o Ministério das Cidades tenha uma feliz sucessão no governo que se inicia. Não posso abdicar da minha função de prefeito ao defender a importância de uma política nacional de urbanização. As cidades brasileiras são o Brasil”, finalizou Greca.

Também participaram do evento, o diretor de Planejamento da Semob, Cléver Ubiratan Teixeira de Almeida; o superintendente da Caixa Econômica Federal no Paraná, Renato Scalabrin; o gerente de Filial da Caixa, Célio Américo e o gerente executivo da Caixa, Eduardo Pereira de Souza.

Por parte do município estiveram presentes o vice-prefeito e secretário de Obras, Eduardo Pimentel; o secretário municipal do Governo e presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), Luiz Fernando Jamur; e os secretários municipais de Planejamento, Orçamento e Finanças, Vitor Puppi; do Meio Ambiente, Marilza Dias; da Comunicação, Israel Reinstein, da Saúde, Marcia Huçulak; e os presidentes da Urbs, Ogeny Pedro Maia Neto e da Cohab, José Lupion Neto. E os administradores das regionais da Matriz, Dirceu de Matos; CIC, Rafael Keiji Assahida; Boqueirão, Ricardo Dias; Pinheirinho, Reinaldo Boaron, Boa Vista, Janaína Lopes Gehr e Cajuru, Adriane Cristina dos Santos.

Representando o poder legislativo federal e municipal prestigiaram a assinatura da ordem de serviço deputado federal, Pedro Lupion, o presidente da Câmara Municipal, Serginho do Posto, e os vereadores Beto Moraes, Thiago Ferro, Edemar Colpani, Geovane Fernandes, Rogério Campos e Oscalino do Povo.

Finalização da Linha Verde

A Linha Verde é o sexto eixo de transporte da cidade e de integração de Curitiba à Região Metropolitana. São 22 quilômetros de extensão (pelo leito da BR-476) ligando a cidade do Sul ao Norte desde o Pinheirinho ao Atuba, beneficiando 22 bairros numa área de abrangência de 287 mil pessoas.

O trecho sul já está concluído e seis estações estão em operação com o ônibus Ligeirão (Pinheirinho, Vila São Pedro, Xaxim, Santa Bernadethe, Fanny e Marechal Floriano) na ligação ao Centro da cidade (Lourenço Pinto).

O trecho norte é a parte final de obras da Linha Verde. Estão em fase de conclusão as obras do lote 3.1, no trecho de 2,2 quilômetros desde o viaduto da Avenida Victor Ferreira do Amaral até o Rio Bacacheri, próximo ao Hospital Vita. Os investimentos são de R$ 56,1 milhões.

Também integra esta etapa o lote 3.2, de construção da trincheira da Rua Fúlvio Alice, próxima à Igreja Batista do Bacacheri. A obra está em execução, com investimentos de R$ 28,7 milhões. A previsão é que estes dois lotes de obras estejam concluídos em abril de 2019.

Ainda como parte da Linha Verde Norte, o projeto do lote 2.1 (Viaduto triplo da Victor Ferreira do Amaral) está na Caixa Econômica Federal para aprovação. (Fonte/SMCS)

(Foto Linha Verde: V. Lentcsh/Face da Notícia)

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Curitiba é a capital com a melhor qualidade de vida do Brasil

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Curitiba está novamente no topo da qualidade de vida entre as capitais brasileiras. É o que mostra o Índice de Progresso Social 2026, divulgado na quarta-feira (20/5) pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia. No comparativo com todas as cidades do país, Curitiba está na quinta posição. A cidade lidera o ranking das capitais pelo segundo ano seguido.

Obtendo nota 71,29, Curitiba está à frente de Brasília (DF), que obteve índice 70,73, São Paulo (SP), avaliada com 70,64, e Campo Grande (MS), com nota 69,77. O índice médio do Brasil é de 63,4.    

A capital paranaense melhorou seus indicadores. Em 2025, a cidade ocupava a 11ª colocação entre os municípios brasileiros, com uma nota de 69,89. Neste ano, Curitiba saltou para a quinta colocação geral, com nota de 71,29 e é a única capital e única cidade com mais de um milhão de habitantes entre os 15 municípios melhor avaliados.

Crescimento em vários quesitos

Quando analisados os componentes que compõem esta nota, Curitiba avançou em diversos quesitos na comparação com o IPS 2025.

Em Acesso à Informação e Comunicação, a nota na cidade no ano passado foi 78,48, e cresceu em 2026 para 94,80. Este parâmetro avalia a cobertura de internet móvel (4G/5G), existente na cidade, assim como a densidade de internet banda larga fixa, a densidade de telefonia móvel e a qualidade de internet móvel disponíveis.

Se analisado como a cidade oferece Moradia, a nota que era 89,94, foi para 90,22. Para esta nota foram avaliadas a disponibilidade de domicílios com coleta de resíduos adequada, de domicílios com iluminação elétrica adequada e de domicílios com paredes e pisos adequados.

Também foi registrado avanço em Acesso ao Conhecimento Básico, em teve índice de 78,37 em 2025 e agora foi avaliado com 81,12. Este quesito avalia o abandono no ensino fundamental e médio, a distorção idade-série no ensino médio, evasão escolar, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e o percentual de reprovação escolar no ensino médio.

A cidade também mostra progresso em Qualidade do Meio Ambiente. Neste parâmetro são avaliados a quantidade de áreas verdes urbanas, as emissões de CO₂ por habitante, a existência de focos de calor, o Índice de Vulnerabilidade Climática dos Municípios (IVCM) e a supressão da vegetação primária e secundária. A nota de Curitiba, que foi de 73,41 no ano passado, agora é de 74,58.

Investimentos em toda a Curitiba

O prefeito Eduardo Pimentel atribui os bons resultados aos esforços realizados por toda a cidade para oferecer as melhores estruturas e serviços para o cidadão.

“Para Curitiba, esse resultado é motivo de orgulho e mostra que estamos no caminho certo. O IPS promove um pente-fino em dados e indicadores que medem a qualidade de vida nas cidades brasileiras e, entre eles, vários estão relacionados à oferta de serviços públicos municipais. Temos atuado fortemente na educação, na saúde, na geração de empregos, no investimento em meio ambiente e sustentabilidade e no maior pacote de obras da história do município. Isso é possível porque temos um forte compromisso com a responsabilidade fiscal, como demonstra a nota A+, concedida pelo Tesouro Nacional. A partir dessa saúde financeira, conseguimos realizar investimentos em toda a cidade, melhorando a vida dos curitibanos”, diz o prefeito.

Metodologia

O Índice de Progresso Social (IPS) é uma ferramenta que mede o desempenho social e ambiental de territórios em todas as geografias (países, estados, municípios e até comunidades). O IPS é um índice desenvolvido pela organização internacional Social Progress Imperative, a qual coordena a publicação anual do IPS para 170 países desde 2014. É composto por 57 indicadores sociais e ambientais oriundos de fontes públicas. Esses indicadores são agregados em um índice com pontuação de 0 a 100. Por sua vez, esse índice geral é composto por índices para três dimensões do progresso social (Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-estar e Oportunidades) e 12 componentes dentro das dimensões (Nutrição e Cuidados Médicos Básicos, Água e Saneamento, Moradia, Segurança Pessoal, Acesso ao Conhecimento Básico, Acesso à Informação e Comunicação, Saúde e Bem estar, Qualidade do Meio Ambiente, Direitos Individuais, Liberdades Individuais e de Escolha, Inclusão Social e Acesso à Educação Superior.  (Fonte: SECOM/Foto: Pedro Ribas)

Foto: José Fernando Ogura/SECOM (arquivo)

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Paraná tem 20,3 mil vagas de trabalho

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O início da semana traz boas notícias para quem busca uma oportunidade de emprego no Paraná. As Agências do Trabalhador de todas as regiões do Estado começam a semana com 20.316 vagas com carteira assinada abertas em diversas áreas e para diferentes níveis de escolaridade e experiência.

A função com maior número de oportunidades disponíveis é para alimentador de linha de produção, com 5.701 vagas abertas em todo o Paraná. Na sequência aparecem as funções de abatedor, com 1.386 oportunidades, magarefe (profissional responsável pelo corte de carnes), com 824, e operador de caixa, com 711 vagas.

A regional com maior volume de oportunidades é a de Cascavel, com 4.404 vagas abertas. O destaque é para as áreas de alimentador de linha de produção (1.592 vagas) e abatedor (999 vagas), além de oportunidades para operador de caixa e repositor de mercadorias.

Na sequência aparece a Região Metropolitana de Curitiba, com 3.967 vagas disponíveis. Os principais postos são para alimentador de linha de produção (340), operador de telemarketing ativo e receptivo (281), atendente de lanchonete (252) e faxineiro (183). Somente a Agência do Trabalhador de Curitiba concentra 388 oportunidades.

A regional de Campo Mourão soma 3.294 vagas, com destaque para alimentador de linha de produção (940), magarefe (533) e abatedor (199). Já Foz do Iguaçu reúne 2.214 oportunidades, sendo mais de mil para alimentador de linha de produção.

Também há vagas nas regionais de Pato Branco, com 1.992 oportunidades, Maringá, com 1.326, Londrina, com 1.107, e Umuarama, com 897 postos abertos.

Em Maringá, um dos destaques é a oferta de 260 vagas para trabalhador no cultivo de árvores frutíferas, além de oportunidades para operador de caixa e magarefe. Em Londrina, há vagas para vendedor do comércio varejista e faxineiro. Já em Paranaguá, as empresas buscam profissionais para as funções de embalador à mão, carregador e operador de caixa.

As Agências do Trabalhador também concentram vagas para profissionais com formação técnica ou ensino superior. Em Curitiba, existem oportunidades para enfermeiro, técnico de enfermagem, eletricista de manutenção eletroeletrônica, analista contábil, engenheiro civil, professores de diversas disciplinas e técnico de suporte de TI.

Há ainda vagas voltadas para estudantes e estagiários, como oportunidades para preparador físico, enfermagem, marketing, engenharia mecânica e segurança do trabalho. (AEN/Foto: SECOM)

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Movimentação cresce 11% e garante melhor abril da história nos portos paranaenses

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Com mais de 6 milhões de toneladas movimentadas, a Portos do Paraná registrou o melhor mês de abril da história, com crescimento de 11% em relação a abril de 2025 – que movimentou 5,405 milhões de toneladas. O crescimento foi puxado pelas exportações de soja, carnes e derivados de petróleo. Os dados constam em relatório elaborado pela equipe de estatísticas da Diretoria de Operações Portuárias da empresa pública.

Somente em abril, o volume das exportações cresceu 16,06% na comparação com o mesmo mês do ano anterior. O embarque de soja em grão aumentou 43%, os óleos vegetais 35% e os derivados de petróleo 33%. As exportações de carne de frango congelada cresceram 10,5% em relação a abril de 2025. Considerando todas as proteínas animais, o crescimento foi de 8,7%, com mais de 1,1 milhão de toneladas embarcadas, principalmente para China, África do Sul, Japão e Emirados Árabes Unidos.

No acumulado entre janeiro e abril, a soja segue em alta, com crescimento de 19%. Os óleos vegetais avançaram 33%, seguidos pelas exportações de cargas conteinerizadas, com aumento de 9%, e pelos derivados de petróleo, com alta de 2% na comparação com os quatro primeiros meses de 2025. Os embarques de carne de frango realizados em Paranaguá representam 47,5% de todas as exportações brasileiras do produto. Isso corresponde a mais de 834 mil toneladas enviadas para outros países.

IMPORTAÇÕES – Em abril, as importações cresceram 2,7% em relação ao mesmo mês de 2025. As cargas gerais — movimentadas fora de contêineres — registraram alta de 254%. O desembarque de trigo apresentou crescimento de 50%, seguido pelos fertilizantes (18%) e pelos contêineres (14%).

Já no acumulado dos quatro primeiros meses do ano, as importações apresentam retração de 5,8%. O resultado, porém, indica recuperação em relação aos meses de fevereiro e março, quando as movimentações de cargas vindas de outros países registraram índices ainda menores. A queda nas importações tem relação direta com o conflito no Oriente Médio.

Apesar disso, a diversidade de cargas movimentadas pelos portos de Paranaguá e Antonina garantiu estabilidade ao saldo acumulado do quadrimestre, que atingiu 22,7 milhões de toneladas, volume em linha ao registrado no mesmo período de 2025.

A movimentação de cargas rolantes — como veículos, maquinários e equipamentos agrícolas — também contribuiu para manter o equilíbrio operacional. Somente em abril, mais de 15,5 mil unidades foram embarcadas ou desembarcadas. Entre janeiro e abril, a movimentação totalizou 42.657 unidades. (Foto: Claudio Neves – Portos Paraná/AEN)

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