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Papa Leão XIV saúda a Camerata Antiqua de Curitiba, que se apresenta no Vaticano

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Em audiência na quarta-feira (28/1), na Sala Paulo VI, no Vaticano, o papa Leão XIV saudou a Camerata Antiqua de Curitiba. O grupo está em turnê internacional na Itália pelas comemorações dos 200 anos de relações diplomáticas entre o Brasil e a Santa Sé e fez a apresentação de recepção aos fiéis, peregrinos e delegações de diferentes países que acompanharam a audiência papal.

“Dou boas-vindas aos peregrinos da língua portuguesa, especialmente ao grupo musical Camerata Antiqua de Curitiba, no Brasil”, disse o papa, que recebeu os músicos de Curitiba após a audiência para o registro de uma foto oficial.

O Brasil ecoa na praça

A apresentação da Camerata na audiência foi transmitida nos telões instalados na Praça de São Pedro e permitiu que quem passasse pelo local ouvisse obras de Heitor Villa-Lobos e o Hino Nacional Brasileiro. “A Camerata é um patrimônio da cidade e este foi um dos momentos mais significativos dos 50 anos de trajetória do grupo. Levá-la ao Vaticano, em uma audiência papal, é projetar a música brasileira em um espaço de enorme valor”, disse o prefeito Eduardo Pimentel.

A audiência foi transmitida ao vivo pelo Vatican News, projetando a música brasileira para milhões de espectadores ao redor do mundo. Esse momento é resultado de dedicação e de um compromisso contínuo com a difusão da nossa produção artística no cenário internacional”, afirmou o presidente da Fundação Cultural de Curitiba, Marino Galvão Jr, ao lado da diretora-executiva do Instituto Curitiba de Arte e Cultura (Icac), Juliana Midori. A Camerata é mantida pela Fundação Cultural e administrada pelo Icac.

Destaques da apresentação

Entre os momentos da apresentação esteve a execução do Hino Nacional Brasileiro, recebida com aplausos do público. A regente Mara Campos comentou o significado do momento vivido pelo grupo. “Executar o Hino Nacional diante de milhares de pessoas foi um instante de profunda emoção. Muitas pessoas se sentiram representadas e eu me permiti ir às lágrimas.”

O programa contou com solos da soprano Marília Vargas em obras de Heitor Villa-Lobos, como a Bachiana Brasileira nº 5 e Melodia Sentimental. O repertório incluiu ainda peças que evidenciam diferentes aspectos da música brasileira, como Amazônia, de Paulo Tatit e José Tatit, e O Trenzinho do Caipira, também de Villa-Lobos.

Audiência papal

Em sua mensagem, o pontífice abordou temas como o respeito entre as religiões e o diálogo entre os povos. Enquanto acompanhavam a fala do papa, os músicos da Camerata permaneceram posicionados no auditório. Para Francisco Freitas, coordenador da Orquestra, a menção do Pontífice conferiu ainda mais significado à experiência. “Quando ouvimos o papa mencionar a Camerata, foi impossível não se emocionar. É um reconhecimento que ultrapassa o campo artístico e toca profundamente cada um de nós”, disse.

Turnê por Roma

A apresentação no Vaticano integra uma turnê da Camerata Antiqua de Curitiba por Roma. A agenda teve início com um concerto na Basílica Papal de Santa Maria Maior, durante celebração em língua portuguesa que integrou as comemorações dos 200 anos das relações diplomáticas entre o Brasil e a Santa Sé, com transmissão ao vivo pelo Vatican News.

A turnê incluiu ainda apresentação na Aula Magna da Sapienza Università di Roma e concerto na Embaixada do Brasil em Roma, reunindo autoridades, representantes do corpo diplomático e convidados.

A turnê italiana ocorre a convite da Embaixada do Brasil junto à Santa Sé, com viabilização pela Lei Rouanet e apoio da Secretaria de Estado da Cultura, patrocínio da Editora FTD e da Via Araucária, além do apoio cultural do Supermercado Festval.

Representante da Via Araucária, João Satolli, que acompanhou a turnê e assistiu às três apresentações, comentou o desempenho do grupo. “A qualidade musical apresentada em cada apresentação mostra por que o grupo merece estar em espaços como o Vaticano. É um trabalho consistente, que justifica o reconhecimento que a Camerata vem recebendo”, afirmou.  (Foto: Pedro Ribas/SECOM) (Fonte: SCPC)

(Foto: Pedro Ribas/SECOM)

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Sol volta a predominar no Paraná, mas chuva retorna na quinta-feira, prevê Simepar

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Depois de tantos dias seguidos com chuva, o paranaense até estranhou a presença do sol na manhã desta segunda-feira (26). O tempo deve seguir ensolarado em praticamente todo o Paraná por três dias, o que ajudará a baixar o nível dos rios. O Simepar, Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná, prevê o retorno das chuvas de forma mais abrangente sobre o Estado a partir de quinta (29).

Nesta segunda e também na terça-feira (27), a presença de uma massa de ar fria e seca é o que mantém a chuva longe do Paraná. Apenas na faixa litorânea do Estado ainda há condições para ocorrência de chuvas fracas e isoladas, devido à circulação dos ventos do oceano. “Entre a noite de terça e a madrugada de quarta-feira, também são esperadas algumas chuvas isoladas no Interior do Estado”, afirma Paulo Barbieri, meteorologista do Simepar.

Devido ao ar frio, o amanhecer desta segunda foi gelado no Centro-Sul, Sudoeste e Sul do Paraná, onde as temperaturas ficaram abaixo dos 10°C. Elas gradativamente sobem no amanhecer de terça e quarta-feira (28), com previsão de mínimas próximas ou acima dos 10°C nestas regiões.

As temperaturas máximas, geralmente registradas no fim da tarde, não passam dos 21°C nesta segunda-feira na Região Metropolitana de Curitiba, Litoral, Centro-Sul, Sudoeste e Sul do Paraná, e alcançam os 25°C no Norte, 24°C no Noroeste e 23°C em cidades do Oeste.  Na terça (27) as máximas devem chegar aos 26°C no Oeste, 25°C no Noroeste e 24°C no Sudoeste. Nas outras regiões, seguem parecidas com as de segunda.

Os valores nos termômetros sobem ainda mais na quarta-feira (28), chegando aos 26°C no Norte e Noroeste, 27°C no Oeste, 25°C no Sudoeste e Campos Gerais, 24° no Centro-Sul e Sul do Estado, e 23°C no Litoral. Na Capital, a temperatura máxima segue próxima aos 21°C.

As condições atmosféricas mudam a partir de quinta-feira (29). “Um sistema de baixa pressão se intensifica sobre o Paraguai, favorecendo o ingresso de umidade e calor vindos do norte do país. Assim, ao longo do dia, áreas de instabilidade com pancadas de chuvas acompanhadas de trovoadas são previstas em todas as regiões paranaenses”, explica Paulo.

Devido ao enfraquecimento da massa de ar frio, as temperaturas mínimas ficam acima dos 14°C em todo o Estado, chegando a valores próximos dos 20°C no Oeste. Já por conta da nebulosidade e chuva, as máximas voltam a ficar amenas ao longo do dia, e não passam dos 22°C em todo o Paraná.

A chuva segue durante o próximo fim de semana na maior parte das regiões paranaenses. O Simepar emitirá novos boletins nos próximos dias. (Foto: Jonathan Campos/AEN)

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Queijos do Paraná conquistam espaço entre os melhores do Brasil e do mundo

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Com 667 medalhas conquistadas em premiações nacionais e internacionais nos últimos seis anos, os queijos do Paraná vêm galgando posição de destaque entre os melhores do país e do mundo. Os resultados projetam o estado como referência em qualidade e confirmam a força de uma tradição transformada em produto de excelência, com valor agregado e reconhecimento além das divisas paranaenses.

Boa parte dessas conquistas têm em comum um trabalho que começa muito antes da avaliação dos jurados: a assistência técnica oferecida pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) e Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), entidades vinculadas à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab) que acompanham diferentes etapas da produção: desde o manejo dos rebanhos e dos cuidados com a qualidade do leite à estruturação e à regularização das agroindústrias.

“Por trás de cada produto reconhecido estão famílias que encontraram na produção de queijos uma fonte de renda, propriedades que transformaram o leite em produtos de maior valor agregado, queijarias que avançaram na estruturação e regularização, além de um trabalho de assistência técnica que acompanha o produtor do campo ao mercado. O resultado aparece no pódio, mas é construído todos os dias, entre o manejo do rebanho, a produção do leite e o trabalho dentro da agroindústria”, reforça Karolline da Silva, assessora estadual de Agroindústria do IDR-Paraná.

RECONHECIMENTO INTERNACIONAL – Entre os principais resultados desse trabalho está a participação paranaense no World Cheese Awards, maior competição internacional dedicada exclusivamente a queijos, organizada anualmente pela Guild of Fine Food, entidade britânica que promove produtores e varejistas independentes de alimentos e bebidas artesanais. O evento é popularmente conhecido como “Oscar dos Queijos”.

Na edição mais recente, realizada em novembro de 2025, em Berna, na Suíça, mais de 5 mil queijos foram avaliados por especialistas de mais de 50 países. Entre os premiados, três foram produzidos em Toledo, no Oeste do Paraná. Os produtos foram desenvolvidos em parceria entre o IDR-Paraná e o Biopark de Toledo, centro de pesquisas referência no fomento aos negócios locais.

“Em parceria com o IDR, desenvolvemos o Projeto Queijos Finos, no qual apoiamos os produtores em todas as etapas da produção de queijos de alta qualidade, que vêm sendo reconhecidos em premiações internacionais. Um deles, o Passionata, chegou a ser escolhido entre os dez melhores do mundo”, explica Kennidy de Bortoli, pesquisador do Biopark.

Feito com leite de vaca pasteurizado e pasta dura, a coalhada do queijo Passionata passa por lavagem com infusão de maracujá. A casca é decorada com flores comestíveis, como calêndula e sementes de maracujá, apresentando cremosidade própria e notas frutadas com leve acidez.

O produto também foi destaque no Mundial do Queijo do Brasil, realizado em abril deste ano, em São Paulo, onde conquistou o terceiro lugar. Promovido pela associação SerTãoBras, o evento é considerado o maior da América Latina dedicado à valorização da cultura queijeira. Dos 43 queijos paranaenses medalhistas, 26 foram produzidos por queijarias acompanhadas pelo IDR-Paraná.

DA PRODUÇÃO À FABRICAÇÃO – Além de orientar a fabricação dos queijos, a assistência técnica do IDR-Paraná e da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) acompanha etapas que começam antes da chegada do leite à agroindústria. É nesse cuidado com a matéria-prima que começa a história da Queijaria Vovó Zaine, de Tomazina, no Norte Pioneiro.

Em 2020, quando decidiram abrir a queijaria, Paulo Henrique da Silva e Camila de Fátima Gonçalves da Silva tiveram suporte do IDR-Paraná que por meio do Programa Agroindústria junto com o Programa Pecuária de Leite, estiveram junto aos produtores desde os primeiros passos do negócio, passando pela etapa de planejamento e análise para a construção da queijaria à regularização documental da agroindústria, adequação sanitária da produção leiteira e conservação do produto até sua comercialização formal.

A partir das orientações dos extensionistas do IDR- Paraná nos programas, os produtores receberam capacitação técnica para manejo de pastagem, nutrição adequada, armazenamento, além de suporte para a montagem e regularização da queijaria. As mudanças implementadas contribuíram para que a produção de queijo aumentasse e aprimorasse sua qualidade, resultando em queijos leves e macios, de massa semicozida, com sabor suave.

O trabalho rendeu à família medalhas de prata e bronze, em duas edições do Prêmio Queijos do Paraná, promovido por um comitê-gestor formado pelo IDR-Paraná, Sebrae-PR, Sistema Fecomércio-PR e Sindileite-PR e Sistema FAEP. Hoje, a família vive exclusivamente da comercialização dos queijos e recebe visitantes de todo o Estado.

“A Vovó Zaine é um exemplo de como o trabalho de uma família no campo pode ganhar novos caminhos quando ela tem acesso à orientação técnica. Acompanhamos desde os cuidados com o rebanho e a qualidade do leite até a estruturação e a regularização da queijaria. Isso faz diferença no produto final, porque as características da matéria-prima influenciam diretamente o rendimento, a textura, o aroma, o sabor e a estabilidade do queijo”, explica o engenheiro agrônomo e extensionista do IDR-Paraná, Alfredo Braz da Costa Alemão.

DA INFORMALIDADE À REGULARIZAÇÃO – A assistência técnica também pode transformar a trajetória comercial das pequenas agroindústrias. Em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, Janete do Rocio Fila produz queijos desde 2022, mas já trabalhava de forma artesanal antes de abrir a queijaria. Depois de uma viagem viabilizada pelo IDR-Paraná à Serra da Canastra (MG), ela percebeu a importância de se adequar às normas sanitárias e, com o apoio do Programa Agroindústria, regularizou o negócio. O quilo do queijo, antes vendido por cerca de R$ 40, passou a valer aproximadamente R$ 55.

Hoje, a produtora possui cadastro no SUSAF/PR e acumula oito medalhas em premiações. Entre os produtos estão queijos feitos com iogurte natural e versões saborizadas com morango e ameixa.

“A importância da regularização sanitária não está somente na segurança de poder vender um produto devidamente regular, mas também na garantia de que estes produtos são adequados para consumo”, comenta Mariza Koloda Henning, chefe do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal e Vegetal da Adapar.

OUTRAS PREMIAÇÕES – Em competições nacionais e internacionais, queijos de diferentes regiões do Paraná somam medalhas em categorias que avaliam sabor, textura, aroma e apresentação.

PRÊMIO QUEIJOS DO BRASIL – Em todas as suas seis edições, o Paraná recebeu 667 medalhas, entre ouro, prata e bronze. Apenas em 2026, o estado recebeu 272 medalhas entre participantes das regiões de Curitiba, Toledo, Apucarana, Ponta Grossa, Paranavaí, Francisco Beltrão, Cascavel, Laranjeiras do Sul, Santo Antônio da Platina e Dois Vizinhos, os quais apresentaram, além dos queijos, produtos como doce de leite, iogurte, manteiga e requeijão.

MUNDIAL DO QUEIJO DO BRASIL – Realizado em abril de 2026, em São Paulo, o evento teve o Paraná entre os estados de destaque. Foram 43 produtos lácteos medalhistas entre 198 inscritos, desses, o IDR-Paraná destacou 12 queijarias assistidas, que somaram 26 premiações: 2 Super Ouro, 10 Ouro, 5 Prata e 8 Bronze.

WORLD CHEESE AWARDS: O “OSCAR DOS QUEIJOS” – Em 2024, em Portugal, o queijo Passionata, produzido em Toledo, ficou em 9º lugar entre os dez melhores do mundo e foi o único representante da América Latina na categoria super ouro. Em 2025, na Suíça, o Paraná voltou a ser premiado com três queijos também de Toledo: Abaporu, com notas de baunilha, amêndoa, caramelo, canela e cravo; Saint Marcellin, de sabor amanteigado, com cogumelos frescos e ervas; e Garoa Tropical, feito com enzimas cítricas na coagulação.

PRÊMIO QUEIJOS DO PARANÁ – Se lá fora os queijos paranaenses disputam com o mundo, em casa, eles têm uma premiação própria. O Prêmio Queijos do Paraná foi criado para valorizar e estimular a pecuária de leite no Estado, agregar valor à matéria-prima e colocar os produtos lácteos paranaenses em evidência.

Na primeira edição, em 2023, foram 318 queijos inscritos e 98 premiados. Na segunda edição, em 2025 foram 446 queijos inscritos e 75 premiados. A 3ª edição acontecerá em junho de 2027.

PANORAMA DA AGROINDÚSTRIA NO PARANÁ – A agroindústria paranaense, que reúne atividades como panificação, produção de bebidas, mel e derivados lácteos, vive período de franca expansão, com o surgimento de novos negócios e a formalização de empreendimentos em todo o estado.

De acordo com a Adapar, o número de agroindústrias habilitadas pelo Susaf-PR a vender produtos de origem animal passou de 55, em dezembro de 2023, para 173, em maio de 2026, mais que o triplo em dois anos e meio. No mesmo período, os municípios integrados ao sistema subiram de 95 para 207, superando a meta de 200 prevista para este ano.

No segmento de derivados de leite, a evolução também é clara: cerca de 85 famílias paranaenses vivem da atividade, e 30 novas queijarias foram implantadas nos últimos três anos, sinal de renovação e de novos investimentos no setor. Desse total, um terço participou das premiações de 2026, e entre 49% e 59% das agroindústrias passaram a faturar mais de R$ 10 mil por mês, boa parte delas com apoio técnico do IDR-Paraná.

Com capacidade para atender cerca de mil agroindústrias por ano, o IDR-Paraná tem direcionado o acompanhamento técnico a quem está começando. Segundo o diagnóstico de 2023, 26% das agroindústrias atendidas estavam nos dois primeiros anos de atividade. Nos dados parciais de 2026, a parcela subiu para 35%. (Foto: Albari Rosa/AEN)

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ACISF prepara segunda edição do Natal Felice em Santa Felicidade – Curitiba

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A Associação do Comércio e Indústria de Santa Felicidade (ACISF) já está preparando a segunda edição do Natal Felice, que será realizada de 5 de dezembro de 2026 a 6 de janeiro de 2027, em Santa Felicidade, Curitiba.

O evento tem como proposta valorizar e celebrar a cultura e as tradições italianas que fazem parte da identidade de Santa Felicidade, além de fortalecer o turismo regional, movimentar o comércio e contribuir para o desenvolvimento da economia local. A iniciativa também busca consolidar o bairro como um dos principais destinos natalinos do Paraná.

A abertura oficial está marcada para o dia 5 de dezembro, com uma programação especial que contará com a tradicional chegada do Papai Noel e da Befana, personagem do Natal italiano que integra as tradições culturais da comunidade.

Um dos principais espaços do evento será a Vila de Natal Befana, que neste ano será instalada na Praça San Marco, em frente ao Terminal de Santa Felicidade. O local receberá uma decoração especial e contará com a Casa do Papai Noel, Casa da Befana, presépio, palco para apresentações artísticas e culturais, além de outras atrações para toda a família.

Avenida Gastronômica de Natal

Outra novidade será a Avenida Gastronômica de Natal de Santa Felicidade, na Rua Santa Bertila Boscardin, que terá decoração natalina, iluminação cênica e reunirá opções da tradicional gastronomia italiana e de outras etnias, com pratos típicos que representam a diversidade gastronômica da região. A Avenida Manoel Ribas também receberá uma decoração especial, ampliando o clima natalino por diferentes pontos da Regional Santa Felicidade.

Decoração natalina

A ACISF também está mobilizando comerciantes e moradores para participarem da iniciativa, incentivando a decoração de estabelecimentos comerciais e residências. A proposta é envolver toda a comunidade na construção de um grande cenário natalino, valorizando a identidade de Santa Felicidade e tornando a região ainda mais atrativa para moradores e visitantes durante o período de festas.

Segundo o presidente da ACISF Fernando Linhares os preparativos já começaram e avançam por meio de reuniões e articulações entre a ACISF, o poder público e entidades ligadas ao turismo em Curitiba. “A ACISF já realizou reuniões da comissão organizadora e avançou nas tratativas com a ADETUR Rotas do Pinhão. Também houve uma reunião com o secretário estadual de Turismo, Luciano Ferreira Bartolomeu, e com o presidente do Instituto Municipal de Turismo, Rodrigo Dalla Bona Swinka, para tratar da implantação do projeto Natal Felice 2026. Queremos construir uma edição ainda mais integrada, valorizando Santa Felicidade como destino turístico, fortalecendo o comércio local e oferecendo uma programação capaz de atrair moradores e visitantes”, disse. Linhares acrescentou que o Natal Felice é uma oportunidade para movimentar a economia, gerar visibilidade para as empresas e mostrar que Santa Felicidade tem uma identidade própria. “Quanto mais o comércio participar, mais o evento poderá se transformar em uma grande celebração do bairro e em uma experiência marcante para quem nos visita, e mais fortalece esse legado que a atual administração da ACISF deixa para comunidade de Santa Felicidade e Região”, afirmou Linhares.

Da redação

 

A Vila de Natal Befana será instalada na Praça San Marco, em frente ao Terminal de Santa Felicidade.

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