Saúde

Boletim registra 992 novos casos e 66 óbitos pela infecção por coronavírus no Paraná

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A Secretaria de Estado da Saúde confirma nesta terça-feira (15) 992 novos casos e 66 óbitos pela infecção causada pelo novo coronavírus. O Paraná soma 154.168 casos e 3.878 mortes em decorrência da doença. Há ajustes nos casos confirmados detalhados ao final do texto.

INTERNADOS –  São 1.092 pacientes internados com diagnóstico confirmado de Covid-19: 908 estão em leitos SUS (414 em UTI e 494 em leitos clínicos/enfermaria) e 184 em leitos da rede particular (68 em UTI e 116 em leitos clínicos/enfermaria).

Há outros 1.062 pacientes internados, 470 em leitos UTI e 592 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo vírus Sars-CoV-2.

ÓBITOS –  A secretaria estadual informa a morte de mais 66 pacientes. Todos estavam internados. São 23 mulheres e 43 homens com idades que variam de 25 a 96 anos. Os óbitos ocorreram entre 1º e 15 de setembro.

Os pacientes que faleceram residiam em: Curitiba (18), Londrina (9), Maringá (5), Araucária (2), Campo Largo (2), Colombo (2), Piraquara (2), Ponta Grossa (2), Rolândia (2). Também foi registrado um óbito em cada um dos seguintes municípios: Ampére, Antônio Olinto, Arapongas, Astorga, Cambé, Foz do Iguaçu, Ibaiti, Itaipulândia, Mauá da Serra, Nova Prata do Iguaçu, Paraíso do Norte, Peabiru, Piraí do Sul, Pranchita, Rio Negro, Santo Inácio, São Jorge do Ivaí, São José dos Pinhais, São Mateus do Sul, Terra Boa, Toledo e Tupãssi.

FORA DO PARANÁ – O monitoramento da secretaria estadual registra 1.652 casos de pessoas que não moram no Estado – 40 foram a óbito.

AJUSTES:

Alteração de município:

Um óbito confirmado em 02/09 em Curitiba (Feminino, 86 anos) foi transferido para Clevelândia.

Exclusões

Um óbito confirmado em 03/06 em Curitiba (Feminino, 50 anos) foi excluído por erro de notificação. (AEN)

Saúde

Quatro Barras tem programação alusiva à Campanha Outubro Rosa, de prevenção ao câncer de mama

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O tema de saúde pública repercute mundialmente neste mês e, em especial, no dia 19 de outubro, quando se comemora o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Mama. A partir desta data, a Prefeitura Municipal de Quatro Barras, através da Secretaria de Saúde, vai promover ações integradas de conscientização e mobilização do público feminino, além de disponibilizar o agendamento de exames específicos para este grupo.

Através de uma ação conjunta com o Hospital Erasto Gaertner, considerado o maior centro de tratamento de câncer no Sul do Brasil, ao longo desta terça-feira (19), à partir das 9h, acontece  na Praça Raulino Alves Cordeiro uma unidade móvel do Programa Conscientizar +, criado pelo hospital e que hoje conta com a parceria da Prefeitura de Quatro Barras e da empresa Enaex.

Nesta unidade serão oferecidas orientações sobre prevenção, tratamento e cuidados diários da mulher, além de uma forte sensibilização junto ao público feminino sobre a importância destas práticas para o diagnóstico precoce da doença, e entrega de brindes. Toda a ação será realizada de forma conjunta com profissionais da Secretaria Municipal de Saúde.

Também será disponibilizado, pela Prefeitura, o agendamento de mamografias e coleta de preventivos, dois exames essenciais para a saúde da mulher. As coletas de preventivo serão oferecidas já no dia 23 de outubro, sábado, nas Unidades de Saúde da Sede, Jardim Menino Deus, Borda do Campo (Pinheirinho) e Palmitalzinho, das 13h às 17h.

Na quarta-feira (27), a Secretaria de Saúde também promove a “Caminhada de Mulheres: Essa Luta é Nossa”, às 16h30, no Parque do Lago. A atividade será acompanhada por um trio elétrico, a fim de mobilizar a população e incentivar hábitos de vida mais saudáveis. O evento é aberto a toda a comunidade.

A secretária de Saúde, Daniela Ribeiro, disse que outubro simboliza o combate ao câncer de mama, e que as ações lembradas neste mês devem perdurar por todo o ano. “Este é um mês especial porque relembra todas as mulheres a importância da prevenção, de cuidar de si mesmas, de tirar um tempo para a sua saúde. Com estas ações integradas, queremos mostrar de fato como este cuidado pode fazer a diferença”, destacou a secretária.

À favor da saúde da mulher, o prefeito Loreno Tolardo comentou sobre a iniciativa e as ações que iniciam no dia 19, enfatizando que o município soma forças nesta importante campanha de prevenção ao câncer de mama. “Esta é uma campanha voltada a todas mulheres, indistintamente. Estimular a prevenção é uma importante ação de saúde pública, é o cuidado com as mulheres, com seu bem-estar, sua saúde e qualidade de vida. Estamos engajados nesta causa”, disse Tolardo.

Câncer de mama

O câncer de mama é a primeira causa de morte por câncer em mulheres no Brasil. Em 2021, o Instituto Nacional do Câncer (INCA) estima que serão mais de 66 mil casos da doença. O risco se agrava em mulheres a partir dos 40 anos, fase em que se torna necessária a adoção de hábitos diários de prevenção, a exemplo do auto exame, e de consultas regulares ao ginecologista. (Fonte: SCPQB)

Foto: Face da Notícia

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Saúde

Estado recebe mais 232.250 vacinas contra a Covid-19; lote completa remessa de 435.290 doses

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Um novo lote de 232.250 doses do imunizante Covishield, produzido na parceria AstraZeneca/Oxford/Fiocruz, chegou ao Paraná na noite desta segunda-feira (23). As vacinas integram uma remessa de 435.290 novas doses enviadas pelo Ministério da Saúde. Além da Covishield, compõem o montante 107.640 vacinas da Pfizer e 95.400 da Coronavac enviadas ao Estado no domingo (22).

Os imunizantes da AstraZeneca aterrissaram por volta das 20 horas no Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba. De lá, foram transportados até o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), na Capital, para conferência e logística de envio às Regionais de Saúde.

Todas as vacinas da AstraZeneca encaminhadas serão utilizadas na segunda dose de pessoas que já iniciaram seu ciclo vacinal. A remessa compõe a 42ª pauta de distribuição do Ministério da Saúde, que distribuiu 7.992.868 doses contra a Covid-19 para todos os estados brasileiros.

As demais doses do lote já foram distribuídas nesta segunda-feira. As vacinas da Pfizer foram divididas entre D1 e D2, sendo 63.180 para primeira dose do público geral de 18 a 59 anos e 33.895 para segunda dose, além de 10% para reserva técnica. Já as doses da Coronavac foram divididas igualmente entre D1 e D2 para a população em geral.

Além delas, a Secretaria da Saúde também distribuiu 103.100 segundas doses de Coronavac que estavam armazenadas no Cemepar.

VACINAÇÃO – O Paraná aplicou, até esta segunda-feira (23), um total de 9.938.716 vacinas contra a Covid-19. Destas, foram 6.979.986 primeiras doses, 2.643.466 segundas doses e 315.264 doses únicas. 83,65% da população recebeu pelo menos uma dose (D1 ou DU), e 33,93% já está completamente vacinada. (Foto: Américo Antonio/SESA)

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Saúde

Com o avanço da vacinação, Paraná começa a criar escudo coletivo contra a Covid-19, diz Beto Preto

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Em 18 de janeiro de 2021, quando a primeira paranaense recebeu a aplicação da dose número um da vacina contra a Covid-19, uma onda de esperança tomou conta da população, que há meses estava assustada com a força devastadora do vírus Sars-CoV-2. Mas, diante de uma realidade brutal, com o adoecimento diário de milhares de pessoas, era inevitável se questionar sobre o futuro: afinal, será que a vacinação controlaria a evolução do vírus?

Isso dependeria da capacidade das vacinas de acompanhar as variantes e também da duração da imunidade. Ou seja, a resposta é: sim. Com a vacina, fatalmente o Paraná alcançaria o fim da fase aguda da pandemia, e agora, com mais de 60% do público vacinável imunizado com ao menos uma dose e 20% completamente protegido, a eficácia coletiva está melhorando ainda mais.

É o que afirma o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, em entrevista concedida para a Agência Estadual de Notícias. Nesta conversa, ele se mostra esperançoso ao observar os primeiros efeitos positivos da vacinação contra a Covid-19 no Paraná. Segundo ele, passados seis meses, não apenas é possível garantir que as vacinas – avaliadas e reavaliadas por cientistas – são seguras e eficazes, mas também constatar que. independente da tecnologia utilizada, a aplicação em larga escala dos imunizantes permite avanços importantes na contenção da pandemia no Estado.

Com mais de 5 milhões de paranaenses vacinados, o Paraná obteve redução na hospitalização de idosos, por exemplo, grupo totalmente coberto pela campanha de imunização. De acordo com o secretário, nos meses de fevereiro e março deste ano 65% das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) estavam ocupadas com pacientes com mais de 60 anos, enquanto nos primeiros 10 dias de julho essa taxa estava em 27%.

O impacto das vacinas na curva de contaminação geral, porém, ainda não reflete nos números gerais por conta do delay na notificação.

Neste período, ao longo de seis meses, foram distribuídas no Paraná quatro vacinas aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa): CoronaVac, vacina adsorvida inativada, fabricada pela Sinovac (China) e Instituto Butantan (Brasil); AstraZeneca, vacina recombinante, elaborada pela AstraZeneca, Oxford e Fiocruz; Pfizer, vacina RNA mensageiro (RNAm), da parceria Pfizer e BioNTech; e Janssen, vacina recombinante, produzida pela Janssen-Cilag, braço farmacêutico da Johnson & Johnson.

Depois de seis meses da primeira aplicação da vacina contra a Covid-19 no Paraná, quais são os efeitos constatados?

Os efeitos estão relacionados principalmente à construção do escudo imunológico coletivo da população, isso porque quando o grupo de vacinados aumenta, diminui a transmissão e a contaminação geral da população. A força de reprodução do vírus também é contida, pois ele começa a encontrar organismos protegidos, mesmo que em parte, pela parcela de pessoas que se vacinou com a primeira dose. Então, sem dúvida, a vacinação tem sido o principal instrumento de defesa nesse momento, é isso que vai nos dar a condição de superar essa dificuldade do coronavírus.

O Paraná apresenta diminuição no índice de ocupação de leitos principalmente de pessoas idosa. Há relação com a vacinação?

Nos meses de fevereiro e março deste ano, quando a cepa P1 (variante brasileira) começou a se manifestar no Paraná, 25% dos casos estavam relacionados a essa linhagem. Na mesma época, do total de pacientes paranaenses que estavam internados em leitos de UTIs, 65% tinham mais de 60 anos de idade. Hoje, 80% dos casos confirmados têm prevalência da cepa P1 amazônica, mas o número de internados nessa faixa etária caiu para 27%, ou seja, as infecções mais graves já não atingem tanto quanto antes as pessoas com mais de 60 anos de idade – um resultado muito positivo da vacinação.

Havia essa projeção ou até mesmo otimismo de que com o avanço da vacinação o Paraná atingiria o fim da fase mais aguda da pandemia?

Nossa luta desde o início é para isso. Já tivemos fases piores e fases não tão ruins, mas o fato é que a pandemia mudou radicalmente a vida de todos, e nós queremos a nossa vida normal de volta. Claro, trabalhamos o tempo todo para ter vacinas, para vacinar e atingir os objetivos. Se tivéssemos vacinas já no ano passado, teríamos feito o dever de casa, porque temos capacidade de vacinar muita gente ao mesmo tempo. Trabalhamos com as vacinas disponibilizadas pelo Ministério da Saúde, que nas últimas semanas enviou um número um pouco maior de doses. Com muita agilidade, distribuímos esses imunizantes aos municípios, que por sua vez, têm feito um grande trabalho na vacinação da população.

Apesar da queda de hospitalizações, a contaminação geral continua em alta. Isso pode ser por conta das variantes?

Com o retorno de algumas atividades, houve aumento também de passageiros no transporte coletivo, de circulação e a continuidade do trabalho dos profissionais dos serviços essenciais que nunca pararam de atender a população. Tudo isso estimula a transmissão do vírus. Ainda temos um grande número de casos, e o surgimento de cepas novas, variantes do coronavírus. Mesmo assim, os casos têm se revelado cada vez mais leves, já não são tão perversos como aqueles do ano passado ou do início deste ano. Reitero, a contaminação ainda é um problema, mas já apresenta queda. Caiu em torno de 30% nos últimos 30 dias.

O que se sabe sobre a capacidade das vacinas em relação às variantes?

É importante explicar que a aparição de variantes é normal no mundo dos vírus invisíveis. A cepa P1 foi descoberta em novembro/dezembro no Amazonas, e hoje ela é predominante no Brasil: 80% dos casos de coronavírus no País são relacionados à cepa brasileira. Continuamos estudando tudo isso e prontos para analisar outras cepas que vão aparecer. Até agora, as vacinas têm se mostrado eficazes até contra essas variantes. (AEN/Foto: Américo Antonio/Sesa)

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