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Nova concessão de rodovias terá quase 1,8 mil quilômetros de duplicações

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Em sete anos, o Paraná vai aumentar de 36% para 90% o percentual de estradas em concessão com pista dupla. O novo modelo de concessões de rodovias anunciado nesta sexta-feira (21) pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, baseado na menor tarifa com garantia de obras, trará R$ 42 bilhões em investimentos diretos nas estradas do Paraná. No total, 3.327 quilômetros de rodovias integram o pacote, subdivididos em seis lotes, caracterizando o maior projeto de concessão do tipo em todo o Brasil.

“A nossa missão era propor uma solução que corrigisse os erros do passado e construísse um futuro mais promissor e justo para a população, colaborando para o desenvolvimento social e econômico do Paraná. Esse é o maior projeto de infraestrutura da América Latina em termos de investimentos e tamanho da concessão”, afirmou o governador. “São R$ 42 bilhões para o Paraná em no máximo sete anos, cerca de R$ 5 bilhões por ano em obras e duplicações. Tudo isso vai melhorar nossa infraestrutura e fazer do Paraná a central logística da América do Sul“.

O valor em investimentos é o equivalente a 120 anos de orçamento federal para rodovias aplicado somente no Paraná. Além dos R$ 42 bilhões em investimentos diretos (CAPEX), o pacote de concessões estima ainda outros R$ 34 bilhões destinados a custos de operação e manutenção das vias (OPEX).

Entre as principais obras previstas, estão 1.783 quilômetros de duplicação de vias, sendo que 90% do total deverá ser executado até o sétimo ano da concessão. O governador ressaltou que esse número é o equivalente a uma ida e um terço da volta de uma viagem de carro de Curitiba até Brasília, que tem 1.387 quilômetros de distância, em pista totalmente duplicada.

Sandro Alex, secretário estadual de Infraestrutura e Logística, afirmou que o momento traz uma oportunidade histórica para potencializar o desenvolvimento do Estado através de melhorias da infraestrutura. “Estamos falando de quase 1.800 km de rodovias que há décadas aguardavam duplicações, marginais e terceiras faixas, como a BR-277, a BR-376 e a BR-369. O Anel de Integração é um verdadeiro corredor de exportação ao Porto de Paranaguá, além de fazer a ligação com os demais Estados”, comemorou o secretário.

“Vamos garantir a redução do custo logístico, a redução do número de acidentes e um aumento da competitividade no Paraná. Vamos virar a página para o desenvolvimento do Estado”, acrescentou.

As duplicações visam ampliar os principais corredores logísticos do Estado, criando vias mais seguras para o escoamento da produção do agronegócio até o Porto de Paranaguá. Por isso, entre as obras, estão incluídas a duplicação total da BR-277 e ampliações na Serra de Paranaguá até o nono ano de concessão, além da duplicação da Rodovia do Café até o sexto ano.

Só na BR-277, o programa abrange duplicação de 53 km entre Santa Tereza do Oeste e Matelândia, 10 km em Cascavel, 225 km entre Guarapuava e Cascavel, 196 km entre São Luiz do Purunã e Guarapuava e 5 km em Paranaguá, além de 71 km de faixa adicional em São Luiz do Purunã, Campo Largo e Curitiba e 40 km de faixa adicional de Curitiba a Paranaguá.

Às duplicações, somam-se ainda 253 quilômetros de faixas adicionais, 104 quilômetros de terceiras faixas e 260 quilômetros de vias marginais.

“Nós fomos muito sacrificados com o modelo atual de concessões. Por isso, precisávamos de um modelo que garantisse muitas obras para o Estado, junto do equilíbrio com a tarifa e com empresas que tivessem o compromisso de entregar um bom serviço à população”, ressaltou Ratinho Junior.

OUTRAS OBRAS – O projeto também prevê dez novos contornos urbanos em nove municípios do Paraná, somando 130 km. As obras serão em Apucarana, Ponta Grossa (contornos Norte e Leste), Arapongas, Califórnia, Maringá (contorno Sul), Londrina (contorno Norte), Nova Londrina, Itaúna do Sul e Marmeleiro.

A previsão da proposta é que eles comecem a ser implementados já no terceiro ano de concessão, e que todos estejam finalizados no oitavo ano. Serão investidos R$ 1,57 bilhão em obras (CAPEX) e outros R$ 73 milhões na sua operação e manutenção (OPEX).

Os 3.327 quilômetros de rodovias também terão 195 novas passarelas para pedestres e mil outras interseções e obras de arte especiais, tais como pontes, viadutos, túneis e trincheiras. “Nossa determinação é deixar a malha rodoviária paranaense como a melhor do País”, defendeu Sandro Alex.

SEGURANÇA – Diversas obras estão previstas para aumentar a segurança nas estradas. Uma das vertentes neste sentido é dar mais infraestrutura para os caminhoneiros: serão criadas 11 paradas de descanso para os profissionais, com investimento na ordem de R$ 52 milhões, e três novas áreas de escape, recurso que diminui acidentes com caminhões que perdem o freio.

Já com relação à segurança de motoristas e passageiros, a meta é reduzir o tempo de atendimento em casos de emergência. Para isso, 19 novos postos Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU) serão inaugurados, e outros 12 vão passar por melhorias. O objetivo é que o tempo máximo de atendimento aos motoristas seja de 20 minutos por médicos, 60 minutos por guinchos leves e 95 minutos por guinchos pesados.

Além disso, as estradas terão 100% de cobertura de câmeras do tipo CFTV, munidas da tecnologia de Detecção Automática de Incidentes.

Também será implementado nas rodovias o Programa Internacional de Avaliação de Rodovias (iRAP). A metodologia inspeciona estradas de alto risco e cria um plano de investimentos propondo melhorias em pontos perigosos das vias, reduzindo o risco de morte de passageiros.

Iluminação em LED, wi-fI e aplicativos para chamadas de emergência também vão passar a integrar as medidas de segurança.

Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), a aplicação de medidas de segurança como estas nas concessões realizadas pelo órgão entre 2015 e 2019 garantiram a redução de 25% no número de mortes, de 13% no número de acidentes e de 20% no número de acidentes graves.

LOTES – O conjunto das concessões é formado por estradas estaduais (35%) e federais (65%). Confira o detalhamento das obras em cada um dos seis lotes da concessão, de acordo com o projeto do governo federal.

Lote 1: trechos das rodovias BR-277, BR-373, BR-376, BR-476, PR-418, PR-423 e PR-427, com extensão total de 473,01 km. Serão 343 km de duplicações, 81 km de faixa adicional, 38 km de terceiras faixas, 36 km de marginais, 9 passarelas e 145 OAEs e interseções. Em 30 anos, a previsão é de R$ 4,8 bilhões em investimentos OPEX e R$ 6,3 bilhões em investimentos CAPEX.

Lote 2: trechos das rodovias BR-153, BR-277, BR-369, BR-373, PR-092, PR-151, PR-239, PR-407, PR-508 e PR-855, com extensão total de 575,53 km. Serão 353 km de duplicações, 85 km de faixa adicional, 39 km de marginais, 56 passarelas e 209 OAEs e interseções. Em 30 anos, a previsão é de R$ 6 bilhões em investimentos OPEX e R$ 8 bilhões em investimentos CAPEX.

Lote 3: trechos das rodovias BR-369, BR-376, PR-090, PR-170, PR-323 e PR-445, com extensão total de 561,97 km. Serão 204 km de duplicações, 26 km de faixa adicional, cinco contornos urbanos (Apucarana, Norte e Leste de Ponta Grossa, Arapongas, Califórnia), 15 km de marginais, 32 passarelas e 208 OAEs e interseções. Em 30 anos, a previsão é de R$ 6 bilhões em investimentos OPEX e R$ 7,5 bilhões em investimentos CAPEX.

Lote 4: trechos das rodovias BR-272, BR-369, BR-376, PR-182, PR-272, PR-317, PR-323, PR-444, PR-862, PR-897 e PR-986, com extensão total de 627,98 km. Serão 173 km de duplicações, 66 km de terceiras faixas, 61 km de faixa adicional, quatro contornos urbanos (Sul de Maringá, Norte de Londrina, Nova Londrina e Itaúna do Sul), 40 km de marginais, 57 passarelas, 244 OAEs e interseções. Em 30 anos, a previsão é de R$ 6,5 bilhões em investimentos OPEX e R$ 7,5 bilhões em investimentos CAPEX.

Lote 5: trechos das rodovias BR-158, BR-163, BR-369, BR-467 e PR-317, com extensão total de 429,85 km. Serão 249 km de duplicações, 21 km de marginais, sete passarelas e 73 OAEs e interseções. Em 30 anos, a previsão é de R$ 4 bilhões em investimentos OPEX e R$ 4,2 bilhões em investimentos CAPEX.

Lote 6: trechos das rodovias BR-163, BR-277, R-158, PR-180, PR-182, PR-280 e PR-483, com extensão total de 659,33 km. Serão 461 km de duplicações, um contorno urbano (Marmeleiro), 111 km de marginais, 34 passarelas e 162 OAEs e interseções. Em 30 anos, a previsão é de R$ 6,6 bilhões em investimentos OPEX e R$ 8,4 bilhões em investimentos CAPEX.

(Foto: Geraldo Bubniak/AEN)

Foto: Jonathan Campos/AEN

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Grupo Almeida Materiais de Construção celebra 46 anos de história, crescimento e tradição

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Com cinco lojas em Curitiba, Colombo, Quatro Barras e Campina Grande do Sul, empresa celebra sua trajetória com promoções especiais e reafirma o compromisso com a qualidade e o bom atendimento.

O Grupo Almeida Materiais de Construção completa 46 anos de atuação neste mês de novembro, consolidando uma trajetória marcada pelo empreendedorismo familiar, expansão e compromisso com seus clientes. Para celebrar a data, a empresa promove uma campanha especial de aniversário, com ofertas e condições diferenciadas nas cinco unidades.

Fundada em 1980 por Eunilo Almeida, a empresa iniciou suas atividades com uma pequena loja no Bairro Alto, em Curitiba. Desde então, acompanhou o crescimento do setor da construção civil e ampliou sua estrutura, tornando-se referência no segmento na região.

Hoje, sob a administração da segunda geração da família, representada pelo empresário Edilson Almeida, o grupo conta com cinco lojas: duas em Colombo, uma em Curitiba, uma em Quatro Barras e uma em Campina Grande do Sul.

Uma trajetória construída com confiança

Para Edilson Almeida, completar 46 anos é motivo de orgulho e reconhecimento pelo trabalho desenvolvido ao longo de mais de quatro décadas. “Vivemos em um mercado competitivo, dinâmico e em constante evolução, que exige dedicação e comprometimento de toda a equipe. Ao longo desses anos, enfrentamos diferentes cenários econômicos, com períodos de crescimento e também de desafios. Com a graça de Deus, o apoio da família, o empenho dos nossos colaboradores e, principalmente, a confiança dos clientes, seguimos em frente com a mesma determinação de quando começamos”, destaca. O empresário ressalta que a longevidade da empresa é resultado de um trabalho construído diariamente, com investimentos, aprimoramento dos serviços e atenção às necessidades dos consumidores.

Aniversário com Natal Premiado

Para marcar os 46 anos, o Almeida preparou a campanha “Natal Premiado”, que oferece aos clientes a oportunidade de concorrer a diversos prêmios, o sorteio será no dia 19 de dezembro. O regulamento da promoção está disponível nas redes sociais da empresa. Outro atrativo são as condições especiais de pagamento, além de ofertas em diferentes categorias de produtos.

Mais de 15 mil opções para construir e reformar

Com lojas amplas e modernas, o Grupo Almeida oferece um portfólio com mais de 15 mil itens destinados à construção, reforma e decoração. A variedade contempla diferentes necessidades, desde o início de uma obra até os acabamentos e detalhes que valorizam os ambientes.

A empresa trabalha com marcas reconhecidas no mercado, preços competitivos e atendimento personalizado, buscando oferecer praticidade, qualidade e soluções completas aos consumidores.

Expansão que acompanha o desenvolvimento regional

A história de crescimento do Almeida Materiais de Construção também acompanha o desenvolvimento dos municípios onde está presente. Depois da inauguração da primeira loja, em Curitiba, a empresa iniciou sua expansão em Colombo, com uma unidade no Jardim Monza, em 1988. Em 1993, inaugurou a segunda loja no município, ampliando sua participação no mercado e a variedade de produtos.

Nas décadas seguintes, a expansão chegou a Quatro Barras e Campina Grande do Sul, fortalecendo a presença da marca na Região Metropolitana de Curitiba.

Atualmente, o grupo mantém sua essência familiar e uma gestão voltada ao crescimento sustentável, à geração de empregos e à contribuição para o desenvolvimento econômico das cidades onde atua.

46 anos de história, credibilidade e compromisso com o futuro. Uma trajetória construída junto com seus clientes e com a comunidade

São cinco lojas e mais de 15 mil itens:

Loja 1: Rua Alexandre Andreata, 113 Jardim Monza – Colombo PR
Loja 02: Rua Epaminondas Santos, 1034 Bairro Alto – Curitiba PR
Loja 03: Estrada da Ribeira, 3443 Alto Maracanã – Colombo PR
Loja 04: Rua Santa Catarina, 359 Jardim Menino Deus – Quatro Barras PR

Loja 05: Estrada Municipal Ginjiro Abe, 109 Rancho Alegre – Campina Grande do Sul (PR) (Estrada do Japonês)

www.almeidamateriais.com.br

Da redação/Fotos: Face da Notícia

 

LOJA ALMEIDA MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO – CAMPINA GRANDE DO SUL
LOJA ALMEIDA MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO – QUATRO BARRAS

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Massa de ar polar perde força e chuvas voltam ao Paraná quarta-feira, prevê o Simepar

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O amanhecer gelado e as tardes ensolaradas já estão com os dias contados. De acordo com o Simepar, Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná, a massa de ar frio e seco que está sobre o Paraná perde força e as chuvas volumosas, com risco de tempestades, retornam já na madrugada de quarta-feira (21) ao Paraná.

A massa de ar frio chegou no fim de semana. No domingo (18), Loanda registrou 12,5°C, a temperatura mais baixa em outubro desde que a estação meteorológica do Simepar foi instalada na cidade, em 2017. Com predomínio de sol a amplitude térmica foi destaque. Em cidades do Norte, como Maringá, o dia que começou na casa dos 12°C passou dos 25°C no fim da tarde.

As temperaturas no amanhecer desta segunda-feira (19) continuaram batendo recordes. Guarapuava (3°C), Laranjeiras do Sul (8°C), Distrito de Horizonte, em Palmas (2,3°C), Santa Maria do Oeste (8,1°), Nova Prata do Iguaçu (11,4°C), Umuarama (9,7°C) e União da Vitória (4,7°C) registraram a temperatura mais baixa para outubro desde que as estações meteorológicas do Simepar foram instaladas nas cidades: Guarapuava foi instalada em 1997, Laranjeiras em 2017, Horizonte em 2019, Santa Maria em 2022, Nova Prata em 2023, Umuarama em 1997, e União da Vitória em 1997.

As temperaturas ficaram abaixo dos 5°C com condições favoráveis para formação de geadas no Centro-Sul, em torno dos 5°C nos Campos Gerais, perto dos 9°C na Região Metropolitana de Curitiba, e entre 9°C e 12°C no Oeste e no Norte do Paraná. A segunda e a terça-feira (20) ainda seguem com temperaturas baixas no amanhecer e elevação das temperaturas com predomínio de sol à tarde, sem previsão de chuvas significativas.

Nesta segunda as máximas chegam aos 25°C novamente no Oeste, Norte e Norte Pioneiro, e aos 20°C nas outras regiões do estado. Na terça, as temperaturas sobem um pouco mais, e podem chegar aos 27°C na metade norte do Paraná. “No Litoral a nebulosidade é maior, as temperaturas variam um pouco e na terça-feira não se descartam pancadas de chuva isoladas entre a Serra do Mar e o Litoral”, explica Raissa Pimentel, meteorologista do Simepar.

As condições atmosféricas começam a mudar a partir da madrugada de quarta-feira (21). “Um sistema de baixa pressão em formação na região do Paraguai traz chuva de volta ao Paraná”, detalha Raissa. Com o afastamento da massa de ar frio, as temperaturas mínimas sobem um pouco no amanhecer, e já a partir de quarta-feira ficam acima dos 10°C em todo o estado.

Na quarta, a chuva será registrada no Noroeste, Oeste, Sudoeste e Centro-Sul do Paraná. Nos dias seguintes, a chuva se espalha para as demais regiões e até sexta-feira (23) atinge todo o estado, com aumento do risco de tempestades. Os volumes acumulados de chuva podem se aproximar dos 100 mm, principalmente no Oeste, Sudoeste e Centro-Sul.

A chuva seguirá até o fim de semana. Com o novo risco de tempestades e chuva volumosa, o Simepar ressalta a importância do cadastro para receber os alertas da Defesa Civil Estadual. Basta enviar um SMS do celular para o número 40199, e no campo da mensagem digitar o CEP da residência. (Foto: Geraldo Bubniak/AEN)

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Setor de serviços do Paraná cresceu 1,1% nos últimos 12 meses, aponta IBGE

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O setor de serviços do Paraná cresceu 1,1% no acumulado de 12 meses, entre setembro de 2025 e agosto de 2026, na comparação com o mesmo período anterior, de acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado paranaense foi o segundo melhor do Sul do Brasil, logo atrás de Santa Catarina, com 1,2%, e à frente do Rio Grande do Sul, que registrou saldo negativo de -0,5%. No País, a média foi de 2,2%.

Em relação a passagem de julho para agosto deste ano, o setor de serviços do Paraná cresceu acima da média nacional, com 1%, o 7º melhor resultado dentre os 26 estados e o Distrito Federal. A média brasileira foi de -0,1%, com 12 unidades da federação com retração no volume de serviços. Segundo o IBGE, o Paraná, Distrito Federal (3,7%), Minas Gerais (0,8%) e Rio de Janeiro (0,5%) tiveram as principais contribuições positivas do mês.

Na comparação de agosto de 2026 com o mesmo mês de 2025, o movimento no setor de serviços também cresceu acima da média, com 0,8% de alta, contra 0,6% do Brasil. Neste recorte, foi o melhor resultado da Região Sul, uma vez que Santa Catarina (-0,2%) e Rio Grande do Sul (-1,6%) tiveram retração no período. O Paraná também ficou muito próximo de São Paulo, que registrou 0,9%.

SETORES – No Paraná, os setores que mais impactaram no resultado positivo do acumulado de 12 meses foram o de serviços de informação e comunicação, com 3,5%; e transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, com 1,9%.

Já em relação à comparação de agosto de 2026 com agosto do ano passado, serviços de informação e comunicação (5,4%), serviços prestados às famílias (3%), transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (1,2%) e serviços profissionais, administrativos e complementares (0,6%) puxaram o resultado positivo de 0,8%.

RECEITA – A variação da receita nominal de serviços foi positiva em todos os recortes da pesquisa do IBGE. Em 12 meses, a alta foi de 6,2%. No acumulado de 2026, 5,4%; na comparação entre os meses de agosto de 2026 com o de 2025, 6,2%; e na passagem de julho para agosto, 1%.

PESQUISA – A PMS permite o acompanhamento conjuntural do setor de serviços no País, investigando a receita bruta de serviços nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, que tenham serviços não financeiros como sua principal atividade, excluídas as áreas de saúde e educação.  (Foto: Roberto Dziura Jr/AEN)

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