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4° Cacharitiba – Outra dose de conhecimento acontece em outubro no Mercado Municipal

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CURITIBA – De 1º a 4 de outubro acontece a 4ª edição do Cacharitiba – Outra dose de conhecimento no Mercado Municipal. Com apoio da Prefeitura de Curitiba e realização da cachaçaria Vô Milano, o evento traz personalidades do mundo da cachaça e da gastronomia, degustação às cegas durante toda programação, manutenção e harmonização da culinária com cachaça, petiscos e o lançamento de uma linha de produtos exclusivos do evento.

 

Sendo um evento único e peculiar do Estado, será realizado o lançamento da edição limitada da cachaça Cacharitiba em duas versões: Gralha Azul e Pinhão. Produzidas por dois alambiques paranaenses e com blends (misturas) criados pelos próprios organizadores do evento.

 

Com o objetivo de divulgar a bebida, desmistificando e aumentando seu público consumidor, Cacharitiba difunde a cultura da cachaça, quebra preconceitos e enaltece uma bebida brasileira.

 

Segundo um dos idealizadores e organizadores do evento, Heric Girardello, “o Cacharitiba surgiu de uma oportunidade de realizar um curso de Cachacier em Curitiba, em parceria com o Manoel Agostinho [pesquisador do ramo e cachacier]. Com isso, pensamos, então, em fazer uma minifeira dos produtores e a ideia cresceu. Hoje em dia, o curso deixou de existir e a feira virou o evento em si”, conta.

 

Serão 16 estandes com 23 marcas, entre elas está em destaque a Middas Cachaça – que possui ouro comestível dentro. Com isso, haverá aproximadamente 100 diferentes produtos do Cacharitiba. O evento também conta com a presença do pesquisador de cachaça, Manoel Agostinho; com o proprietário da cachaça Do Ministro, Carlos Átila e diversos produtores proeminentes no ramo da cachaça.

 

Programação

 

Dias 01 a 03 de outubro

9h às 18h – Vitrine da Cachaça

 

Dia 03 de outubro

– Aula Show – Hambúrgueres com Z Gastronomia

– Aula Show – Doces com cachaça – Manacá GAstronomia

– Aula Show – Drinks com cachaça – Gisele Frassão

– Bate-papo com o Cacheciere Manoel Agostinho Lima Novo

– Degustação de petiscos – bar Cana Benta, Z Gastronomia e Manacá Restaurante

– 2º Concurso de Cachaça Cacharitiba – Degustação às cegas com votação pelo público

 

Dia 04 de outubro

9h às 13h – Vitrine da Cachaça

 

Todos os dias

Exposição sobre a cachaça no Paraná com curadoria de Manoel Agostinho

Degustação com os produtores na Vitrine da Cachaça

 

Parceiros

Restaurante Mukeka, Cana Benta, Z Gastronomia, Manacá Restaurante e Gisele Frassão

 

Apoio

Prefeitura de Curitiba

Secretaria de Abastecimento

Mercado Municipal

Ascesme

 

Serviço

Local | Mercado Municipal de Curitiba

Praça de Convivência, setor de Hortifruti

Avenida Sete de Setembro, 1865 – Centro

Dias | 01 a 04 de outubro de 2015

Entrada Livre

 

Dados Econômicos sobre a cachaça

 

A bebida ganhou destaque nacional e internacional e está mais presente na vida social do brasileiro, fruto de um esforço do setor para aumentar sua qualidade.

 

De acordo com o Instituto Brasileiro da Cachaça, o Paraná é o nono Estado em número de produtores. São 19 alambiques formais, segundo os dados do Ministério da Agricultura, mas estima-se que outros 300 atuem na informalidade. A fabricação é artesanal e quando aliada a condições climáticas e de solo favoráveis, o resultado é uma bebida com grife.

 

Em relação as exportações, no ano de 2014 a Cachaça foi exportada para 66 países, com mais de 60 empresas exportadoras, gerando receita de US$ 18,33 milhões, um aumento de mais de 10% em relação à 2013. Também houve um aumento de mais de 10% no volume, sendo exportado um total de 10,18 milhões de litros em 2014.

 

O Brasil possui menos de 2.000 produtores devidamente registrados, com 4.000 marcas. Estima-se que esses produtores possuam uma capacidade instalada de produção de aproximadamente 1,2 bilhão de litros anuais da bebida, porém, anualmente são produzidos aproximadamente 800 milhões de litros.

 

A Cachaça vem vivendo momentos especiais. O reconhecimento pelos Estados Unidos de que a Cachaça é um produto distinto do Brasil quebrou anos e anos de generalização do produto no mercado americano que até então era rotulado como “Brazilian Rum”.

 

A Cachaça também tem se destacado nos principais concursos internacionais de bebidas. O mais recente destes foi o Concours Mondial Spirits Selection 2014 – um dos mais importantes concursos internacionais de destilados que se realizou pela primeira vez em um país da América Latina, no Costão do Santinho em Florianópolis.

 

Em degustações às cegas, foram avaliadas mais de 650 amostras de destilados de todo o mundo e foram premiados de 215: 11 medalhas “dupla de ouro”, 100 de ouro e 104 de prata. O Brasil teve o maior número de medalhas. Ao todo foram 59: 2 dupla de ouro (Grand Gold Medal); 31 de ouro (Gold Medal); e 26 amostras premiadas com prata (Silver Medal). Estes tipos de premiações criam oportunidades de expansão para o produto.

 

 

Cachaça na culinária

 

Outro ramo no qual a bebida está se destacando é na culinária. Diversos restaurantes começaram a apostar nela como destilado gourmet, e com direito a harmonizações com pratos especiais da casa.

 

É o caso do restaurante Mukeka, apoiador do Cacharitiba, inaugurado em 2013 e comandado pelo chef Ivan Lopes. Para quebrar o hábito do curitibano de beber só uísque ou vodca, ele convidou o cachaciere Gustavo Tavares para montar uma carta que hoje possui mais de 20 rótulos.

 

Personagens

Manoel Agostinho Novo – Cacheciere (sommelier de cachaça) e pesquisador de cachaça

Estará presente no evento e disponível antes da data para entrevistas.

 

Mariane Proença – Ilustradora da garrafa Pinhão

Artista plástica formada na Escola de Música e Belas Artes do Paraná,  34 anos de estudo de arte, inúmeras exposições e publicações.

 

Luciano Maccio – Ilustrador da garrafa Gralha Azul.

O desenho da garrafa Gralha Azul é mais escuro e traz os traços da ave e do petit pavê da calçada curitibana. “De linhas pesadas e contornos bem definidos e sólidos, abuso do preto para criar volume em minhas peças”, afirma o artista.

(Foto: Vô Milano)

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ACISF viabiliza R$ 125 mil em emendas para instituições de Santa Felicidade

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Recursos destinados pela deputada estadual Marli Paulino beneficiarão diretamente ao Centro de Educação Infantil Jesus Criança e a Escola APAE Santa Felicidade

A Associação Comercial e Industrial de Santa Felicidade (ACISF) fortalece sua atuação comunitária ao contribuir para a destinação de R$ 125 mil em emendas parlamentares para duas importantes instituições sociais da região. Os recursos, destinados pela deputada estadual Marli Paulino, serão aplicados na aquisição de equipamentos para a C.E.I. Jesus Criança e para a Escola APAE Santa Felicidade.

Na quarta-feira (12/08), a diretoria da ACISF, acompanhada da deputada Marli Paulino e do ex-prefeito de Pinhais, Luizão Goulart, visitou as duas instituições para conhecer de perto o trabalho desenvolvido e as necessidades de cada uma.

A Associação Comunitária de São Braz de Curitiba, mantenedora da Creche Jesus Criança, recebeu R$ 50 mil. Localizada no bairro São Braz, a instituição atende atualmente 88 crianças de zero a três anos.

A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Curitiba (APAE) foi contemplada com R$ 75 mil, destinados à Escola APAE Santa Felicidade, que atende adolescentes a partir dos 16 anos e adultos.

ACISF aproxima comunidade e poder público

O presidente da ACISF, Fernando Linhares, destacou que a articulação para levar os recursos às instituições demonstra uma atuação da entidade que vai além da representação empresarial.

“Queremos agradecer à deputada Marli Paulino, que atendeu aos nossos pedidos. Essa iniciativa evidencia uma atuação da ACISF que vai além da representação do setor empresarial. Ao construir pontes entre a comunidade, as instituições sociais e o poder público, demonstramos nosso compromisso com o desenvolvimento integral de Santa Felicidade”, afirmou. 

Linhares ressaltou ainda que aproximar os diferentes segmentos da sociedade é uma das marcas da atual gestão da entidade.

“Nosso propósito é ouvir as demandas locais e trabalhar para transformar necessidades em ações concretas. A entrega dessas emendas reforça a importância da cooperação entre o poder público, as entidades sociais e as organizações comunitárias. Para a Creche Jesus Criança e a APAE Santa Felicidade, os recursos representam um importante apoio à continuidade e ao aprimoramento de seus projetos e serviços, beneficiando diretamente muitas famílias da região”, acrescentou.

Recursos que fazem a diferença

Para a deputada estadual Marli Paulino, conhecer pessoalmente as instituições e acompanhar o trabalho realizado reforça a importância da destinação dos recursos.

“Estou feliz em poder destinar recursos para essas importantes entidades de Santa Felicidade, que terão a oportunidade de adquirir equipamentos que serão de extrema importância no uso diário das instituições. É muito gratificante conhecer a Creche Jesus Criança e a APAE e ver de perto o belo trabalho desenvolvido por essas entidades”, destacou.

A visita também marcou um momento de aproximação entre as instituições beneficiadas, a ACISF e o poder público, fortalecendo uma parceria que busca transformar demandas da comunidade em investimentos concretos.

Com a articulação, a ACISF reafirma seu compromisso com Santa Felicidade, ampliando sua participação em iniciativas que contribuem não apenas para o desenvolvimento econômico, mas também para a inclusão social, a educação, a qualidade de vida e o fortalecimento das instituições que atendem à comunidade.

Da redação/ Fotos: Face da Notícia

Visita a Creche Jesus Criança no bairro São Braz
Visita a APAE de Santa Felicidade
Jurandir Rosa representante do grupo Famílias de Santa Felicidade, presidente da ACISF Fernando Linhares e Pedro Vidal vice-presidente do CONSEG São Braz.

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Campo Largo é a Capital Nacional da Louça

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou na quarta-feira, 1° de julho, a Lei nº 15.453/2026, oriunda do Projeto de Lei nº 2.896/2024, do deputado federal Paulo Litro (PSD-PR), encerrando uma tramitação que começou em julho de 2024 e passou por audiência pública, parecer favorável em quatro comissões e aprovação sem emendas tanto na Câmara quanto no Senado.

Contando com apoio de lideranças locais, o projeto foi aprovado sem emendas na Comissão de Indústria, Comércio e Serviços e na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara. Na sequência, seguiu ao Senado, onde recebeu parecer favorável na Comissão de Educação e Cultura, sendo aprovado também sem alterações.

A assinatura reconhece formalmente Campo Largo como Capital Nacional da Louça, valorizando a cultura e a economia do município, cuja vocação industrial já existia muito antes de qualquer projeto de lei.

Para o prefeito Maurício Rivabem, que participou pessoalmente da audiência pública realizada em 8 de julho de 2025 na Câmara dos Deputados em defesa do título, a sanção transforma em lei algo que já fazia parte do dia a dia da cidade: “A louça sempre esteve presente na vida de quem nasce e cresce em Campo Largo, seja trabalhando numa fábrica, seja vendo o pai ou o avô terem feito isso antes. Esse título reconhece esse trabalho e ajuda a levar o nome de Campo Largo para outros lugares”, concluiu.

Reconhecimento histórico – A história da louça em Campo Largo remonta à década de 1920, quando famílias de imigrantes italianos encontraram no solo rico em argila e caulim do município matéria-prima para reproduzir um ofício que já dominavam.

O que começou em olarias e pequenas fábricas artesanais foi se transformando em parques industriais completos, com nomes que hoje são referência também fora do Brasil.

Segundo levantamento do Sindicato das Indústrias de Vidros, Cristais, Espelhos, Cerâmicas de Louça e Porcelana, Pisos e Revestimentos Cerâmicos do Paraná (Sindilouça-PR), o polo industrial de Campo Largo responde por cerca de 75% da produção nacional de louça profissional destinada aos setores de hotelaria e gastronomia. O setor emprega, direta e indiretamente, cerca de 3.500 mil pessoas, movimenta mais de R$ 1,2 bilhão por ano e exporta para mais de 40 países. A cidade produz dezenas de milhões de peças de porcelana e cerâmica anualmente.

Parte dessa capacidade técnica está ligada ao Centro de Ciências e Tecnologias Cerâmicas do Paraná (Cestec), vinculado ao campus do Instituto Federal do Paraná em Campo Largo, que forma mão de obra especializada para um setor que combina processos industriais de ponta com técnicas artesanais que atravessaram gerações.

“Nossa cidade se tornou referência nacional pela qualidade, pela tradição e pela capacidade de inovação de sua indústria”, declarou o presidente do Sindilouça-PR, Fabio Germano. “A aprovação deste projeto, além de uma homenagem, é o reconhecimento de uma vocação que ajudou a moldar a economia, a cultura e a identidade do nosso município”.

Por se tratar de uma honraria, seu efeito é simbólico, mas também estratégico. Ser considerada Capital Nacional da Louça reforça a identidade de Campo Largo em negociações comerciais, no turismo industrial e na divulgação nacional de um polo que já é conhecido internacionalmente, mas que ganha agora um selo oficial reconhecido por lei federal.

A primeira grande vitrine após a sanção será a 33ª edição da Feira da Louça de Campo Largo, marcada para 3 a 13 de setembro de 2026. Realizado desde 1991, o evento é considerado um dos principais do setor no país, reunindo indústrias, lojistas e artesãos, contribuindo para levar um pouco da cultura e da história dos campo-larguenses a todo o mundo. (Fonte: SCPMCL) Foto: Arquivo / SMCS

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Calçadão vai ligar Teatro Guaíra e Praça Santos Andrade

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O prefeito Eduardo Pimentel anunciou oficialmente, na quarta-feira (12/8), o projeto de criação de um calçadão na Rua Conselheiro Laurindo, unindo a Praça Santos Andrade e o Teatro Guaíra, como parte das intervenções do Programa Curitiba de Volta ao Centro. A obra deve ser entregue até o fim do ano, para a programação do Natal de Curitiba.

“A proposta une dois dos maiores patrimônios da paisagem urbana da nossa cidade, o prédio histórico da UFPR e o Teatro Guaíra, para uma ampla área de convivência e de uso de pedestre na Praça Santos Andrade. Será um ambiente pensado para quem caminha, para quem aprecia a cultura e quer aproveitar o Centro com mais conforto, segurança e qualidade”, disse Pimentel.

O projeto, desenvolvido pelo Instituto Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), está concluído e será encaminhado para execução. Entre as intervenções, estão previstas áreas de convivência, paisagismo, acesso a áreas de embarque/desembarque para o teatro, espaço para feiras e eventos. A proposta já foi aprovada pela Coordenação de Patrimônio Cultural de Secretaria de Estado de Cultura.

A ideia é trazer o teatro para a rua, como forma de democratizar a arte e cultura nacional e local, além de valorizar a paisagem dos bens tombados e ainda melhorar a acessibilidade.  

“Fizemos estudos técnicos e essa transformação não terá impacto no trânsito da região”, disse o prefeito. As obras serão realizadas em uma quadra da Conselheiro Laurindo, entre as ruas XV de Novembro e Amintas de Barros, em um trecho de 80 metros. 

A quadra já havia sido fechada temporariamente, no ano passado, para o Natal de Curitiba, com boa aceitação da população.

Programa 

O Curitiba De Volta ao Centro é o maior programa de transformação da região central em 50 anos. O objetivo é devolver o coração da cidade aos curitibanos, mediante a adoção de estratégias de transformação da região central com requalificação urbanística e ambiental, integrando moradia, trabalho, segurança, cultura e lazer.

Para isso, a Prefeitura estruturou um pacote de incentivos fiscais, econômicos e construtivos. São R$ 133 milhões em incentivos fiscais previstos, com redução, remissão e isenção de até 100% de impostos, além de benefícios construtivos, como metragem adicional gratuita até duas vezes a área do terreno. O município também entrou diretamente na equação dos investimentos privados: poderá bancar até metade dos custos de determinadas obras de revitalização.

Um edital de subvenção econômica de R$ 30 milhões, lançado neste ano, recebeu 47 propostas de empresários, comerciantes, proprietários de imóveis e outros interessados em investir na região central. Juntas, as iniciativas representam R$ 268 milhões em investimentos previstos. (Fonte: SECPM)

A obra deve ser entregue até o fim do ano, para a programação do Natal de Curitiba. (Foto: Levy Ferreira/SECOM)

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