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Paraná planeja a retomada com investimentos e segurança institucional
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O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou na terça-feira (2) de um evento online promovido pela Câmara Americana do Comércio (Amcham Curitiba) e destacou a estruturação do Estado para o enfrentamento ao novo coronavírus e o planejamento para a recuperação econômica do Estado pós-pandemia.
O caminho para a retomada do crescimento passa por investimentos públicos e privados, ressaltou o governador, destacando que a segurança institucional do Estado e a força do agronegócio contribuem com a melhoria desse cenário. “Adotamos várias medidas para não parar o sistema econômico, ao mesmo tempo em que tomamos o cuidado com as recomendações dos órgãos de saúde”, disse ele.
A conversa foi conduzida pela CEO da Amcham, Deborah Vieitas, e acompanhada por cerca de 300 pessoas de 22 cidades e sete estados diferentes. “Nosso objetivo é estabelecer um diálogo construtivo entre os setores público e privado, para melhorar a competitividade e as exportações brasileiras”, afirmou Deborah.
O chefe da Casa Civil, Guto Silva; os secretários de Estado da Fazenda, Renê Garcia; do Planejamento e Projetos Estruturantes, Valdemar Bernardo Jorge; e da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara; e o diretor-presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin, também acompanharam a transmissão.
SAÚDE – Ratinho Junior explicou que o governo já vinha em um processo de descentralização da saúde, o que facilitou na implantação de leitos exclusivos para atender pacientes com a Covid-19 em todas as regiões. Esse planejamento incluiu parcerias com hospitais filantrópicos e particulares que atendem pelo SUS, além da estruturação da rede estadual de saúde.
“Disponibilizamos um volume grande de leitos de UTI para atender os pacientes de Covid-19. A taxa de ocupação hoje é de 48% desses leitos, mas temos um plano B para ampliar essa estrutura caso haja necessidade”, disse Ratinho Junior.
O Estado também antecipou as obras de três hospitais regionais, que seriam entregues no final do ano. Com a implantação de uma força-tarefa para concluir mais rapidamente a construção, os hospitais regionais de Ivaiporã (Vale do Ivaí) e Telêmaco Borba (Campos Gerais) começaram a funcionar nesta semana. O terceiro, em Guarapuava (Centro), deve entrar em funcionamento até o fim do mês.
EQUILÍBRIO – Paralelamente ao investimento na saúde, o Estado atuou para não parar a economia e ter a menor desaceleração possível. “Não chegamos a decretar a quarentena, apenas recomendamos a paralisação de alguns setores mais propícios à contaminação”, disse. “Alinhamos com os prefeitos para que cada município se ajustasse à sua realidade e, assim, conseguimos um equilíbrio para que o setor econômico não parasse totalmente”, explicou o governador.
Com isso, setores como o industrial, o agronegócio, construção civil e o sistema logístico do Estado continuaram em funcionamento. “O Porto de Paranaguá tem batido recordes de movimentação todos os meses. O sistema logístico do Estado foi preservado para garantir a exportação da produção histórica na agricultura”, disse.
RECUPERAÇÃO – Ratinho Junior salientou que a boa situação fiscal e a segurança jurídica do Estado são fundamentais para garantir a retomada da economia e a preservação dos empregos dos paranaenses. Esse planejamento engloba desde as micro e pequenas até as grandes empresas, tendo como guarda-chuva para o setor econômico o programa Recupera Paraná.
O programa de recuperação econômica inclui a ampliação de linhas de crédito ao setor produtivo, com a alavancagem de recursos disponibilizados pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e pela Fomento Paraná. O Estado também adotou a isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) a 270 mil micros e pequenas empresas.
Outra estratégia é ampliar o incentivo aos chamados Arranjos Produtivos Locais, para alavancar o desenvolvimento tendo em vista as vocações regionais. “Também estamos finalizando o selo Made in Paraná, para fomentar a compra de produtos produzidos no Estado. Ao prestigiar as empresas paranaenses, também ajudamos na criação e manutenção dos empregos locais”, disse Ratinho Junior.
INVESTIMENTOS – Obras públicas, tanto no setor logístico como na infraestrutura dos municípios, também estão no horizonte para a retomada econômica. O Governo do Estado obteve um empréstimo junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) de R$ 600 milhões, que integram o pacote de ações para auxiliar as cidades paranaenses.
Há ainda mais R$ 1,6 bilhão em empréstimos já autorizados pela Assembleia Legislativa e que aguarda aval federal. Os recursos deste financiamento serão utilizados em obras de infraestrutura e logística, urbanização do Litoral e também nas áreas de segurança e agricultura.
“A reforma administrativa que adotamos desde o início da gestão, que diminuiu o número de secretarias e autarquias e trouxe mais agilidade à máquina pública, também nos colocou em uma situação privilegiada”, disse o governador. “Temos uma boa capacidade de endividamento, que nos dá tranquilidade para garantir investimentos e permite que o Estado cumpra seus compromissos.”
AMBIENTE PROPÍCIO – De acordo com o secretário estadual da Fazenda, Renê Garcia, a boa situação fiscal do Estado facilita na tomada de empréstimos e também cria um ambiente propício para investidores.
“O Paraná tem um diferencial competitivo com relação aos seus pares e as finanças organizadas”, disse. “Quando o empresário vem ao Estado ele tem não só vantagem do ponto de vista operacional e dos fatores de produção, como tem segurança institucional. Em nenhum momento o Estado vai atrapalhar ou agregar risco aos investidores”, salientou.
MOVIMENTO SOMA – A reunião virtual também marcou o primeiro mês de lançamento regional do Movimento SOMA (soma.amcham.com.br). Liderado pela Amcham, a ação conecta necessidades específicas do setor público com soluções e ofertas do setor privado, fazendo indicações em tempo real de itens prioritários para doação e compras governamentais.
Além disso, iniciativa possibilita a troca de ofertas entre empresários de todo o Brasil, divulgando oportunidade de produtos ou serviços para se adaptar à situação atual. No movimento SOMA, a Amcham Brasil representa 5 mil empresas, que juntas somam 33% do PIB brasileiro e 3 milhões de pessoas empregadas em empresas das 15 principais cidades brasileiras.
AMCHAM CURITIBA – A Amcham Curitiba faz parte de uma das maiores associações de empresas do Brasil, com 15 filiais em todo o país e mais de 5.200 empresas associadas. O objetivo da entidade é criar um ambiente favorável de negócios por meio de boas práticas de mercado, capacitação profissional e cidadania empresarial.
A instituição visa facilitar relações empresariais, gerar negócios, ser ponte no relacionamento governamental e internacional, além de prover conteúdos que amplifiquem o conhecimento de seus associados. A Amcham Curitiba completa, neste ano, 20 anos de atuação no Paraná e terá uma programação especial para seus associados. (ANPr)
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Cotidiano
Sol volta a predominar no Paraná, mas chuva retorna na quinta-feira, prevê Simepar
Publicado
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26 de outubro de 2026Por
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Depois de tantos dias seguidos com chuva, o paranaense até estranhou a presença do sol na manhã desta segunda-feira (26). O tempo deve seguir ensolarado em praticamente todo o Paraná por três dias, o que ajudará a baixar o nível dos rios. O Simepar, Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná, prevê o retorno das chuvas de forma mais abrangente sobre o Estado a partir de quinta (29).
Nesta segunda e também na terça-feira (27), a presença de uma massa de ar fria e seca é o que mantém a chuva longe do Paraná. Apenas na faixa litorânea do Estado ainda há condições para ocorrência de chuvas fracas e isoladas, devido à circulação dos ventos do oceano. “Entre a noite de terça e a madrugada de quarta-feira, também são esperadas algumas chuvas isoladas no Interior do Estado”, afirma Paulo Barbieri, meteorologista do Simepar.
Devido ao ar frio, o amanhecer desta segunda foi gelado no Centro-Sul, Sudoeste e Sul do Paraná, onde as temperaturas ficaram abaixo dos 10°C. Elas gradativamente sobem no amanhecer de terça e quarta-feira (28), com previsão de mínimas próximas ou acima dos 10°C nestas regiões.
As temperaturas máximas, geralmente registradas no fim da tarde, não passam dos 21°C nesta segunda-feira na Região Metropolitana de Curitiba, Litoral, Centro-Sul, Sudoeste e Sul do Paraná, e alcançam os 25°C no Norte, 24°C no Noroeste e 23°C em cidades do Oeste. Na terça (27) as máximas devem chegar aos 26°C no Oeste, 25°C no Noroeste e 24°C no Sudoeste. Nas outras regiões, seguem parecidas com as de segunda.
Os valores nos termômetros sobem ainda mais na quarta-feira (28), chegando aos 26°C no Norte e Noroeste, 27°C no Oeste, 25°C no Sudoeste e Campos Gerais, 24° no Centro-Sul e Sul do Estado, e 23°C no Litoral. Na Capital, a temperatura máxima segue próxima aos 21°C.
As condições atmosféricas mudam a partir de quinta-feira (29). “Um sistema de baixa pressão se intensifica sobre o Paraguai, favorecendo o ingresso de umidade e calor vindos do norte do país. Assim, ao longo do dia, áreas de instabilidade com pancadas de chuvas acompanhadas de trovoadas são previstas em todas as regiões paranaenses”, explica Paulo.
Devido ao enfraquecimento da massa de ar frio, as temperaturas mínimas ficam acima dos 14°C em todo o Estado, chegando a valores próximos dos 20°C no Oeste. Já por conta da nebulosidade e chuva, as máximas voltam a ficar amenas ao longo do dia, e não passam dos 22°C em todo o Paraná.
A chuva segue durante o próximo fim de semana na maior parte das regiões paranaenses. O Simepar emitirá novos boletins nos próximos dias. (Foto: Jonathan Campos/AEN)
Cotidiano
Queijos do Paraná conquistam espaço entre os melhores do Brasil e do mundo
Publicado
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14 de outubro de 2026Por
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Com 667 medalhas conquistadas em premiações nacionais e internacionais nos últimos seis anos, os queijos do Paraná vêm galgando posição de destaque entre os melhores do país e do mundo. Os resultados projetam o estado como referência em qualidade e confirmam a força de uma tradição transformada em produto de excelência, com valor agregado e reconhecimento além das divisas paranaenses.
Boa parte dessas conquistas têm em comum um trabalho que começa muito antes da avaliação dos jurados: a assistência técnica oferecida pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) e Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), entidades vinculadas à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab) que acompanham diferentes etapas da produção: desde o manejo dos rebanhos e dos cuidados com a qualidade do leite à estruturação e à regularização das agroindústrias.
“Por trás de cada produto reconhecido estão famílias que encontraram na produção de queijos uma fonte de renda, propriedades que transformaram o leite em produtos de maior valor agregado, queijarias que avançaram na estruturação e regularização, além de um trabalho de assistência técnica que acompanha o produtor do campo ao mercado. O resultado aparece no pódio, mas é construído todos os dias, entre o manejo do rebanho, a produção do leite e o trabalho dentro da agroindústria”, reforça Karolline da Silva, assessora estadual de Agroindústria do IDR-Paraná.
RECONHECIMENTO INTERNACIONAL – Entre os principais resultados desse trabalho está a participação paranaense no World Cheese Awards, maior competição internacional dedicada exclusivamente a queijos, organizada anualmente pela Guild of Fine Food, entidade britânica que promove produtores e varejistas independentes de alimentos e bebidas artesanais. O evento é popularmente conhecido como “Oscar dos Queijos”.
Na edição mais recente, realizada em novembro de 2025, em Berna, na Suíça, mais de 5 mil queijos foram avaliados por especialistas de mais de 50 países. Entre os premiados, três foram produzidos em Toledo, no Oeste do Paraná. Os produtos foram desenvolvidos em parceria entre o IDR-Paraná e o Biopark de Toledo, centro de pesquisas referência no fomento aos negócios locais.
“Em parceria com o IDR, desenvolvemos o Projeto Queijos Finos, no qual apoiamos os produtores em todas as etapas da produção de queijos de alta qualidade, que vêm sendo reconhecidos em premiações internacionais. Um deles, o Passionata, chegou a ser escolhido entre os dez melhores do mundo”, explica Kennidy de Bortoli, pesquisador do Biopark.
Feito com leite de vaca pasteurizado e pasta dura, a coalhada do queijo Passionata passa por lavagem com infusão de maracujá. A casca é decorada com flores comestíveis, como calêndula e sementes de maracujá, apresentando cremosidade própria e notas frutadas com leve acidez.
O produto também foi destaque no Mundial do Queijo do Brasil, realizado em abril deste ano, em São Paulo, onde conquistou o terceiro lugar. Promovido pela associação SerTãoBras, o evento é considerado o maior da América Latina dedicado à valorização da cultura queijeira. Dos 43 queijos paranaenses medalhistas, 26 foram produzidos por queijarias acompanhadas pelo IDR-Paraná.
DA PRODUÇÃO À FABRICAÇÃO – Além de orientar a fabricação dos queijos, a assistência técnica do IDR-Paraná e da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) acompanha etapas que começam antes da chegada do leite à agroindústria. É nesse cuidado com a matéria-prima que começa a história da Queijaria Vovó Zaine, de Tomazina, no Norte Pioneiro.
Em 2020, quando decidiram abrir a queijaria, Paulo Henrique da Silva e Camila de Fátima Gonçalves da Silva tiveram suporte do IDR-Paraná que por meio do Programa Agroindústria junto com o Programa Pecuária de Leite, estiveram junto aos produtores desde os primeiros passos do negócio, passando pela etapa de planejamento e análise para a construção da queijaria à regularização documental da agroindústria, adequação sanitária da produção leiteira e conservação do produto até sua comercialização formal.
A partir das orientações dos extensionistas do IDR- Paraná nos programas, os produtores receberam capacitação técnica para manejo de pastagem, nutrição adequada, armazenamento, além de suporte para a montagem e regularização da queijaria. As mudanças implementadas contribuíram para que a produção de queijo aumentasse e aprimorasse sua qualidade, resultando em queijos leves e macios, de massa semicozida, com sabor suave.
O trabalho rendeu à família medalhas de prata e bronze, em duas edições do Prêmio Queijos do Paraná, promovido por um comitê-gestor formado pelo IDR-Paraná, Sebrae-PR, Sistema Fecomércio-PR e Sindileite-PR e Sistema FAEP. Hoje, a família vive exclusivamente da comercialização dos queijos e recebe visitantes de todo o Estado.
“A Vovó Zaine é um exemplo de como o trabalho de uma família no campo pode ganhar novos caminhos quando ela tem acesso à orientação técnica. Acompanhamos desde os cuidados com o rebanho e a qualidade do leite até a estruturação e a regularização da queijaria. Isso faz diferença no produto final, porque as características da matéria-prima influenciam diretamente o rendimento, a textura, o aroma, o sabor e a estabilidade do queijo”, explica o engenheiro agrônomo e extensionista do IDR-Paraná, Alfredo Braz da Costa Alemão.
DA INFORMALIDADE À REGULARIZAÇÃO – A assistência técnica também pode transformar a trajetória comercial das pequenas agroindústrias. Em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, Janete do Rocio Fila produz queijos desde 2022, mas já trabalhava de forma artesanal antes de abrir a queijaria. Depois de uma viagem viabilizada pelo IDR-Paraná à Serra da Canastra (MG), ela percebeu a importância de se adequar às normas sanitárias e, com o apoio do Programa Agroindústria, regularizou o negócio. O quilo do queijo, antes vendido por cerca de R$ 40, passou a valer aproximadamente R$ 55.
Hoje, a produtora possui cadastro no SUSAF/PR e acumula oito medalhas em premiações. Entre os produtos estão queijos feitos com iogurte natural e versões saborizadas com morango e ameixa.
“A importância da regularização sanitária não está somente na segurança de poder vender um produto devidamente regular, mas também na garantia de que estes produtos são adequados para consumo”, comenta Mariza Koloda Henning, chefe do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal e Vegetal da Adapar.
OUTRAS PREMIAÇÕES – Em competições nacionais e internacionais, queijos de diferentes regiões do Paraná somam medalhas em categorias que avaliam sabor, textura, aroma e apresentação.
PRÊMIO QUEIJOS DO BRASIL – Em todas as suas seis edições, o Paraná recebeu 667 medalhas, entre ouro, prata e bronze. Apenas em 2026, o estado recebeu 272 medalhas entre participantes das regiões de Curitiba, Toledo, Apucarana, Ponta Grossa, Paranavaí, Francisco Beltrão, Cascavel, Laranjeiras do Sul, Santo Antônio da Platina e Dois Vizinhos, os quais apresentaram, além dos queijos, produtos como doce de leite, iogurte, manteiga e requeijão.
MUNDIAL DO QUEIJO DO BRASIL – Realizado em abril de 2026, em São Paulo, o evento teve o Paraná entre os estados de destaque. Foram 43 produtos lácteos medalhistas entre 198 inscritos, desses, o IDR-Paraná destacou 12 queijarias assistidas, que somaram 26 premiações: 2 Super Ouro, 10 Ouro, 5 Prata e 8 Bronze.
WORLD CHEESE AWARDS: O “OSCAR DOS QUEIJOS” – Em 2024, em Portugal, o queijo Passionata, produzido em Toledo, ficou em 9º lugar entre os dez melhores do mundo e foi o único representante da América Latina na categoria super ouro. Em 2025, na Suíça, o Paraná voltou a ser premiado com três queijos também de Toledo: Abaporu, com notas de baunilha, amêndoa, caramelo, canela e cravo; Saint Marcellin, de sabor amanteigado, com cogumelos frescos e ervas; e Garoa Tropical, feito com enzimas cítricas na coagulação.
PRÊMIO QUEIJOS DO PARANÁ – Se lá fora os queijos paranaenses disputam com o mundo, em casa, eles têm uma premiação própria. O Prêmio Queijos do Paraná foi criado para valorizar e estimular a pecuária de leite no Estado, agregar valor à matéria-prima e colocar os produtos lácteos paranaenses em evidência.
Na primeira edição, em 2023, foram 318 queijos inscritos e 98 premiados. Na segunda edição, em 2025 foram 446 queijos inscritos e 75 premiados. A 3ª edição acontecerá em junho de 2027.
PANORAMA DA AGROINDÚSTRIA NO PARANÁ – A agroindústria paranaense, que reúne atividades como panificação, produção de bebidas, mel e derivados lácteos, vive período de franca expansão, com o surgimento de novos negócios e a formalização de empreendimentos em todo o estado.
De acordo com a Adapar, o número de agroindústrias habilitadas pelo Susaf-PR a vender produtos de origem animal passou de 55, em dezembro de 2023, para 173, em maio de 2026, mais que o triplo em dois anos e meio. No mesmo período, os municípios integrados ao sistema subiram de 95 para 207, superando a meta de 200 prevista para este ano.
No segmento de derivados de leite, a evolução também é clara: cerca de 85 famílias paranaenses vivem da atividade, e 30 novas queijarias foram implantadas nos últimos três anos, sinal de renovação e de novos investimentos no setor. Desse total, um terço participou das premiações de 2026, e entre 49% e 59% das agroindústrias passaram a faturar mais de R$ 10 mil por mês, boa parte delas com apoio técnico do IDR-Paraná.
Com capacidade para atender cerca de mil agroindústrias por ano, o IDR-Paraná tem direcionado o acompanhamento técnico a quem está começando. Segundo o diagnóstico de 2023, 26% das agroindústrias atendidas estavam nos dois primeiros anos de atividade. Nos dados parciais de 2026, a parcela subiu para 35%. (Foto: Albari Rosa/AEN)
Cotidiano
ACISF prepara segunda edição do Natal Felice em Santa Felicidade – Curitiba
Publicado
em
6 de outubro de 2026Por
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A Associação do Comércio e Indústria de Santa Felicidade (ACISF) já está preparando a segunda edição do Natal Felice, que será realizada de 5 de dezembro de 2026 a 6 de janeiro de 2027, em Santa Felicidade, Curitiba.
O evento tem como proposta valorizar e celebrar a cultura e as tradições italianas que fazem parte da identidade de Santa Felicidade, além de fortalecer o turismo regional, movimentar o comércio e contribuir para o desenvolvimento da economia local. A iniciativa também busca consolidar o bairro como um dos principais destinos natalinos do Paraná.
A abertura oficial está marcada para o dia 5 de dezembro, com uma programação especial que contará com a tradicional chegada do Papai Noel e da Befana, personagem do Natal italiano que integra as tradições culturais da comunidade.
Um dos principais espaços do evento será a Vila de Natal Befana, que neste ano será instalada na Praça San Marco, em frente ao Terminal de Santa Felicidade. O local receberá uma decoração especial e contará com a Casa do Papai Noel, Casa da Befana, presépio, palco para apresentações artísticas e culturais, além de outras atrações para toda a família.
Avenida Gastronômica de Natal
Outra novidade será a Avenida Gastronômica de Natal de Santa Felicidade, na Rua Santa Bertila Boscardin, que terá decoração natalina, iluminação cênica e reunirá opções da tradicional gastronomia italiana e de outras etnias, com pratos típicos que representam a diversidade gastronômica da região. A Avenida Manoel Ribas também receberá uma decoração especial, ampliando o clima natalino por diferentes pontos da Regional Santa Felicidade.
Decoração natalina
A ACISF também está mobilizando comerciantes e moradores para participarem da iniciativa, incentivando a decoração de estabelecimentos comerciais e residências. A proposta é envolver toda a comunidade na construção de um grande cenário natalino, valorizando a identidade de Santa Felicidade e tornando a região ainda mais atrativa para moradores e visitantes durante o período de festas.
Segundo o presidente da ACISF Fernando Linhares os preparativos já começaram e avançam por meio de reuniões e articulações entre a ACISF, o poder público e entidades ligadas ao turismo em Curitiba. “A ACISF já realizou reuniões da comissão organizadora e avançou nas tratativas com a ADETUR Rotas do Pinhão. Também houve uma reunião com o secretário estadual de Turismo, Luciano Ferreira Bartolomeu, e com o presidente do Instituto Municipal de Turismo, Rodrigo Dalla Bona Swinka, para tratar da implantação do projeto Natal Felice 2026. Queremos construir uma edição ainda mais integrada, valorizando Santa Felicidade como destino turístico, fortalecendo o comércio local e oferecendo uma programação capaz de atrair moradores e visitantes”, disse. Linhares acrescentou que o Natal Felice é uma oportunidade para movimentar a economia, gerar visibilidade para as empresas e mostrar que Santa Felicidade tem uma identidade própria. “Quanto mais o comércio participar, mais o evento poderá se transformar em uma grande celebração do bairro e em uma experiência marcante para quem nos visita, e mais fortalece esse legado que a atual administração da ACISF deixa para comunidade de Santa Felicidade e Região”, afirmou Linhares.
Da redação

