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Magia dos bonecos ocupa espaços culturais e hospital em Curitiba

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O Centro Cultural Teatro Guaíra promove de 11 a 17 de julho, em Curitiba, o 20º Festival Espetacular de Teatro de Bonecos. Participarão 31 companhias do Paraná, de São Paulo, Santa Catarina, do Rio Grande do Norte, da Paraíba e do Ceará, além de um grupo da Argentina.

As apresentações serão no Espaço Bonecos Teatro Guaíra (Sala de Exposições Centro Cultural Teatro Guaíra), auditório Glauco Flores de Sá Brito (Miniauditório do Guaíra), Teatro Zé Maria (Teatro José Maria Santos), na Biblioteca Pública do Paraná, no Teatro Dr. Botica e também no Hospital Pequeno Príncipe, para pacientes.

O 20º Festival de Teatro de Bonecos é uma realização do Centro Cultural Teatro Guaíra, Governo do Paraná, Ministério da Cultura e governo federal, com patrocínio da Copel e Sanepar. O festival tem apoio da Lei de Incentivo à Cultura, Instituto Grupo O Boticário e Associação Paranaense de Teatro de Bonecos.

PROGRAMAÇÃO – A grade de programação está no (http://www.teatroguaira.pr.gov.br/arquivos/File/grade_bonecos_2__1.pdf). A maioria dos espetáculos tem entrada livre. Há dois com indicações para crianças de 2 a 7 anos de idade (Dia Claro, Noite Escura e João Come Feijão) e um espetáculo adulto (A Mariana e a Benzedeira da Ilha).

No primeiro dia do festival estão programadas três apresentações gratuitas no Espaço Boneco Teatro Guaíra. O Caixinha Lambe Lambe apresentará Na Varanda, Quarto de Bebê e Antonina Little Star, Todos ficarão em cartaz até o dia 15, das 11h às 14h.

HOMENAGENS – Também no Espaço Boneco Teatro Guaíra, às 14h, acontecerá aula-espetáculo do Teatro Ventoforte, com Ilo Krugli, um dos homenageados desta edição. Krugli deixou Buenos Aires e se mudou para o Rio de Janeiro, em 1961. Trouxe para o Brasil a experiência de artista plástico, educador, diretor, autor e ator de teatro. Foi professor de crianças, jovens e adultos, recebeu prêmios e é um dos criadores do Grupo Ventoforte.

Por este trabalho, o 20º Festival de Bonecos presta homenagem a Ilo Krugli que, aos 85 anos, continua aliando arte e educação para formar cidadãos. A aula-espetáculo com o Krugli é um diálogo do autor com o público que, sem dúvida, fez, assistiu, sonhou e brincou, criando uma conversa que conta, canta com bonecos e que com os imaginários que cabem neste Festival.

Outra homenagem será aos 400 anos de morte de William Shakespeare, feita pela Cia, Abração, com uma releitura da peça Sonhos de Uma Noite de Verão. Nesta adaptação, quatro velhinhos contadores de histórias usam objetos para narrar a saga dos encontros e desencontros de dois casais.

ESTRANGEIROS – O único espetáculo estrangeiro do festival vem da Argentina, Alicia. Ensueño de Maravillas, com direção de Alejandro Busto e participação de Tristana Muraro. Alicia. Ensueño de Maravillas propõe o encontro com a imaginação criadora frente à aventura dos tempos. A montagem usa diversas técnicas, como teatro de sombras, dança, acrobacia aérea, títeres, desenho e projeção audiovisual para dar vida a um mundo onírico. A trilha sonora foi especialmente criada para o espetáculo por Gato Urbanski e Germán Cantero.

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PROGRAMAÇÃO 

ESPAÇO BONECOS/SALA DE EXPOSIÇÃO CENTRO CULTURAL TEATRO GUAÍRA

Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, s/n, Centro, Curitiba, anexo à bilheteria

De 11 a 15 de julho das 11h às 14h

Apresentações gratuitas

Caixinha Lambe Lambe – Na Varanda 

Livre – 5 minutos

Trágica Cia de Arte – Curitiba/PR

Timóteo é um velho simpático que perambula pelas ruas a oferecer seus “Consertos & Concertos”. Desta vez, ele chega numa pequena vila e oferece os serviços de uma maneira muito peculiar. Por que será?

Caixinha Lambe Lambe – Quarto de bebê 

Livre – 5 minutos

Trágica Cia de Arte – Curitiba/PR

Em uma noite fria, de lua cheia, a “Bonitinha” tenta dormir. Mas quando a cidade silencia, iniciam os ruídos da casa e dos sonhos. O espetáculo ilustra de forma lúdica os terrores noturnos vividos por uma criança.

Caixinha Lambe Lambe – Antonina Little Star 

Livre – 3 minutos e 20 segundos

Escola do Ator Cômico – Curitiba/PR

Antonina é uma doce senhora que passa os dias atrás de uma máquina de costura. Outrora fora cantora de rádio, mas a vida a levou para outros caminhos. Antonina pode ter se esquecido de seus sonhos, mas seus sonhos nunca se esqueceram dela.

Dia 11 de julho, às 14h 

Aula espetáculo com Ilo Krugli, homenageado do 20º Festival de Teatro de Bonecos 

Livre – 40 minutos

Ilo Krugli deixou Buenos Aires e se tornou cidadão brasileiro. Para o Rio de Janeiro, onde se instalou em 1961, ele levou a experiência de artista plástico, educador, diretor, autor e ator de teatro. É um dos criadores do Grupo Ventoforte.

Dia 12 de julho, às 14h 

Show de Bichos 

Livre – 45 minutos

Grupo: Associação Arte Boa – Oficina de Teatro de Bonecos – Maringá/PR

Técnica de utilização de bonecos de fio. Os bonecos sempre têm o formato de bichos que habitam a terra, despertando a consciência ambiental para viver em harmonia com a natureza. O show dos bichos agrega em sua estrutura seres humanos, animais e outros seres jamais vistos.

Dia 13 de julho, às 14h 

Teatro de João Redondo de Josivan de Chico Daniel

Cia Os Herdeiros de Chico Daniel

Livre – 40 minutos

O mais ilustre representante do ramo do mamulengo, denominado João Redondo, gênero que floresceu no Rio Grande do Norte. Os mestres Josivan e Daniel, filhos do finado Chico de Daniel, são os reis da sutileza, dela se valendo para impregnar suas funções de caudaloso improviso, insinuações e maledicências. João Redondo, Baltazar e outros personagens valorizam a cultura popular nordestina e perpetuam o teatro de bonecos dentro da cultura popular.

14 de julho, às 14h 

O Boi Encantado – Um Mergulho no Maravilhoso Folclore Brasileiro com a Cia Boca de Cena (João Pessoa/PB)

Livre – 40 minutos

O Boi Aruá ou o Boi Azul, como é mais conhecido, é uma criatura encantada que possui o dom de realizar desejos em troca de versos. Tal dom desperta o interesse da bruxa Maquiavelha que, enlouquecida pela cobiça, tenta roubar os poderes do animal. Mas o menino Tuca e a menina Anita farão de tudo para salvar a criatura encantada e destruir a maldade da bruxa. O espetáculo é narrado pelo poeta cantador Cavaleiro Brincante, que coloca em cena elementos tradicionais da cultura nordestina através de versos de cordel, toadas e loas.

15 de julho, às 14h 

El Gran Circo – Teatro de Luvas, com a Cia Mútua (Itajaí/SC)

Livre – 40 minutos

Espetáculo de teatro de animação concebido a partir de quatro textos do autor argentino Guaira Castilla, usando linguagem do teatro de bonecos de luvas para contextualizar um tradicional circo teatro.

AUDITÓRIO GLAUCO FLORES DE SÁ BRITO/ MINIAUDITÓRIO DO GUAÍRA 

Endereço: Rua Amintas de Barros, s/n, Centro, Curitiba

Ingressos: R$10,00 e R$5,00

11 de julho, às 16h 

Sonho de Uma Noite de Verão com a Cia do Abração

Livre – 50 minutos

Nesta adaptação de Sonho de Uma Noite de Verão, de William Shakespeare, quatro velhinhos, contadores de histórias usam objetos para narrar a saga dos encontros e desencontros de dois casais. Desta forma, brincando de faz de conta com simples objetos do cotidiano, estes contadores reavivam adultos a maneira de ver o mundo com os olhos da criança e aproximá-la da obra de um dos maiores dramaturgos universais.

12 de julho, às 16h 

Era Um… Eram Dois… Eram Três…, com Di Trento Produções – Curitiba/PR

Livre – 40 minutos

O que podemos encontrar na tenda de um contador de histórias? Livros, caixas, baús, malas, ratos. O que, ratos? Sim, três simpáticos ratinhos, brincando de esconder. E eles dão a partida para uma grande aventura. Cada ratinho protagoniza uma história.

13 de julho, às 16h 

Irmãos Zulus, com a Companhia Karagozwk (Curitiba/PR)

Livre – 40 minutos

Mandela seguia a trilha de seus irmãos que tinham partido há muitas luas, em busca de fortuna. Depois de muito procurar, Mandela os encontrou e eles continuaram a jornada. No caminho acharam um reino estranho onde os habitantes foram transformados em pedra. Um velho ancião lhes contou que toda vida poderia voltar caso fizessem três tarefas. Mas quais tarefas? O autor Rogério Andrade Barbosa conheceu esta narrativa encantadora entre os Zulus, uma população que vive ao Sul do continente africano.

14 de julho, às 16h 

A Busca de Tu-Hu, com a Cia AnalgesicAdalgisA (Curitiba/PR)

Livre – 45 minutos

O espetáculo se aproxima de dados da biografia do maestro e compositor Villa-Lobos para construir uma fábula sobre as grandes viagens, que a música (e toda forma de arte) pode nos proporcionar. O menino Tu-Hu (este era o apelido de Villa quando criança) deseja criar a musica mais bonita que já existiu e para isto precisa conhecer um pouco das já existentes.

15 de julho, às 16h 

Viva Vivaldi, com Manoel Kobachuk (Curitiba/PR)

Livre – 45 minutos

Dois atores apresentam de uma forma lúdica As Quatro Estações de Vivaldi. Com figurinos de época, os atores manipulam o boneco Vivaldi que, após uma breve introdução, apresenta os quatro concertos (subdivididos em três movimentos) que compõem a obra.

16 de julho, às 17h 

Entre Janelas, com Tato Criação Cênica (Curitiba/PR)

Livre – 40 minutos

Inspirado no livro Uma Janela Entre Dois Amigos, do mineiro Gustavo Gaivota, o espetáculo conta a história de um menino e seu melhor amigo, o cachorro Pitu. Um dia o menino ganha de presente um computador. Na janela do notebook ele abre várias outras janelas e pode ir a qualquer lugar sem sair de seu quarto. Do lado de fora, Pitu espera por um momento de brincadeira, mas seu companheiro não tem mais tempo para ele, está muito impressionado com seu novo amigo tecnológico. O menino terá então que descobrir uma forma de reconectar-se ao velho amigo.

17 de julho às 17h 

As Primeiras Aventuras de Dom Quixote de la Mancha e seu Fiel Escudeiro Sancho Pança, com o Grupo Teatral Auto-Peças (Curitiba/PR)

Livre – 40 minutos

Inspirado nos clássicos personagens de Miguel de Cervantes. De tanto ler histórias de cavalaria, um ingênuo fidalgo espanhol, passa a acreditar piamente nos feitos heroicos dos cavaleiros medievais e decide se tornar, ele também, um cavaleiro andante. Para tanto, recorre a uma armadura enferrujada que herdara do bisavô, confecciona uma viseira de papelão e se auto intitula Dom Quixote de La Mancha.

 

TEATRO JOSÉ MARIA SANTOS

Endereço: Rua 13 de Maio, 655, Centro, Curitiba

Ingressos: R$ 10,00 e R$ 5,00

11 de julho, às 20h 

Alicia. Ensueño de Maravillas

Livre – 50 minutos

Proposta original do clássico de Lewis Carrol, Alice no País das Maravilhas, tem direção de Alejandro Busto e participação de Tristana Muraro. Alicia. Ensueño de Maravillas propõe o encontro com a imaginação criadora frente à aventura dos tempos. A cada quadro, outro som, outro corpo. Alicia lê, dança, brinca, beija, sonha, corre e voa. Esta montagem usa diversas técnicas como teatro de sombras, dança, acrobacia aérea, títeres, desenho e projeção audiovisual para dar vida a um mundo onírico.

12 de julho, às 20h 

Os Artistas, com Cia dos Ventos (Curitiba/PR)

Livre – 45 minutos

O espetáculo é o resultado da pesquisa do Boneco Gigante no seu aprofundamento cênico. Tanto os bonecos como o cenário e adereços são confeccionados na técnica do cardboard. O espetáculo também trabalha com o teatro de sombras e audiovisual.

13 de julho, às 20h 

O Cavalo Branco de Muriah, com Cia Filhos da Lua (Curitiba/PR)

Livre – 50 minutos

Muriah é um menino que não tem medo de sonhar. Em sua cadeira de rodas, provoca todos a andar ao encontro do seu Cavalo Branco (sonho de vida). Viver com intensidade é uma aventura que o teatro torna real. Poesia para ir além dos limites.

14 de julho, às 20h 

O Jardim de Francisco, com Almazém Produções Artísticas Ltda (Curitiba/PR)

Livre – 45 minutos

Relata a vida de Francisco de Assis, nascido na província de Úmbria, no centro da Itália. O espetáculo retrata de forma lúdica e usa fatos marcantes da vida de um dos mais significativos homens da história da humanidade e que até hoje influencia na forma de viver e pensar de muitos. Através de imagens e canções, estimula na criança e no adulto, a prática do bem e da verdade.

15 de julho, às 20h 

A Mariana e a Benzedeira da Ilha, com Cia Sandra Baron (Jaraguá do Sul/SC)

Espetáculo adulto – 45 minutos

História de duas mulheres de diferentes gerações que querem preservar suas crenças. Ana Francisca é avó de Mariana, ela é benzedeira. Mariana, Suzana e Zecão são jovens e vivem os tempos onde a medicina deixa as benzedeiras sem sentido. Mariana ama o mar, mas não sabe de onde vem, nem para onde vai. Através da relação com a avó Mariana achará as respostas.

16 de julho, às 16h 

A Caixa, com Cia Mútua (Itajaí/SC)

Livre – 40 minutos

Tudo começa quando brinquedos destruídos e desprezados são jogados no lixo dentro de uma caixa. Atores inconformados resolvem interferir na história e dar vida aos brinquedos.

17 de julho, às 16h 

O Intrépido Anãmari, com Bricoleiros (Fortaleza/CE)

Livre – 40 minutos

Em uma floresta encantada, o aprendiz de feiticeiro Anãmiri perde o poder de flutuação quando uma bruxa lança nele um feitiço. Sem flutuar fica indefeso. O mestre do aprendiz vai buscar o antídoto. A plateia é convidada a participar de uma perigosa jornada e sem perceber se torna novos personagens.

 

BIBLIOTECA PÚBLICA DO PARANÁ

Endereço: Rua Cândido Lopes, 133, Centro, Curitiba

Apresentações gratuitas

11 de julho, às 15h 

Na Cabeça da Poeta, com Substrato Cênico Produções Artísticas Ltda (Curitiba/PR)

Livre – 40 minutos

Espetáculo de teatro de animação sobre a infância “imaginada” de Helena Kolody, usando como referência a origem e alguns de seus poemas. Em um espaço imaginário duas atrizes manipuladoras criam o mundo da poesia. E que mundo é este? O do sonho? Da palavra? Pincelando dentro de sua obra este mundo imaginário é construído, um lugar onde a menina passa o tempo vendo formigas, onde descreve a Araucária com um olhar carregado de significados, um mundo parte dela. A poesia materializada. Um lugar onde o sonho se faz presente.

12 de julho, às 10h 

Meninices, com Tibiribão de Teatro de Bonecos (São José do Pinhais/PR)

Livre – 40 minutos

As aventuras são desvendadas na encenação com bonecos e brinquedos folclóricos. Meninices conta a história de João, boneco curioso e atrapalhado que se decepciona com a Cidade dos Bonecos, lugar onde eles vivem. João parte em busca de seu criador, que o ajuda a enfrentar preconceitos.

13 de julho, às 15h 

Na Lona com Gengibre, Pimenta e Linguiça, com Cia Sonora (Curitiba/PR)

Livre – 40 minutos

A lona das palhaças Gengibre, Pimenta e do cachorro Linguiça é um carrinho de catadores de materiais recicláveis do qual sai a magia do espetáculo. Com bonecos, apresentam As Aventuras de Breno e Bia no Fundo do Mar, carro-chefe desta grande brincadeira, onde encontrarão uma Sereia, Poseidon, vários peixes e até o terrível Monstro do Lixo. O resultado é poesia, humor e encantamento nas imagens e na sonoridade.

14 de julho, às 10h 

As Infindáveis versões de Capuchinho e o Lobo Mau, com Cia Evaldo Barros (Curitiba/PR)

Livre – 45 minutos

Parte do conto do Chapeuzinho Vermelho para apresentar de várias maneiras, a mesma história. A história é apresentada com bonecos e objetos de uso cotidiano, como legumes, óculos e sapatos. Objetivo é despertar a imaginação de crianças, jovens e adultos.

15 de julho, às 15h 

Dia Claro, Noite Escura, com Aspart – Imã Produções (Curitiba/PR)

De 2 a 7 anos de idade – 45 minutos

Uma costureira dá vida à sua criação, uma curiosa boneca de pano que representa uma singela história. A montagem foi inspirada em contos dos Irmãos Grimm, tais como “As Moedas-estrelas, A Bela Adormecida e Mingau Doce. Voltado as crianças da primeira infância.

TEATRO DE BONECOS DR. BOTICA 

Endereço: Avenida Sete de Setembro, 2775, Rebouças, Curitiba

Ingressos: R$ 10,00 e R$ 5,00

13 de julho, às 15h e às 17h 

O Patinho Feio, com a Cia Miiller Teatro de Bonecos (Curitiba/PR)

Livre – 45 minutos

O Patinho Feio narra a história de uma pequena ave cuja feiura causa desprezo entre os animais do local onde nasceu. Com uma trama que seduz e encanta, faz questionar sobre a solidariedade e o respeito às diferenças.

14 de julho, às 15h e às 17h 

Florentine e Seus Encantamentos, com Grupo Merengue (Curitiba/PR)

Livre – 40 minutos

Adaptação do livro Strega Nona. Fala sobre as tomadas de decisões e escolhas que as crianças devem fazer, das tarefas dadas em casa e da construção da responsabilidade infantil na execução das mesmas. Vovó Florentine é uma senhora muito bondosa que ajuda a todos com chás e conselhos. Pedrinho é curado pela avó e decide pagar ajudando nos afazeres da casa. Quando Florentine sai para buscar ervas Pedrinho a desobedece e tenta fazer um encantamento, que dá errado.

15 de julho, às 15h e às 17h 

A Margarida Curiosa Visita a Floresta Negra, com Prá Tu Vê Produções Artísticas (Curitiba/PR)

Livre – 45 minutos

Formigas, abelhas, borboletas e minhocas habitam um pequeno jardim. Nele também vive a pequena Margarida, que é muito curiosa. Atrás dos muros do jardim existe a grande floresta negra. Todos têm medo de ir lá, mas Margarida desbrava este mundo enfrentando o desconhecido. O espetáculo nos fala da amizade e da coragem de enfrentar a vida.

16 de julho, às 13h, 15h e às 17h 

Gaiolas, com Cia La Polilla Teatro de Bonecos (Paranaguá/PR)

Livre – 40 minutos

Uma história de amor e liberdade. Uma poesia em forma de teatro de bonecos, que conta como um menino que nem sabia o que era ser passarinho, descobre o canto a liberdade de voar e a prisão de uma paixão entre um sonho e a realidade. Uma obra inspirada em Mario Quintana e sua poesia Canção do Amor Imprevisto.

17 de julho às 13h, 15h e às 17h 

João Come Feijão, com Mariza Basso Formas Animadas (Bauru/SP)

Crianças a partir de 3 anos de idade – 45 minutos

Em um divertido encontro, um ambulante conta como se tornou o maior vendedor de feijões e com a ajuda do vendedor de preciosidades utiliza as bugigangas da banca para narrar as aventuras do menino pobre que sonhava com dinheiro e poder.

 

HOSPITAL PEQUENO PRÍNCIPE

Endereço: Rua Desembargador Motta, 1.070, Água Verde, Curitiba

Para pacientes do hospital

14 de julho, às 9h 

Malacircus

Livre – 30 minutos

Um marionetista desajeitado transforma uma pequena mala em um grande espetáculo de circo. Com marionetes de fios e muito animado, o espetáculo resgata a infância que permanece nas pessoas.

(Fotos: Divulgação/Fonte: ANPr)

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Liderança nacional do Paraná na produção de orgânicos tem certificação do Tecpar

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Entre 2019 e 2025, o Centro de Certificação do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) ampliou em 70% o número de certificados emitidos para o escopo de produtos orgânicos, elevando o Paraná ao status de maior produtor de orgânicos do País. Com o apoio do Tecpar, o número de produtores rurais dobrou neste período.

De acordo com dados mais recentes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o Brasil tem hoje 24.226 certificados válidos concedidos a produtores de orgânicos, sendo 4.263 deles para agricultores paranaenses, o que corresponde a quase 20% do total. Os estados que fecham o ranking são Rio Grande do Sul, em 2º lugar, com 3.093 certificados, e Bahia, em 3º lugar, com 1.859.

“Em 2019, o número de certificados válidos do Tecpar para o escopo de produtos orgânicos era de 532 e passou para 914 em 2025, enquanto o número de certificados válidos no Paraná saltou de 434 naquele ano para 842 no ano passado”, detalha a gerente da Certificação de Produtos do Tecpar, Rochelly Hüber.

AGRICULTURA FAMILIAR – Esses dados são possíveis graças à busca por uma alimentação mais saudável, que fez aumentar a procura por produtos orgânicos nos últimos anos.

Edna Aparecida Gomes do Reis produz alimentos orgânicos certificados há seis anos numa propriedade rural localizada em Quatro Barras, na região metropolitana de Curitiba. Na área de cinco hectares, optou pela diversidade de cultivos: produz tomate, hortaliças, maracujá e ervas medicinais, como o chá verde. A produtora já chegou a colher dois mil quilos de tomate orgânico na safra de 2025 e este ano, com a mudança da variedade da hortaliça-fruto e muitos testes de cultivo, pretende colher seis mil quilos.

“Antes eu achava que não ia conseguir produzir orgânicos e hoje acertamos a variedade de tomate e produzimos muito. Tanto que até fornecemos para a alimentação escolar do Estado, para o centro de referência em assistência social e para as cestas solidárias vendidas pela nossa cooperativa”, conta Edna.

A produtora de orgânicos explica que o processo de cultivo de alimentos orgânicos é muito mais trabalhoso do que o convencional, mas o resultado compensa.

“É muito mais difícil e demorado porque precisamos fazer vários testes de manejo e mudar as variedades até chegar em uma que tenha mais produtividade, que se adapte ao nosso clima. Mas também é muito mais gratificante no final. Decidimos produzir só orgânicos pelo fato de ser um alimento mais saudável, sem agrotóxicos, o que agrega muito no valor final. Isso mudou a nossa rotina e a vida da nossa família para melhor”, diz Edna, que conta com a ajuda de um sócio e seus dois filhos.

Ela relata que buscou a certificação de orgânicos porque é um atestado garantido que o produto comercializado está sendo produzido com segurança e responsabilidade que a legislação exige. “Com esse selo de produtora orgânica eu consegui acessar políticas públicas que me ajudaram muito, como o Programa Paraná Mais Orgânico, que me ajudou tanto na isenção da taxa da certificação quanto na orientação técnica que eles fornecem”, diz a produtora.

A certificação orgânica não só atesta a qualidade dos produtos como também se torna um diferencial competitivo que valoriza a produção. O selo garante acesso a nichos de mercados diferenciados com processos simplificados e custos reduzidos para o produtor, além de assegurar padrões de qualidade que abrem portas para a comercialização em âmbito nacional.

INCENTIVO – A liderança do Paraná na lista dos maiores produtores de orgânicos do País também se deve aos incentivos do Programa Paraná Mais Orgânico, uma ação do Governo do Estado, por intermédio da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), Tecpar, Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) e mais sete universidades estaduais.

O Paraná Mais Orgânico oferece orientação técnica, capacitação e assistência para agricultores familiares interessados em migrar de cultivos convencionais para a produção orgânica, e auxilia na certificação gratuita de seus produtos.

Segundo o diretor-presidente do Tecpar, Eduardo Marafon, o instituto tem a responsabilidade de fazer uma auditoria na propriedade rural e emitir o selo de certificação de Propriedade Orgânica, após o produtor rural ter passado pelos processos de orientação de boas práticas agroecológicas e acompanhamentos técnico e científico por todas as instituições envolvidas.

“Com nossa capacitada equipe de técnicos, conseguimos garantir a conformidade dos produtos com os padrões rigorosos do setor, o que assegura a autenticidade e a rastreabilidade da produção. É um orgulho saber que somos agentes na contribuição para práticas agrícolas sustentáveis e saudáveis, assim cumprimos nossa missão de levar tecnologia e inovação para todos os setores do estado”, comemora Marafon.

O Tecpar Certificação é o primeiro organismo de certificação de produtos orgânicos por auditoria do Brasil, credenciado pelo Mapa e pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) desde 1997.

PLANO SAFRA – Hoje o instituto está entre as certificadoras reconhecidas para os programas de certificação de sustentabilidade do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Esse reconhecimento possibilita que propriedades orgânicas certificadas pelo Tecpar Certificação possam ter acesso ao desconto de 0,5% na taxa de juros das operações de custeio, dentro do Plano Safra 2025/26.

A redução de taxa de juros será concedida para operação de custeio destinada à propriedade cujo produto ou atividade tenha certificação válida e ativa.

Para acessar a bonificação, é preciso que as propriedades se enquadrem em programas específicos de boas práticas, que incluem a produção orgânica, uso de bioinsumos, tratamento de dejetos e uso de energia renovável. A comprovação dessas práticas é feita por meio da validação na Plataforma Agro Brasil+Sustentável (AB+S), ferramenta que faz a conexão entre propriedades orgânicas certificadas e instituições de crédito.

Os produtores rurais que adotam práticas sustentáveis e tem interesse em receber o bônus, devem procurar o quanto antes as instituições financeiras para formalizar sua adesão e contratar o crédito rural até 30 de junho de 2026. É importante salientar que as contratações podem ser suspensas antes do prazo final, caso os recursos destinados a determinadas linhas de crédito se esgotem.

Confira a tabela da evolução das certificações de produtores orgânicos:

Ano – Total – Paraná

2019 – 532 – 434

2020 – 534 – 440

2021 – 521 – 410

2022 – 670 – 583

2023 – 689 – 612

2024 – 749 – 688

2025 – 914 – 842

Foto: AEN

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Prefeito Eduardo Pimentel anuncia a construção da UPA Santa Felicidade, a 10ª de Curitiba

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O prefeito Eduardo Pimentel lançou nesta sexta-feira (13/3) as obras da 10ª Unidade de Pronto Atendimento de Curitiba, a UPA Santa Felicidade, um dos compromissos do Plano de Governo 2025-2028 que começa a se tornar realidade. O lançamento das obras faz parte das comemorações dos 333 anos de Curitiba.

 “Esse é um dia histórico para Santa Felicidade e toda Curitiba. O dia em que tiramos do papel uma obra muito esperada e que está no meu Plano de Governo. E não havia lugar melhor para essa UPA: ao lado da regional, do terminal urbano e no terreno de uma das famílias mais tradicionais desta região, que é a família Madalosso. Um verdadeiro presente de Deus” disse Eduardo Pimentel.

O prefeito agradeceu a mobilização da comunidade que aguardava mais um importante equipamento de saúde e que teve o apoio político de vereadores, do deputado estadual Ney Leprevost, que destinou emenda parlamentar de R$ 6,5 milhões para a obra, e ao governo do Estado, que será responsável por viabilizar o valor da emenda em repasse ao fundo municipal de saúde.

“A partir do ano que vem, esta UPA estará funcionando neste espaço nobre de Santa Felicidade, fruto de parcerias e do bom momento político que Curitiba e o Paraná vivem”, definiu Eduardo Pimentel.

Os vereadores Nori Seto e Sidney Toaldo destacaram que a voz da comunidade foi ouvida e elogiaram a agilidade da Prefeitura em viabilizar a obra tão aguardada e que compõe o Plano de Governo do prefeito.

A nova unidade de urgência e emergência terá dois pavimentos e área construída de mais de 2 mil m², localizada na Via Vêneto, esquina com a Rua Madre Clelia Merloni, ao lado da Rua da Cidadania Santa Felicidade.

A Secretaria Municipal da Saúde locou o terreno, que pertence à tradicional família Madalosso, onde será construída a UPA. As obras estarão sob a responsabilidade do proprietário, com projeção de término em cerca de 12 meses.

Público-alvo

O Distrito Sanitário Santa Felicidade tem cerca de 400 mil usuários cadastrados no SUS Curitibano, público que poderá acessar a nova UPA quando estiver pronta. Além da população da região, qualquer cidadão curitibano que precisar de atendimento de urgência e emergência poderá buscar a unidade, assim como já acontece com as demais nove UPAs de Curitiba.

A projeção da Secretaria Municipal da Saúde é de que serão realizados de 300 a 400 atendimentos por dia, cerca de 10 a 13 mil por mês.

Atualmente, a Regional Santa Felicidade conta com a UPA Campo Comprido (Rua Monsenhor Ivo Zanlorenzi, 3.495), que tem o mesmo perfil assistencial da futura unidade. Em 2025, foram atendidas mais de 142 mil pessoas na UPA Campo Comprido, uma média de 11,8 mil por mês.

Curitiba atualmente conta com nove UPAs: Boqueirão, Boa Vista, Cajuru, Campo Comprido, CIC, Fazendinha, Pinheirinho, Sítio Cercado e Tatuquara.

“Estamos fortalecendo nosso atendimento de urgência e emergência com mais um equipamento de saúde em uma área de grande concentração de pessoas, o que mostra a força da nossa rede de serviços”, diz a secretária municipal da Saúde, Tatiane Filipak.

“A UPA existe para sanar a dor, para atender a urgência e emergência, e nós sabemos que o tempo de resposta a uma emergência é essencial para salvar uma vida, e é isso que a população de Santa Felicidade terá aqui”, explicou.

Setores

Construída em dois pavimentos, a UPA Santa Felicidade também vai contar com o Circuito Direcionado de Atendimento (CDA), que já está implantado em outras quatro UPAs de Curitiba (Pinheirinho, Fazendinha, Boqueirão e Cajuru).

Esse formato de atendimento é dirigido a casos leves, classificados nas cores verde (pouco urgente) e azul (não urgente), em que a equipe vai até o paciente. Depois de realizada a triagem inicial, a pessoa aguarda em consultório que a equipe de assistência vá até ela, método conhecido como “fast track”, modelo inglês que pode ser traduzido como rastreamento rápido do paciente.

No primeiro pavimento estarão a área de recepção e espera para 70 cadeiras, três consultórios de classificação de risco, sala de vacina, consultório de Serviço Social, sete boxes do CDA mais consultórios e postos de trabalho para médicos, sala de decisão clínica e sala de medicamentos com 10 leitos. Haverá sala de Raio-X com área de espera, consultórios de urgência, sala de emergência com quatro leitos, farmácia satélite, salas de observação feminina, masculina e pediátrica, salas de isolamento e postos de enfermagem.

No segundo pavimento estarão instaladas as áreas administrativas, o serviço de atenção domiciliar, sala de reuniões e áreas de estar dos funcionários.

Presenças

Também estiveram no lançamento o vice-prefeito e secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Inovação, Paulo Martins; o secretário do Governo Municipal, Marcelo Fachinello; o chefe de gabinete, Ricardo Andreazza; o presidente da FAS, Renan de Oliveira Rodrigues; o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto; o diretor-geral da Sesa, César Neves; os deputados estaduais Márcia Huçulak e Ney Leprevost; os vereadores Nori Seto, Sidney Toaldo, Meri Martins, Jassom Goulart, Tico Kuzma (presidente da Câmara) e Pier Petruzziello; o administrador Regional Santa Felicidade, José Dirceu de Matos Filho. A família Madalosso também participou, representada por Flora Madalosso.

Pela Secretaria Municipal da Saúde participaram a superintendente Executiva, Flávia Adachi; a superintendente de Gestão em Saúde, Jane Sescatto; a diretora do Departamento de Urgência e Emergência (DUE), Keity Arias; a diretoria Administrativa do DUE, Katiuscia Vanessa Schiontek; a supervisora do Distrito Sanitário Santa Felicidade, Gisele Jarek Tulio; o diretor-geral da Fundação Estatal de Atenção à Saúde, Sezifredo Paz; a representante do Conselho Municipal de Saúde, Malu Gomes e a presidente do Conselho Distrital de Santa Felicidade, Wanda de Moraes.

PRO Curitiba

A construção da UPA Santa Felicidade integra o PRO Curitiba, programa lançado pelo prefeito Eduardo Pimentel que reúne R$ 6 bilhões em investimentos em obras de pavimentação, requalificação, manutenção, educação, habitação, saúde e trânsito, com execução prevista ao longo da gestão, até 2028.

(Fonte: SECOM)

Fotos: Valdir Lentcsh/Face da Notícia

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Outono começa na sexta com chuva acima da média e mais dias com amplitude térmica

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O outono astronômico começa às 11h46 da próxima sexta-feira (20). A nova estação historicamente é caracterizada pela chegada das primeiras geadas, por nevoeiros e pela maior diferença entre as temperaturas da manhã e da tarde (amplitude térmica). Em 2026, de acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), a estação terá menos dias de chuva em comparação ao verão, porém com volumes mais altos do que a média do outono.

O outono registra muitos veranicos (vários dias consecutivos sem ocorrência de chuva). As primeiras geadas ocorrem nas regiões mais altas do Paraná como Sul, Centro-Sul e Campos Gerais, quando entram massas de ar com características polares, geralmente a partir da segunda metade de abril.

Os meses de abril, maio e junho, no Paraná, apresentam redução no volume de chuva em relação ao verão devido ao deslocamento das massas de ar frio e seco. “A direção predominante do vento médio passa a ocorrer do sul para o norte do continente, favorecendo a entrada de sistemas de alta pressão atmosférica, que tem como característica o ar frio e seco. Com isso, o intervalo entre as chuvas se torna maior e está associado principalmente à passagem de frentes frias”, explica Lizandro Jacóbsen, meteorologista do Simepar.

Os maiores volumes de chuva do outono são registrados nas regiões Sudoeste (até 155 mm em abril, até 215 mm em maio e até 153 em junho) e Oeste (até 174 mm em abril, até 195 mm em maio, e até 155 mm em junho). Os menores valores acumulados de chuva durante o outono historicamente são no Norte do Paraná (56 mm a 122 mm em abril, 53 mm a 130 mm em maio, e 47 mm a 101 mm em junho).

Em geral, historicamente maio apresenta um volume de chuva ligeiramente maior que abril e junho em todo o Estado. Em abril o Litoral acumula volumes de chuva entre 111 mm e 211 mm; as cidades da Região Metropolitana de Curitiba (RMC) registram de 39 mm a 96 mm; a região Central do Paraná registra 61 mm a 129 mm; e o Sul registra 59 mm a 150 mm.

Em maio os volumes de chuva no Litoral são de 76 mm a 189 mm; na RMC de 26 mm a 107 mm, na região Central de 71 mm a 181 mm, e no Sul de 51 mm a 176 mm. Em junho os acumulados são de 86 mm a 143 mm no Litoral, de 67 mm a 120 mm na RMC, de 84 mm a  154 mm na região Central, e de 92 mm a 170 mm no Sul do Paraná. 

No outono de 2026, entretanto, a previsão do Simepar aponta que os valores acumulados de chuva ficarão acima da média histórica na metade sul do Paraná, e próximos a ligeiramente acima da média na faixa Norte. A estação estará em condição neutra, sem influência de La Niña ou El Niño. “Apesar de registrar muitos dias sem chuva, quando chover o volume será um pouco mais alto, o que ocasionará no fim do mês acumulados, em números, acima da média em todo o Estado”, explica Lizandro.

TEMPERATURAS – Ao longo do outono as massas de ar frio e seco com origem na Antártica e/ou sul da América do Sul avançam em direção ao Paraná, ocasionando a diminuição frequente nas temperaturas. Além da ocorrência de noites e manhãs frias, a estação registra com mais frequência a formação de nevoeiros. Para o outono de 2026, a previsão do Simepar aponta que as temperaturas ficarão ligeiramente acima da média em todas as regiões paranaenses. 

Historicamente as temperaturas mínimas em abril são em média de 18,9°C no Litoral, de 14,7°C na RMC, de 14,5°C na região Central do Paraná, de 13,3°C na região Sul, de 15,8°C no Sudoeste, de 17,3°C no Oeste e de 17,6°C no Norte. Em maio os dias amanhecem em média com temperaturas de 16°C nas cidades do Litoral, 11,2°C na RMC, 11°C na região Central, 9,7°C no Sul, 12,2°C no Sudoeste, 13,5°C no Oeste e 14°C no Norte.

Em junho os dias amanhecem e média com 14,5°C no Litoral, 10,3°C na RMC e na região Central, 9°C no Sul, 11,6°C no Sudoeste, 12,8°C no Oeste e 13,4°C no Norte.

Já as temperaturas máximas historicamente em abril são em média de 27,4°C no Litoral, 25,4°C na RMC, 26°C na região Central, 24,7°C no Sul, 27,1°C no Sudoeste, e 29°C no Oeste e Norte do Paraná. Em maio, em média, as temperaturas do dia não passam de 24,6°C no Litoral, de 21,3 na RMC, de 21,6°C nas cidades da região Central, de 20,2°C no Sul, de 22,2°C no Sudoeste, 24,1°C no Oeste e 24,5°C no Norte. Em junho as tardes registram em média temperaturas ainda mais baixas, de 23,1°C no Litoral, 20,6°C na RMC, 21°C na região Central, 19,5°C  no Sul, 21,5°C no Sudoeste, 23,6°C no Oeste e 24,1°C no Norte. (AEN)

Foto: Valdir Lentcsh/Face da Notícia

 

 (Foto: Geraldo Bubniak/AEN)

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