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Iluminação pública é um caminho para cidades sustentáveis

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Dezoito municípios paranaenses avançam na aplicação dos conceitos da sustentabilidade com a implantação de projetos que permitem o uso de tecnologias inovadoras para a iluminação pública. As iniciativas, viabilizadas com recursos do Tesouro do Estado, do Sistema de Financiamento aos Municípios (SFM) e contrapartidas municipais, representam maior economia aos cofres públicos e maior segurança para a população.

As propostas variam de implantação à substituição das luminárias tradicionais nos espaços públicos por sistemas a LED. Desde janeiro de 2019, foram destinados R$ 7,1 milhões para um total de 19 projetos. Os recursos foram aprovados pela Secretaria do Desenvolvimento Urbano e de Obras Públicas, com operação do Paranaciade, vinculado à Secretaria.

Os Municípios beneficiados são: Quatro Barras, Anay, Ângulo, Astorga, Bom Sucesso do Sul, Campo do Tenente, Carambeí, Doutor Ulysses, Enéas Marques, Jesuítas, Nova Esperança do Sudoeste, ova Prata do Iguaçu (dois projetos), Pérola d’Oeste,Renascença, Salto do Jacaré, Sertaneja, Teixeira Soares e Tibagi.

ECONOMIA – A queda no custo mensal da energia elétrica é um dos fatores de decisão de prefeitos, quando da opção pela troca de tecnologia. No entanto, há outros ganhos.

A redução ou a prevenção à criminalidade, a melhor utilização dos espaços urbanos, a valorização dos locais públicos e melhorias na segurança do trânsito de automóveis e de pedestres estão entre as vantagens.

“Essa é uma das tecnologias que apontam para transformação dos nossos centros urbanos em cidades sustentáveis e eficientes. De um lado, há a diminuição com a conta de energia. De outro, há a diminuição da demanda, o que significa uma necessidade menor na produção da energia elétrica”, enfatizou o secretário do Desenvolvimento Urbano e Obas Públicas, João Carlos Ortega.

A busca de equipamentos e procedimentos mais econômicos atende também ao Objetivo Número 11 do Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU).

Os cuidados ambientais vão além. Na substituição dos sistemas, estão entre as exigências para a aprovação pela Secretaria do Desenvolvimento Urbano e Paranacidade a retirada e a destinação adequada dos componentes tradicionais, de forma a proteger a população e o meio ambiente.

ANPr

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Governo promulga acordo de livre comércio automotivo com o Paraguai

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O presidente Jair Bolsonaro promulgou o acordo de livre comércio automotivo assinado com o governo do Paraguai em fevereiro deste ano. O decreto sobre a execução e cumprimento do acordo foi publicado hoje (10) no Diário Oficial da União.

Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República disse que o objetivo do documento é facilitar o comércio e a cooperação aduaneira entre os dois países, em especial para os produtos automotivos. Pelo acordo, as peças e os veículos vendidos pelos dois países terão tarifas mínimas ou zeradas, mas o intervalo para o livre comércio variará entre os dois países.

Os produtos automotivos paraguaios, peças e veículos, terão livre comércio imediato no Brasil. Os produtos brasileiros, no entanto, serão taxados em até 2% no Paraguai. As tarifas cairão gradualmente, por meio da aplicação de margens de preferências, até a liberação total do comércio no fim de 2022.

No ano passado, o Brasil exportou US$ 415 milhões para o Paraguai e importou US$ 235 milhões em produtos automotivos.

O Brasil já assinou acordos semelhantes com a Argentina, no ano passado, e o Uruguai, em 2015, no âmbito da Associação Latino-Americana de Integração (Aladi).

As condições valem por tempo indeterminado ou até que todo o setor automotivo se adapte ao Regime Geral do Mercosul, que prevê tarifa externa comum (TEC) em 11 níveis tarifários, cujas alíquotas variam de 0% a 20%, com escalonamento. Insumos têm alíquotas mais baixas e produtos com maior grau de elaboração, alíquotas maiores. (Agência Brasil)

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Comec entrega 70 novos abrigos para pontos de ônibus em Quatro Barras e Campina Grande do Sul

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A Comec realizou durante esta semana a entrega de 70 novos abrigos para pontos de ônibus, sendo 30 deles para o município de Quatro Barras e 40 para Campina Grande do Sul.

Do total de 660 abrigos adquiridos pelo Governo do Estado, 274 já foram entregues aos municípios da Lapa, Campo do Tenente, Piên, Rio Negro Quitandinha, Mandirituba, Tunas do Paraná, Agudos do Sul, Adrianópolis, Dr. Ulysses, Cerro Azul e Tijucas do Sul.

R$ 3,2 milhões serão investidos na ação que, segundo o presidente da Comec Gilson Santos, “busca trazer mais comodidade e segurança aos usuários do Transporte Coletivo da Região Metropolitana de Curitiba”.

O Deputado Estadual Rubens Recalcatti acompanhou a entrega dos abrigos. Ele é autor de 4 emendas parlamentares para a Comec, que somam mais de R$ 500 mil, para a aquisição de abrigos para pontos de ônibus para os municípios de Pinhais, Piraquara, Almirante Tamandaré e Quatro Barras.

O prefeito de Quatro Barras Angelo Andreatta – Lara, agradeceu a Comec e ao governo do Estado. “Agradeço o governador Ratinho Junior e a Comec o presidente Gilson Santos por essa iniciativa. É muito importante para Quatro Barras, traz mais comodidade para os usuários do transporte público”, afirmou Lara.

 

O prefeito Angelo Andreatta -Lara e o presidente da Comec Gilson Santos na entrega de 30 novos abrigos para pontos de ônibus para Quatro Barras – Foto: Valdir Lentcsh/Face da Notícia
O Prefeito de Campina Grande do Sul Bihl Zanetti recebeu da Comec 40 novos abrigos para pontos de ônibus – Foto: Gabriel/Comec

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VBP do Paraná em 2019 bate recorde e soma R$ 97,7 bilhões

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O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) do Paraná em 2019 atingiu R$ 97,7 bilhões, maior valor nominal já registrado na série. Na comparação com o VBP de 2018, que foi de R$ 89,78 bilhões, o resultado representa um ganho real de 3%, e um crescimento nominal – sem os descontos da inflação -, de 9%.

As informações são do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

Os números preliminares, correspondentes aos valores reais, representam o faturamento bruto dos produtores com a comercialização da safra 2018/19, incluindo cerca de 350 produtos da agropecuária e o desempenho das regiões e municípios paranaenses.

As regiões com maior participação no VBP em 2019 foram, respectivamente, Oeste (23%), Norte (14%), Sudoeste (12%) e Noroeste (9%).

Na avaliação do chefe do Deral, Salatiel Turra, o resultado recorde se deve principalmente aos preços, já que a produção de algumas culturas, como a soja, não correspondeu às estimativas iniciais. Outro fator que contribuiu positivamente foi a diversificação característica da agropecuária paranaense. “O Paraná tem pequenos e médios produtores cada vez mais capacitados para produzir melhor e em maior quantidade. Isso também é reflexo da assistência técnica, ações da Secretaria e do empenho dos trabalhadores do campo”, diz.

O secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, lembra que o valor vai ajudar a compor o Fundo de Participação dos Municípios. “São números relevantes que expressam a grandeza do agro paranaense”, afirma. Segundo Ortigara, em 2020 os números devem ser ainda mais expressivos, porque o agronegócio, na contramão de outros setores da economia brasileira, está em crescimento. “Nossa expectativa é de que, com a grandeza da safra de grãos e o crescimento consistente no setor da pecuária, os números do VBP poderão superar R$ 110 bilhões”.

AGILIDADE – Segundo a técnica do Deral responsável pela compilação dos dados, Larissa Nahirny, a divulgação do relatório final está prevista para o mês de setembro. “Até a primeira semana de setembro os municípios podem entrar com recursos para revisão dos números”, diz. Ela destaca que este é o primeiro ano em que os ofícios serão enviados às prefeituras via protocolo digital, o que ajuda a agilizar a troca de informações entre Estado e municípios e conferir mais transparência ao processo.

PANORAMA – De maneira geral, os produtos da pecuária paranaense lideram a participação no VBP. De acordo com Larissa, eles foram beneficiados pelos preços registrados no período impulsionados tanto pela demanda interna como externa.

Metade do faturamento do Estado em 2019 veio desses itens, enquanto que no ano anterior a participação era de 47%. Somados, os produtos do grupo renderam R$ 48,46 bilhões em 2019, um crescimento real de 9%. As exportações de carnes contribuíram para o resultado, já que tiveram um aumento de 9% no faturamento e 5% no volume em 2019 na comparação com 2018. “Cerca de 21% das proteínas animais que o Paraná exportou tiveram a China como destino”, diz a técnica do Deral.

Os grãos e outras grandes culturas representam 39% do valor total, com faturamento de R$ 38,39 bilhões. Os produtos florestais (R$ 4,4 bilhões) e o grupo das hortaliças (R$ 4,6 bilhões) participam com 5% do VBP estadual, enquanto as frutas (R$ 1,6 bilhão) correspondem a 2%.

SOJA – A cultura da soja rendeu R$ 19,9 bilhões ao VBP do Paraná em 2019 e, com isso, perdeu cinco pontos percentuais na composição do total, chegando a 20%. Ainda assim, o grão lidera a participação. Esse índice se explica pela redução de 14% no volume produzido na safra 2018/2019 com relação à anterior em virtude de condições climáticas adversas durante o período de desenvolvimento do grão. A produção inicial esperada no início da safra era de 19,6 milhões de toneladas, mas ficou 16% menor, somando 16,4 milhões de toneladas, segundo o Deral.

FRANGO – Entre os produtos da pecuária, o frango é o mais representativo no VBP. O rendimento do frango em 2019 foi beneficiado pelo aumento nos preços de comercialização, e atingiu o valor de R$ 17,2 bilhões, um crescimento de 12% em valores reais. Com isso, aumentou a participação no VBP de 16% em 2018 para 18% em 2019. Foram abatidas 1,9 bilhão de cabeças de frango em 2019, crescimento de 2% em comparação com 2018.

As exportações de frango pelo Paraná contribuíram para esse índice: tendo seu rebanho suíno prejudicado pela peste suína africana, a China aumentou substancialmente suas importações de carne de frango paranaense: superando US$ 630 milhões, um aumento de 93% no valor e 75% no peso exportado, na comparação com 2018.

MILHO – Terceiro principal produto na composição do VBP, o milho representa 9% do total. O grão aumentou em 2% a participação com relação a 2018 e registrou crescimento de 37% no VBP em valores reais, totalizando R$ 8,7 bilhões em 2019. “A safrinha de milho contribuiu para expandir a produção de grãos, o que ajudou a compensar as perdas da cultura da soja”, explica Larissa. O Paraná colheu 16,8 milhões de toneladas de milho na safra 2019/2019.

LEITE – Com 4,6 bilhões de litros produzidos em 2019, 1% a mais do que no ano anterior, o leite rendeu R$ 6,2 bilhões ao Estado e representou 6% do VBP. O valor é 5% maior que o de 2018 em valores nominais mas indica uma queda de 1% em valores reais tendo em vista que o aumento de 4% no preço médio de comercialização, passando de R$ 1,29 para R$ 1,34 o litro, não foi suficiente para garantir ganho real no faturamento do produto.

SUÍNOS – A produção de suínos ficou estável, somando 9,8 milhões de cabeças abatidas, com um rendimento de R$ 4,5 bilhões, 16% a mais do que em 2018, em valores reais. Com isso, os suínos são responsáveis por 5% do Valor Bruto da Produção.

Esses resultados positivos foram impulsionados pela comercialização mais favorável. “No ano passado, principalmente a partir do segundo semestre, a alta cotação do boi acabou pressionando a demanda pelos outros produtos da pecuária que são substitutos dessa proteína”, explica a técnica do Deral.

FLORESTAIS – O faturamento dos produtos florestais teve uma redução de 6% em valores reais e, em 2019, chegou a R$ 4,4 bilhões. A participação no VBP manteve-se em 5%, assim como em 2018.

Os itens mais representativos são destinados a serraria e laminação (2%), que somaram R$ 2,3 bilhões, e papel e celulose (1%), com R$ 820,6 milhões – 16% a menos do que em 2018, em valores reais. Mesmo com a expansão no volume produzido de papel e celulose, 6% maior do que em 2018, a maior oferta global do produto pressionou as cotações e foi responsável pelo decréscimo no faturamento.

A erva-mate, terceiro principal produto desse grupo (1%), teve índices positivos. A produção, de 584,8 mil toneladas, foi 10% maior do que em 2018, e o VBP de R$ 701 milhões representa um crescimento de 12% em valores reais.

HORTALIÇAS – A participação dos itens desse grupo no resultado total do VBP subiu de 4% em 2018 para 5% em 2019. A ampla valorização de preços resultou num ganho real representativo de 30% no VBP, totalizando R$ 4,6 bilhões.

O rendimento da batata-inglesa, por exemplo, cresceu 72%, somando R$1,2 bilhão, mesmo com redução de 8% na produção. Em 2019, foram produzidas aproximadamente 774 mil toneladas. O tomate teve crescimento real de 41% e rendeu R$ 761,7 milhões, com aumento de 4% na produção. Em 2019, o Estado colheu 242,3 mil toneladas. (Fotos:Jaelson Lucas / AEN)

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