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Mais de 5 milhões de paranaenses foram imunizados contra Covid-19, quase 60% do público vacinável

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Mais de 5 milhões de paranaenses já foram vacinados contra a Covid-19, seja com a primeira dose ou com dose única. Os imunizantes foram aplicados em 5.062.370 pessoas, o que corresponde a 58% da população paranaense acima de 18 anos. O marco foi ultrapassado nesta segunda-feira (12). O indicador representa aqueles que passaram ao menos uma vez em algum ponto de vacinação.

No total, quase 6,5 milhões de doses foram administradas: são 6.466.670 aplicações, sendo 4.865.381 primeiras doses, 1.404.300 segundas doses e 196.989 doses únicas. O percentual de paranaenses que já estão completamente imunizados contra o vírus é de 18,36%. Os dados são do Vacinômetro do Sistema Único de Saúde (SUS), vinculado ao Ministério da Saúde.

O governador Carlos Massa Ratinho Junior recebeu a vacina neste domingo (11), em Apucarana. O município foi o primeiro a aderir à campanha de vacinação de Domingo a Domingo, junto com Maringá. Desde março foram aplicadas mais de 1 milhão de doses em todo o Estado aos sábados e domingos.

O governador aproveitou a ocasião para reforçar a importância de todos os paranaenses aderirem à vacinação. “A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é um órgão extremamente rígido e só liberou vacinas seguras e eficazes, imunizantes que protegem. É importante vacinar e também tomar a segunda dose, quando é o caso. A gente só vai reduzir o número de óbitos quando a vacina atingir a maior parte da população”, afirmou Ratinho Junior.

“Nossa expectativa e objetivo é que, no dia 31 de agosto, todos os municípios paranaenses batam juntos o sino dos 80% de vacinação, pelo menos na primeira dose da população-alvo”, declarou o secretário estadual da Saúde, Beto Preto. A expectativa é atingir 100% da população adulta até setembro.

PERFIL – Das vacinas administradas para primeira dose/dose única, a mais aplicada é a Covishield, da parceria AstraZeneca/Oxford/Fiocruz, com 55% do total de doses utilizadas. Na sequência, está a Coronavac (Instituto Butantan/Sinovac), com 25,8%; a Cominarty (Pfizer/BioNTech), com 15,3%; e a Janssen (Johnson & Johnson), com 3,9%.

O público que mais recebeu D1 ou dose única até o momento foi de 65 a 69 anos (753.171), seguido de 45 a 49 anos (665.258), 50 a 54 anos (662.823), 55 a 59 anos (655.324) e 70 a 74 anos (641.985). A maioria é feminina (2,7 milhões).

DOSE ÚNICA – Em números absolutos, o município que mais aplicou vacinas da Janssen até esta segunda-feira é Curitiba, com 35.697 doses. Na sequência estão Londrina (9.312), São José dos Pinhais (8.698), Maringá (7.588) e Apucarana (6.728).

Segundo o Ranking de Vacinação, mantido pela Secretaria estadual de Saúde, os municípios que mais aplicaram doses únicas proporcionalmente à sua população foram Itaperuçu, Sertaneja, Lidianópolis, Apucarana e Diamante do Norte.

PRIMEIRA DOSE – A Capital, cidade mais populosa do Paraná, também lidera entre as primeiras doses, com 856.864 aplicações. A cidade é seguida por Maringá (257.546), Londrina (242.163), Cascavel (148.168) e Ponta Grossa (126.689). Completam a lista Foz do Iguaçu (113.411), São José dos Pinhais (106.247), Paranaguá (83.982), Colombo (79.954), Guarapuava (67.545), Toledo (59.497), Arapongas (58,768), Apucarana (55.572), Pinhais (52.921) e Araucária (51.029).

Na primeira dose, os municípios que se destacam na aplicação da primeira dose proporcionalmente à sua população são São Jorge d’Oeste, Diamante do Norte, Maringá, Pontal do Paraná e Santa Cecília do Pavão.

Contando a imunização completa, com a segunda dose aplicada, estão São Jorge d’Oeste, Diamante do Norte, Nova Laranjeiras, Maringá e Miraselva.

TAXA DE TRANSMISSÃO – Somado ao avanço da vacinação, o quadro da Covid-19 no Paraná também demonstra uma queda na taxa de transmissão do vírus (Rt) e na ocupação de leitos de UTI exclusivos para Covid-19.

Atualmente, o Paraná é o Estado com a menor taxa de transmissão do Brasil: 0,7. A média nacional, por sua vez, está em 0,86. O Estado apresenta queda na Rt desde 1° de julho, quando o índice baixou de 1,09 para 0,99. Desde então, o número continua caindo, mostrando uma tendência de diminuição no contágio pelo coronavírus.

Os dados são do sistema Loft.Science, que desenvolveu um algoritmo para monitorar a transmissão do coronavírus no Brasil. A Rt indica a velocidade de contágio pelo vírus por região, mostrando quando o contágio pelo vírus está acelerado (maior que 1), estável (igual a 1) ou em remissão (menor que 1) – único cenário que aponta uma melhora na situação epidêmica. Quanto mais próximo de zero, menores as chances de contágio.

Já a taxa de ocupação de leitos de UTI exclusivos para Covid-19 no Paraná também apresenta baixa. O Boletim Epidemiológico da Secretaria da Saúde publicado neste domingo (11) mostra que a taxa está em 83%: dos 1.997 leitos disponíveis, 1.654 estão ocupados. Na última segunda-feira (5), o número baixou de 90% pela primeira vez em quatro meses.  (Geraldo Bubniak/AEN)

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Curitiba é a capital com a melhor qualidade de vida do Brasil

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Curitiba está novamente no topo da qualidade de vida entre as capitais brasileiras. É o que mostra o Índice de Progresso Social 2026, divulgado na quarta-feira (20/5) pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia. No comparativo com todas as cidades do país, Curitiba está na quinta posição. A cidade lidera o ranking das capitais pelo segundo ano seguido.

Obtendo nota 71,29, Curitiba está à frente de Brasília (DF), que obteve índice 70,73, São Paulo (SP), avaliada com 70,64, e Campo Grande (MS), com nota 69,77. O índice médio do Brasil é de 63,4.    

A capital paranaense melhorou seus indicadores. Em 2025, a cidade ocupava a 11ª colocação entre os municípios brasileiros, com uma nota de 69,89. Neste ano, Curitiba saltou para a quinta colocação geral, com nota de 71,29 e é a única capital e única cidade com mais de um milhão de habitantes entre os 15 municípios melhor avaliados.

Crescimento em vários quesitos

Quando analisados os componentes que compõem esta nota, Curitiba avançou em diversos quesitos na comparação com o IPS 2025.

Em Acesso à Informação e Comunicação, a nota na cidade no ano passado foi 78,48, e cresceu em 2026 para 94,80. Este parâmetro avalia a cobertura de internet móvel (4G/5G), existente na cidade, assim como a densidade de internet banda larga fixa, a densidade de telefonia móvel e a qualidade de internet móvel disponíveis.

Se analisado como a cidade oferece Moradia, a nota que era 89,94, foi para 90,22. Para esta nota foram avaliadas a disponibilidade de domicílios com coleta de resíduos adequada, de domicílios com iluminação elétrica adequada e de domicílios com paredes e pisos adequados.

Também foi registrado avanço em Acesso ao Conhecimento Básico, em teve índice de 78,37 em 2025 e agora foi avaliado com 81,12. Este quesito avalia o abandono no ensino fundamental e médio, a distorção idade-série no ensino médio, evasão escolar, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e o percentual de reprovação escolar no ensino médio.

A cidade também mostra progresso em Qualidade do Meio Ambiente. Neste parâmetro são avaliados a quantidade de áreas verdes urbanas, as emissões de CO₂ por habitante, a existência de focos de calor, o Índice de Vulnerabilidade Climática dos Municípios (IVCM) e a supressão da vegetação primária e secundária. A nota de Curitiba, que foi de 73,41 no ano passado, agora é de 74,58.

Investimentos em toda a Curitiba

O prefeito Eduardo Pimentel atribui os bons resultados aos esforços realizados por toda a cidade para oferecer as melhores estruturas e serviços para o cidadão.

“Para Curitiba, esse resultado é motivo de orgulho e mostra que estamos no caminho certo. O IPS promove um pente-fino em dados e indicadores que medem a qualidade de vida nas cidades brasileiras e, entre eles, vários estão relacionados à oferta de serviços públicos municipais. Temos atuado fortemente na educação, na saúde, na geração de empregos, no investimento em meio ambiente e sustentabilidade e no maior pacote de obras da história do município. Isso é possível porque temos um forte compromisso com a responsabilidade fiscal, como demonstra a nota A+, concedida pelo Tesouro Nacional. A partir dessa saúde financeira, conseguimos realizar investimentos em toda a cidade, melhorando a vida dos curitibanos”, diz o prefeito.

Metodologia

O Índice de Progresso Social (IPS) é uma ferramenta que mede o desempenho social e ambiental de territórios em todas as geografias (países, estados, municípios e até comunidades). O IPS é um índice desenvolvido pela organização internacional Social Progress Imperative, a qual coordena a publicação anual do IPS para 170 países desde 2014. É composto por 57 indicadores sociais e ambientais oriundos de fontes públicas. Esses indicadores são agregados em um índice com pontuação de 0 a 100. Por sua vez, esse índice geral é composto por índices para três dimensões do progresso social (Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-estar e Oportunidades) e 12 componentes dentro das dimensões (Nutrição e Cuidados Médicos Básicos, Água e Saneamento, Moradia, Segurança Pessoal, Acesso ao Conhecimento Básico, Acesso à Informação e Comunicação, Saúde e Bem estar, Qualidade do Meio Ambiente, Direitos Individuais, Liberdades Individuais e de Escolha, Inclusão Social e Acesso à Educação Superior.  (Fonte: SECOM/Foto: Pedro Ribas)

Foto: José Fernando Ogura/SECOM (arquivo)

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Paraná tem 20,3 mil vagas de trabalho

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O início da semana traz boas notícias para quem busca uma oportunidade de emprego no Paraná. As Agências do Trabalhador de todas as regiões do Estado começam a semana com 20.316 vagas com carteira assinada abertas em diversas áreas e para diferentes níveis de escolaridade e experiência.

A função com maior número de oportunidades disponíveis é para alimentador de linha de produção, com 5.701 vagas abertas em todo o Paraná. Na sequência aparecem as funções de abatedor, com 1.386 oportunidades, magarefe (profissional responsável pelo corte de carnes), com 824, e operador de caixa, com 711 vagas.

A regional com maior volume de oportunidades é a de Cascavel, com 4.404 vagas abertas. O destaque é para as áreas de alimentador de linha de produção (1.592 vagas) e abatedor (999 vagas), além de oportunidades para operador de caixa e repositor de mercadorias.

Na sequência aparece a Região Metropolitana de Curitiba, com 3.967 vagas disponíveis. Os principais postos são para alimentador de linha de produção (340), operador de telemarketing ativo e receptivo (281), atendente de lanchonete (252) e faxineiro (183). Somente a Agência do Trabalhador de Curitiba concentra 388 oportunidades.

A regional de Campo Mourão soma 3.294 vagas, com destaque para alimentador de linha de produção (940), magarefe (533) e abatedor (199). Já Foz do Iguaçu reúne 2.214 oportunidades, sendo mais de mil para alimentador de linha de produção.

Também há vagas nas regionais de Pato Branco, com 1.992 oportunidades, Maringá, com 1.326, Londrina, com 1.107, e Umuarama, com 897 postos abertos.

Em Maringá, um dos destaques é a oferta de 260 vagas para trabalhador no cultivo de árvores frutíferas, além de oportunidades para operador de caixa e magarefe. Em Londrina, há vagas para vendedor do comércio varejista e faxineiro. Já em Paranaguá, as empresas buscam profissionais para as funções de embalador à mão, carregador e operador de caixa.

As Agências do Trabalhador também concentram vagas para profissionais com formação técnica ou ensino superior. Em Curitiba, existem oportunidades para enfermeiro, técnico de enfermagem, eletricista de manutenção eletroeletrônica, analista contábil, engenheiro civil, professores de diversas disciplinas e técnico de suporte de TI.

Há ainda vagas voltadas para estudantes e estagiários, como oportunidades para preparador físico, enfermagem, marketing, engenharia mecânica e segurança do trabalho. (AEN/Foto: SECOM)

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Movimentação cresce 11% e garante melhor abril da história nos portos paranaenses

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Com mais de 6 milhões de toneladas movimentadas, a Portos do Paraná registrou o melhor mês de abril da história, com crescimento de 11% em relação a abril de 2025 – que movimentou 5,405 milhões de toneladas. O crescimento foi puxado pelas exportações de soja, carnes e derivados de petróleo. Os dados constam em relatório elaborado pela equipe de estatísticas da Diretoria de Operações Portuárias da empresa pública.

Somente em abril, o volume das exportações cresceu 16,06% na comparação com o mesmo mês do ano anterior. O embarque de soja em grão aumentou 43%, os óleos vegetais 35% e os derivados de petróleo 33%. As exportações de carne de frango congelada cresceram 10,5% em relação a abril de 2025. Considerando todas as proteínas animais, o crescimento foi de 8,7%, com mais de 1,1 milhão de toneladas embarcadas, principalmente para China, África do Sul, Japão e Emirados Árabes Unidos.

No acumulado entre janeiro e abril, a soja segue em alta, com crescimento de 19%. Os óleos vegetais avançaram 33%, seguidos pelas exportações de cargas conteinerizadas, com aumento de 9%, e pelos derivados de petróleo, com alta de 2% na comparação com os quatro primeiros meses de 2025. Os embarques de carne de frango realizados em Paranaguá representam 47,5% de todas as exportações brasileiras do produto. Isso corresponde a mais de 834 mil toneladas enviadas para outros países.

IMPORTAÇÕES – Em abril, as importações cresceram 2,7% em relação ao mesmo mês de 2025. As cargas gerais — movimentadas fora de contêineres — registraram alta de 254%. O desembarque de trigo apresentou crescimento de 50%, seguido pelos fertilizantes (18%) e pelos contêineres (14%).

Já no acumulado dos quatro primeiros meses do ano, as importações apresentam retração de 5,8%. O resultado, porém, indica recuperação em relação aos meses de fevereiro e março, quando as movimentações de cargas vindas de outros países registraram índices ainda menores. A queda nas importações tem relação direta com o conflito no Oriente Médio.

Apesar disso, a diversidade de cargas movimentadas pelos portos de Paranaguá e Antonina garantiu estabilidade ao saldo acumulado do quadrimestre, que atingiu 22,7 milhões de toneladas, volume em linha ao registrado no mesmo período de 2025.

A movimentação de cargas rolantes — como veículos, maquinários e equipamentos agrícolas — também contribuiu para manter o equilíbrio operacional. Somente em abril, mais de 15,5 mil unidades foram embarcadas ou desembarcadas. Entre janeiro e abril, a movimentação totalizou 42.657 unidades. (Foto: Claudio Neves – Portos Paraná/AEN)

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