Saúde

Boletim da Secretaria da Saúde do Estado registra 1.230 novos casos de coronavírus e 62 óbitos

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A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta terça-feira (20) mais 1.230 casos confirmados e 62 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 199.785 casos e 4.951 mortes em decorrência da doença. Há ajuste de casos confirmados detalhados ao final do texto.

INTERNADOS – Nesta terça-feira são 715 pacientes internados com diagnóstico confirmado de Covid-19: 587 em leitos SUS (271 em UTI e 316 em leitos clínicos/enfermaria) e 128 em leitos da rede particular (39 em UTI e 89 em leitos clínicos/enfermaria).

Há outros 871 pacientes internados, 395 em leitos UTI e 476 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

ÓBITOS – A secretaria estadual informa a morte de mais 62 pacientes. Todos estavam internados. São 24 mulheres e 38 homens, com idades que variam de 34 a 94 anos. Os óbitos ocorreram entre 28 de junho e 19 de outubro.

Os pacientes que faleceram residiam em Londrina (9), Maringá (5), Piraquara (5), São José dos Pinhais (5), Cascavel (3), Colombo (3), Ponta Grossa (3), Campo Largo (2), Curitiba (2), Ibiporã (2) Marechal Cândido Rondon (2) e Pinhais (2). O informe confirma ainda um óbito em cada um dos seguintes municípios: Arapongas, Assaí, Cambé, Fazenda Rio Grande, Guarapuava, Ibaiti, Japira, Jataizinho, Joaquim Távora, Lapa, Marialva, Mariluz, Nova Aurora, Paranaguá, Porecatu, Quatro Barras, São Pedro do Iguaçu, Tijucas do Sul e Tuneiras do Oeste.

FORA DO PARANÁ – O monitoramento registra 2.092 casos de pessoas que não moram no Estado – 48 foram a óbito.

AJUSTES:

Um caso confirmado no dia 28/07 em Curitiba foi transferido para São José dos Pinhais.

Exclusões

Um caso confirmado no dia 19/09 em Cambará foi excluído por duplicidade de notificação.

Quatro casos confirmados nos dias 09/09 (1), 300/9, 01/10 (1) e 06/10 (1) em Cascavel foram excluídos por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado no dia 05/09 em Chopinzinho foi excluído por duplicidade de notificação.

Dois casos confirmados nos dias 30/07 e 17/09 em Colombo foram excluídos por duplicidade de notificação.

Dois casos confirmados nos dias 04/09 e 06/10 em Curitiba foram excluídos por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado no dia 10/09 em Fazenda Rio Grande foi excluído por duplicidade de notificação.

Dois casos confirmados nos dias 04/09 e 19/09 em Foz do Iguaçu foram excluídos por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado no dia 31/08 em Francisco Beltrão foi excluído por duplicidade de notificação.

Três casos confirmados nos dias 25/09 (1), 29/09 (1) e 02/10 (1) em Itapejara d’Oeste foram excluídos por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado no dia 21/08 em Paranaguá foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado no dia 22/09 em Pérola foi excluído por duplicidade de notificação.

Quatro casos confirmados nos dias 21/09 (1), 22/09 (1) 30/09 (1) e 02/10 (1) em São Jorge d’Oeste foram excluídos por duplicidade de notificação.

Saúde

Paraná declara estado de epidemia de H3N2 e reforça importância da vacinação

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O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, anunciou na manhã desta quarta-feira (12) que o Paraná está em estado de epidemia da gripe Influenza. O aumento no número de casos diários de H3N2 (um tipo do vírus Influenza A) e óbitos em decorrência da doença levaram a esta decisão.

A medida é necessária considerando a transmissão comunitária e a presença do vírus em 144 municípios do Estado. Agora, 832 casos – sendo 805 residentes no Paraná e 27 de fora do Estado – e 12 mortes estão confirmados. Os dados foram coletados até esta terça (11) por meio do Gerenciador de Ambiente Laboratorial (GAL).

“Este número de casos e óbitos é o registro que conseguimos da investigação epidemiológica após a detecção da doença pelas unidades sentinela, o que certamente não representa a realidade da doença no Estado. Temos estimativa que este número de confirmações seja pelo menos 20 vezes maior”, afirmou o secretário.

TRANSMISSÃO – A transmissão dos vírus da Influenza, em sua maioria, ocorre durante os períodos mais frios, no inverno. Agora, o Estado vive uma situação atípica de confirmações de casos durante o verão, aumentando consideravelmente a procura por atendimento médico em todas as regiões.

Segundo Beto Preto, a transmissão do vírus acelerou durante as festividades de fim de ano. “Tivemos um grande número de aglomerações familiares pelo Natal e Ano Novo, além de muitas pessoas no Litoral do Estado. Com isso, a transmissão da doença se intensificou. Precisamos continuar com os cuidados, com o uso de máscaras, álcool em gel, lavagem das mãos e distanciamento quando possível”, disse.

ÓBITOS – Os óbitos referem-se a seis mulheres e seis homens, com idades que variam de 44 a 83 anos. As mortes ocorreram entre 11 de dezembro de 2021 e 10 de janeiro de 2022. Onze tinham algum tipo de comorbidade e um caso segue em investigação. Seis não haviam tomado a vacina contra a Influenza e um permanece em investigação.

Os que faleceram eram moradores de Arapongas (1), Curitiba (2), Foz do Iguaçu (1), Londrina (2), Mandaguaçu (1), Maringá (1), Marumbi (1), Paranaguá (2) e Tapira (1).

VACINA – Mais de 616 mil doses de vacinas contra a Influenza estão nos municípios. Elas fazem parte da Campanha Nacional de Imunização Contra a Gripe de 2021 e têm validade importante nesse momento de surto de casos. Segundo os dados do vacinômetro nacional, o Paraná tem cerca de 70,40% de cobertura dentro dos grupos prioritários, com 2,1 milhões de doses aplicadas.

O Ministério da Saúde prevê para o início de abril o envio de uma nova vacina com a imunização para todos os vírus circulantes e já reconhecidos laboratorialmente.

“Onde tiver vacina, que ela seja aplicada porque ela protege contra a maioria dos vírus circulantes. Isso ajuda no diagnóstico diferencial das Síndromes Respiratórias. Contamos com a colaboração dos municípios para zerar essas doses existentes. Essa nova vacina já deve vir com a proteção contra a cepa Darwin da H3N2 e, nos próximos meses, devemos receber esse novo imunizante”, explicou o secretário.

EPIDEMIA – Epidemia é a manifestação coletiva de uma doença que rapidamente se espalha, por contágio direto ou indireto, até atingir um grande número de pessoas em um determinado território e se extingue após um período. Não havia registros de tantos casos neste período desde o início do monitoramento dos casos da Influenza A (H3) pela Sesa em 2016.

“Todos os esforços para conter o surto da doença estão sendo feitos, inclusive o envio para as Regionais de Saúde do antiviral para o tratamento, o fosfato de oseltamivir, conhecido como Tamiflu”, afirmou a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde, Maria Goretti David Lopes.

A Sesa descentralizou na última semana 460 mil cápsulas de Tamiflu e já protocolou um novo pedido junto ao Ministério da Saúde, de mais 100 mil unidades. O medicamento possui efetividade contra o agravamento do quadro clínico, diminuindo o risco de morte ou a gravidade dos sintomas no paciente.

“Se administrado em até 48 horas após a infecção pelo vírus, o medicamento possui grande efetividade no agravamento da doença e também na diminuição de internações”, acrescentou Beto Preto.

DADOS – Os dados divulgados nesta quarta foram extraídos são do Gerenciador de Ambiente Laboratorial (GAL), alimentado pelos laboratórios de todo o Estado, tanto do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto da iniciativa privada.

As informações do boletim da Influenza e demais vírus respiratórios no Paraná, publicados no site da Secretaria, são levantadas através da Vigilância Sentinela de Síndrome Gripal (SG) e da Vigilância Universal dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) hospitalizados, e os óbitos por meio do sistema de informação oficial de notificações por SRAG, SIVEP Gripe.

A Vigilância Sentinela de SG é composta por uma rede de 34 serviços de saúde para atendimento, que estão distribuídos nas 22 Regionais de Saúde e 28 municípios no Estado. A Vigilância de SRAG monitora os casos hospitalizados e óbitos.

Ambas possuem o objetivo de identificar o comportamento dos vírus respiratórios, orientando os órgãos de saúde na tomada de decisão, frente à ocorrência de casos graves e surtos e auxiliando na escolha dos vírus que vão compor a próxima vacina da gripe a ser utilizada.

PRESENÇAS – Participaram da coletiva a superintendente executiva da Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba, Beatriz Battistella Nadas; o diretor-geral da Sesa, Nestor Werner Junior; o chefe de gabinete da Sesa, César Neves; a coordenadora do Programa Estadual de Imunização, Vera Rita da Maia; a coordenadora de Vigilância Sanitária do Paraná, Luciane Otaviano de Lima; a diretora-geral do Laboratório Central do Estado (Lacen/PR), Célia Fagundes Cruz; e a chefe da Divisão de Doenças Transmissíveis da Sesa, Rosana Piler. (Foto: Geraldo Bubniak/AEN)

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Saúde

Novembro Azul de 2021 pretende aproximar homens das Unidades de Saúde

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Desde 2008 o mês de novembro é marcado por um maior movimento em prol da saúde do homem no País. O Novembro Azul foi criado com o objetivo de desenvolver ações que estimulem a população masculina a dedicar mais atenção à saúde e se conscientizar da importância da prevenção de doenças, com foco no câncer de próstata.

Nesse sentido, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) propõe como tema este ano: “Cuidar da saúde também é coisa de homem! Previna-se, cuide da sua família e procure a Unidade de Saúde mais próxima”.

A escolha vai ajudar no fortalecimento do acesso dos homens a Atenção Primária à Saúde (APS), mantendo a população masculina mais perto dos serviços em redes, cuidados rotineiros e consultas periódicas.

“Buscamos promover a melhoria das condições de saúde da população masculina no Paraná, e que a prevenção seja o primeiro caminho a ser escolhido. Estudos indicam que os homens têm menor número de consultas médicas por ano em comparação às mulheres e fazem menos uso de serviços de cuidado, por isso as ações não devem se restringir ao mês de novembro, mas sim ao longo de todo o ano”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Atualmente, a população masculina no Estado é estimada em 5,6 milhões de pessoas. Estima-se que entre 2020 e 2022 surjam 35.050 novos casos de câncer a cada ano. Segundo o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), os tipos mais frequentes entre os homens são de pele e de próstata.

“Precisamos atender os homens em suas dificuldades em cuidar da saúde, e evitar que tantos morram pela simples falta de informação. Muitas vezes, os homens com câncer de próstata procuram os serviços de saúde com a doença já em estágio avançado”, enfatizou.

ATENÇÃO À SAÚDE – Os programas da Atenção Primária do Estado do Paraná contemplam a população masculina em todas as faixas etárias, começando pelo calendário vacinal, nos primeiros meses de vida. Entre 11 e 14 anos, destaque para a vacina do HPV, que protege contra doenças infecciosas da pele e das mucosas atingindo principalmente a região genital, podendo se transformar em vários tipos de câncer.

Dos 15 aos 29 anos, a Sesa investe na prevenção de causas externas da mortalidade masculina, já que mais de 80% das causas de mortes de homens, nessa faixa etária, estão relacionadas a fatores como acidentes, violências e vícios. São exemplos os programas Tabagismo e Vida no Trânsito.

Há ainda os programas ofertados para a população em geral, com a prevenção e controle de doenças crônicas como obesidade, diabetes, hipertensão, cardiopatias e doenças transmissíveis, como Aids, hepatites e sífilis.

Em 2009, foi instituída, ainda, a Portaria nº 1944 no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Ela criou a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem, visando promover a melhoria das condições de saúde a população masculina, a fim de reduzir a morbidade e mortalidade e organizar uma rede de atenção à saúde que garanta uma linha de cuidados integrais voltada para a população masculina.

NOVEMBRO AZUL – O movimento Novembro Azul teve origem em 1999, na Austrália, com um grupo de amigos que decidiram deixar o bigode crescer, a fim de chamar atenção para a saúde masculina. Ele chegou ao Brasil em 2008, trazido pelo Instituto Lado a Lado pela Vida e pela Sociedade Brasileira de Urologia.

Para chamar ainda mais a atenção para a causa, o dia 17 de novembro foi escolhido como Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata e muitas cidades iluminam os monumentos e prédios públicos na cor azul, assim como é feito durante a campanha do Outubro Rosa. (Arte: SESA/AEN)

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Saúde

Curitiba já aplicou mais de 3 milhões de doses da vacina contra a covid-19

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A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Curitiba aplicou, até esta quinta-feira (29/10), mais de 3 milhões de doses da vacina contra a covid-19, entre primeira e segundas doses, doses de reforço e dose única.

Curitiba já utilizou 3.087.230 unidades do imunizante -1.479.121 primeiras doses, 1.263.039 segundas doses, 38.246 doses únicas e 90.742 doses de reforço.

A cidade tem 1.517.367 pessoas vacinadas com pelo menos uma dose – com a primeira dose ou a dose única (Janssen).

Assim, 77,9% dos curitibanos já receberam ao menos uma dose do imunizante e 66,8% da população da cidade está totalmente imunizada contra a covid-19, com as duas doesse ou a dose única.

Vacinados com 18 anos ou mais

Entre a população com 18 anos ou mais, 1.406.024 curitibanos receberam a primeira dose da vacina contra o novo coronavírus. Um total de 1.301.105 pessoas acima dos 18 anos já completou o esquema vacinal até esta quinta-feira (29/10). Destas, 1.262.859 pessoas receberam a segunda dose da vacina e outras 38.246 pessoas receberam a vacina em dose única.

Reforço

Curitiba também está aplicando as doses de reforço para quem já completou o ciclo de imunização, nos seguintes grupos: idosos de 70 anos, pessoas imunossuprimidas e profissionais de saúde. Até esta quinta-feira (29/10), 90.742 pessoas desses grupos receberam a dose de reforço.

Adolescentes de 12 a 17 anos

A SMS vacinou 73.097 adolescentes entre 12 e 17 anos. Destes, 180 já receberam também a segunda dose, sendo do grupo de gestantes abaixo de 18 anos.

Doses recebidas

Até o momento, Curitiba recebeu do Ministério da Saúde, repassadas pelo Governo do Paraná, 3.136.217 doses de vacinas, sendo 1.551.232 para primeira dose, 1.413.638 para segunda dose, 38.975 doses de aplicação única e 132.372 doses de reforço. Nesse montante já estão contabilizados os 5% de reserva técnica.

A reserva técnica é uma medida de segurança, faz parte dos protocolos da logística e é necessária para evitar problemas no fluxo de imunização que possam ser causados por imprevistos eventuais, por exemplo, quebra acidental de frascos.

O município tem capacidade para vacinar até 30 mil pessoas por dia e o avanço do cronograma de imunização ocorre à medida que as doses são enviadas pelo Ministério da Saúde ao governo estadual, responsável por distribuir os lotes do imunizante aos municípios.

Confira detalhes da vacinação contra a covid-19 no Painel Covid-19 Curitiba.

(Foto: Ricardo Marajó/SMCS)

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