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Parque São Lourenço agora tem sistema de iluminação inteligente

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CURITIBA – O Parque São Lourenço, um dos mais frequentados de Curitiba, acaba de ganhar um sistema de iluminação inteligente, que além de tornar o local mais iluminado e seguro, permitirá economia no gasto com energia a partir do uso de mecanismos como o desligamento automático. Trata-se de um projeto piloto, que deverá ser estendido para outros pontos da cidade após o período de testes. Utilizando um tablet, o prefeito Gustavo Fruet acionou na noite desta segunda-feira (17) o novo sistema de iluminação.

Bastou um toque na tela para dar início ao acendimento sequencial da nova iluminação do São Lourenço – um espaço público que faz parte do cotidiano dos curitibanos desde a década de 70, quando foi criado.

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“É uma mudança total de concepção, é a chamada iluminação inteligente, pela qual todos os postes são ligados por um sistema de comunicação. Estamos aqui reduzindo o custo de energia e de manutenção para deixar esse que é um dos parques mais conhecidos da cidade ainda mais atrativo. Podemos perceber já uma mudança de comportamento dos frequentadores, que terão mais segurança para passar pelo parque à noite”, disse Fruet.

O secretário de Obras Públicas, Sérgio Antoniasse, explica que mesmo colocando um número maior de luminárias, por ser um sistema inteligente, haverá economia de energia. “Podemos monitorar a situação, inclusive a distância, seja por um tablet, ou até smartphone, conseguindo otimizar a iluminação do parque, controlando e regulando a quantidade de luminárias que vão permanecer acesas”, explicou o secretário.

O sistema inteligente de iluminação vai proporcionar redução no consumo da ordem de 32% o que representa 2500 Kwh por mês, sem comprometer a segurança dos usuários.
A nova iluminação do parque é acesa no final da tarde e assim permanece até as 22 horas, quando o local é fechado para o público. A partir desse horário o sistema de automação passa a funcionar, diminuindo progressivamente o número de luminárias ligadas. “No fechamento do parque, o sistema desliga automaticamente 50% da iluminação, permanecendo ligadas luminárias de forma alternada. Da meia noite às 6 horas, o sistema baixa para 30% do total. Isso pode ser alterado, dependendo das circunstâncias”, explica o diretor de Iluminação da Secretaria Municipal de Obras Públicas, Fábio Ribeiro de Camargo.

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Luzes

A mudança na iluminação no Parque São Lourenço teve início em abril. Foram trocados mais de 10 quilômetros de cabeamento subterrâneo e, em seguida, colocados 160 novos postes de iluminação decorativa, luminárias e lâmpadas de alto rendimento ao redor da pista de caminhada e ciclovias. O sistema de automação foi inserido na sequência.

Toda essa operação vai resultar em aumento de eficiência e redução no custo da iluminação do parque. O ganho de eficiência decorre da troca dos 78 postes/luminárias com lâmpadas de vapor de sódio, que estavam mal distribuídos pela área, por 160 novos postes/luminárias dotados de lâmpadas de vapor metálico de alto rendimento. O custo, por sua vez, será reduzido graças ao melhor dimensionamento do horário em que as lâmpadas permanecerão ligadas.

Sequência

O sistema inteligente de iluminação é mantido através da incorporação de um item eletrônico na luminária e também da instalação de um aparelho centralizador em um dos postes de iluminação. Os dispositivos possibilitam a comunicação entre todas as luminárias e repassam informações para uma central de dados – instalada no Departamento de Iluminação.

“Com esses dispositivos eletrônicos é possível montar uma malha de comunicação de informação dentro do parque, o que facilita a gestão de manutenção preventiva”, explica Camargo. Segundo ele, com a central de dados é possível fazer monitoramento e análise de dados em tempo real. “Podemos acompanhar on-line dados de medição de cada ponto de iluminação pública. Isso significa que o Departamento de Iluminação poderá intervir onde há problemas com iluminação e também controlar a eficiência energética”, afirmou.

Além da Iluminação Pública, o Parque São Lourenço também recebeu melhorias executadas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente como a recomposição de pavimento e de grama.

Expansão

O projeto de iluminação inteligente deverá ser expandido para outras regiões da cidade, com variações. É o caso dos postes republicanos, na área central, e também da nova iluminação que será executada posteriormente no Parque Tingui, Lago Azul e trecho da Linha Verde.

Nestes dois locais, a ideia é implantar outro dispositivo eletrônico nas luminárias, conhecido por dimerizador, e colocar lâmpadas de LED. Através do dimerizador será possível definir qual a intensidade de luz que se deseja para determinado horário nos parques.

Aprovação

A nova Iluminação do Parque São Lourenço chama atenção dos frequentadores e ajuda a atrair novos usuários para os espaços públicos. “Venho aqui todos os dias e a melhoria foi significativa. Ficou bem iluminado, mais seguro e até já convenci outros amigos que não vinham caminhar antes porque achavam o parque escuro e perigoso”, disse Clarissa Ruoso, moradora no Centro Cívico, que caminhava pelo parque em companhia da filha, Júlia.

Proprietário de um carrinho de caldo de cana instalado há mais de 20 anos no parque, Kleber Netto também aprovou a nova iluminação e a recente melhoria executada na ciclovia.  “Aumentou o número de frequentadores do parque que elogiam muito a nova ciclovia e a iluminação. As pessoas dizem que agora ficou mais claro e aumentou a sensação de segurança. Até meu movimento aumentou”, disse.

Plano

O Plano de Iluminação de Curitiba foi lançado pelo prefeito Gustavo Fruet em março deste ano e prevê altos investimentos até 2016 em um conjunto de projetos destinados a melhorar a iluminação pública em todas as regionais da cidade, ampliando a segurança e a qualidade de vida da população.

Serão executadas intervenções principalmente na periferia de Curitiba como em pontos de ônibus, praças, parques, calçadas e rotas de diversas linhas de ônibus. Outras ações também incluem a iluminação de ciclovias e a recuperação e melhoria na iluminação da Linha Verde.

Algumas ações previstas no Plano foram executadas ou estão em execução como a revitalização de Iluminação em parques e praças de Curitiba.

Foto: Maurilio Cheli/SMCS

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Curitiba é a capital com a melhor qualidade de vida do Brasil

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Curitiba está novamente no topo da qualidade de vida entre as capitais brasileiras. É o que mostra o Índice de Progresso Social 2026, divulgado na quarta-feira (20/5) pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia. No comparativo com todas as cidades do país, Curitiba está na quinta posição. A cidade lidera o ranking das capitais pelo segundo ano seguido.

Obtendo nota 71,29, Curitiba está à frente de Brasília (DF), que obteve índice 70,73, São Paulo (SP), avaliada com 70,64, e Campo Grande (MS), com nota 69,77. O índice médio do Brasil é de 63,4.    

A capital paranaense melhorou seus indicadores. Em 2025, a cidade ocupava a 11ª colocação entre os municípios brasileiros, com uma nota de 69,89. Neste ano, Curitiba saltou para a quinta colocação geral, com nota de 71,29 e é a única capital e única cidade com mais de um milhão de habitantes entre os 15 municípios melhor avaliados.

Crescimento em vários quesitos

Quando analisados os componentes que compõem esta nota, Curitiba avançou em diversos quesitos na comparação com o IPS 2025.

Em Acesso à Informação e Comunicação, a nota na cidade no ano passado foi 78,48, e cresceu em 2026 para 94,80. Este parâmetro avalia a cobertura de internet móvel (4G/5G), existente na cidade, assim como a densidade de internet banda larga fixa, a densidade de telefonia móvel e a qualidade de internet móvel disponíveis.

Se analisado como a cidade oferece Moradia, a nota que era 89,94, foi para 90,22. Para esta nota foram avaliadas a disponibilidade de domicílios com coleta de resíduos adequada, de domicílios com iluminação elétrica adequada e de domicílios com paredes e pisos adequados.

Também foi registrado avanço em Acesso ao Conhecimento Básico, em teve índice de 78,37 em 2025 e agora foi avaliado com 81,12. Este quesito avalia o abandono no ensino fundamental e médio, a distorção idade-série no ensino médio, evasão escolar, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e o percentual de reprovação escolar no ensino médio.

A cidade também mostra progresso em Qualidade do Meio Ambiente. Neste parâmetro são avaliados a quantidade de áreas verdes urbanas, as emissões de CO₂ por habitante, a existência de focos de calor, o Índice de Vulnerabilidade Climática dos Municípios (IVCM) e a supressão da vegetação primária e secundária. A nota de Curitiba, que foi de 73,41 no ano passado, agora é de 74,58.

Investimentos em toda a Curitiba

O prefeito Eduardo Pimentel atribui os bons resultados aos esforços realizados por toda a cidade para oferecer as melhores estruturas e serviços para o cidadão.

“Para Curitiba, esse resultado é motivo de orgulho e mostra que estamos no caminho certo. O IPS promove um pente-fino em dados e indicadores que medem a qualidade de vida nas cidades brasileiras e, entre eles, vários estão relacionados à oferta de serviços públicos municipais. Temos atuado fortemente na educação, na saúde, na geração de empregos, no investimento em meio ambiente e sustentabilidade e no maior pacote de obras da história do município. Isso é possível porque temos um forte compromisso com a responsabilidade fiscal, como demonstra a nota A+, concedida pelo Tesouro Nacional. A partir dessa saúde financeira, conseguimos realizar investimentos em toda a cidade, melhorando a vida dos curitibanos”, diz o prefeito.

Metodologia

O Índice de Progresso Social (IPS) é uma ferramenta que mede o desempenho social e ambiental de territórios em todas as geografias (países, estados, municípios e até comunidades). O IPS é um índice desenvolvido pela organização internacional Social Progress Imperative, a qual coordena a publicação anual do IPS para 170 países desde 2014. É composto por 57 indicadores sociais e ambientais oriundos de fontes públicas. Esses indicadores são agregados em um índice com pontuação de 0 a 100. Por sua vez, esse índice geral é composto por índices para três dimensões do progresso social (Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-estar e Oportunidades) e 12 componentes dentro das dimensões (Nutrição e Cuidados Médicos Básicos, Água e Saneamento, Moradia, Segurança Pessoal, Acesso ao Conhecimento Básico, Acesso à Informação e Comunicação, Saúde e Bem estar, Qualidade do Meio Ambiente, Direitos Individuais, Liberdades Individuais e de Escolha, Inclusão Social e Acesso à Educação Superior.  (Fonte: SECOM/Foto: Pedro Ribas)

Foto: José Fernando Ogura/SECOM (arquivo)

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Paraná tem 20,3 mil vagas de trabalho

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O início da semana traz boas notícias para quem busca uma oportunidade de emprego no Paraná. As Agências do Trabalhador de todas as regiões do Estado começam a semana com 20.316 vagas com carteira assinada abertas em diversas áreas e para diferentes níveis de escolaridade e experiência.

A função com maior número de oportunidades disponíveis é para alimentador de linha de produção, com 5.701 vagas abertas em todo o Paraná. Na sequência aparecem as funções de abatedor, com 1.386 oportunidades, magarefe (profissional responsável pelo corte de carnes), com 824, e operador de caixa, com 711 vagas.

A regional com maior volume de oportunidades é a de Cascavel, com 4.404 vagas abertas. O destaque é para as áreas de alimentador de linha de produção (1.592 vagas) e abatedor (999 vagas), além de oportunidades para operador de caixa e repositor de mercadorias.

Na sequência aparece a Região Metropolitana de Curitiba, com 3.967 vagas disponíveis. Os principais postos são para alimentador de linha de produção (340), operador de telemarketing ativo e receptivo (281), atendente de lanchonete (252) e faxineiro (183). Somente a Agência do Trabalhador de Curitiba concentra 388 oportunidades.

A regional de Campo Mourão soma 3.294 vagas, com destaque para alimentador de linha de produção (940), magarefe (533) e abatedor (199). Já Foz do Iguaçu reúne 2.214 oportunidades, sendo mais de mil para alimentador de linha de produção.

Também há vagas nas regionais de Pato Branco, com 1.992 oportunidades, Maringá, com 1.326, Londrina, com 1.107, e Umuarama, com 897 postos abertos.

Em Maringá, um dos destaques é a oferta de 260 vagas para trabalhador no cultivo de árvores frutíferas, além de oportunidades para operador de caixa e magarefe. Em Londrina, há vagas para vendedor do comércio varejista e faxineiro. Já em Paranaguá, as empresas buscam profissionais para as funções de embalador à mão, carregador e operador de caixa.

As Agências do Trabalhador também concentram vagas para profissionais com formação técnica ou ensino superior. Em Curitiba, existem oportunidades para enfermeiro, técnico de enfermagem, eletricista de manutenção eletroeletrônica, analista contábil, engenheiro civil, professores de diversas disciplinas e técnico de suporte de TI.

Há ainda vagas voltadas para estudantes e estagiários, como oportunidades para preparador físico, enfermagem, marketing, engenharia mecânica e segurança do trabalho. (AEN/Foto: SECOM)

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Movimentação cresce 11% e garante melhor abril da história nos portos paranaenses

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Com mais de 6 milhões de toneladas movimentadas, a Portos do Paraná registrou o melhor mês de abril da história, com crescimento de 11% em relação a abril de 2025 – que movimentou 5,405 milhões de toneladas. O crescimento foi puxado pelas exportações de soja, carnes e derivados de petróleo. Os dados constam em relatório elaborado pela equipe de estatísticas da Diretoria de Operações Portuárias da empresa pública.

Somente em abril, o volume das exportações cresceu 16,06% na comparação com o mesmo mês do ano anterior. O embarque de soja em grão aumentou 43%, os óleos vegetais 35% e os derivados de petróleo 33%. As exportações de carne de frango congelada cresceram 10,5% em relação a abril de 2025. Considerando todas as proteínas animais, o crescimento foi de 8,7%, com mais de 1,1 milhão de toneladas embarcadas, principalmente para China, África do Sul, Japão e Emirados Árabes Unidos.

No acumulado entre janeiro e abril, a soja segue em alta, com crescimento de 19%. Os óleos vegetais avançaram 33%, seguidos pelas exportações de cargas conteinerizadas, com aumento de 9%, e pelos derivados de petróleo, com alta de 2% na comparação com os quatro primeiros meses de 2025. Os embarques de carne de frango realizados em Paranaguá representam 47,5% de todas as exportações brasileiras do produto. Isso corresponde a mais de 834 mil toneladas enviadas para outros países.

IMPORTAÇÕES – Em abril, as importações cresceram 2,7% em relação ao mesmo mês de 2025. As cargas gerais — movimentadas fora de contêineres — registraram alta de 254%. O desembarque de trigo apresentou crescimento de 50%, seguido pelos fertilizantes (18%) e pelos contêineres (14%).

Já no acumulado dos quatro primeiros meses do ano, as importações apresentam retração de 5,8%. O resultado, porém, indica recuperação em relação aos meses de fevereiro e março, quando as movimentações de cargas vindas de outros países registraram índices ainda menores. A queda nas importações tem relação direta com o conflito no Oriente Médio.

Apesar disso, a diversidade de cargas movimentadas pelos portos de Paranaguá e Antonina garantiu estabilidade ao saldo acumulado do quadrimestre, que atingiu 22,7 milhões de toneladas, volume em linha ao registrado no mesmo período de 2025.

A movimentação de cargas rolantes — como veículos, maquinários e equipamentos agrícolas — também contribuiu para manter o equilíbrio operacional. Somente em abril, mais de 15,5 mil unidades foram embarcadas ou desembarcadas. Entre janeiro e abril, a movimentação totalizou 42.657 unidades. (Foto: Claudio Neves – Portos Paraná/AEN)

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