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Ponte da Integração Brasil-Paraguai atinge quase 45% de execução
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A Ponte da Integração Brasil – Paraguai atingiu quase 45% de execução em novembro, um ano e três meses após o início da construção, no Rio Paraná, em Foz do Iguaçu (Oeste). Nesta terça-feira (01), o governador Carlos Massa Ratinho Junior recebeu os presidentes Jair Bolsonaro e Mario Abdo Benítez e os acompanhou na vistoria à obra. A visita foi uma comemoração ao estágio da construção. O governador é um dos responsáveis pela articulação com a Itaipu Binacional para tirar o projeto do papel.
A ponte tem como objetivo principal desafogar o trânsito intenso da Ponte da Amizade, construída nos anos 1960, e consolidar o Estado como um hub logístico e de turismo da América do Sul. As obras são executadas dentro de um convênio entre Itaipu Binacional e o governo federal com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Logística e o Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR).
O presidente Jair Bolsonaro disse que a obra representa um “casamento perfeito” entre Brasil, Paraguai e o Paraná. “Nosso relacionamento é excelente, só pode produzir frutos como esse. É uma obra de integração. O Paraguai não é nosso vizinho, é nosso irmão”, disse. Ele também destacou a geração de cerca de 500 empregos diretos (85% de operários da região) e 1.500 indiretos na cadeia de fornecedores.
O governador Ratinho Junior destacou a parceria estratégica com a governo federal e a Itaipu Binacional, propondo uma nova era de desenvolvimento para o Paraná. “É uma conquista histórica do Estado e que atrairá novos investimentos, novos empregos. A ponte é um marco arquitetônico, turístico e de integração entre os dois países”, afirmou.
Segundo o diretor-geral brasileiro de Itaipu Binacional, Joaquim Silva e Luna, a obra respalda o planejamento estratégico do Governo do Estado para a região Oeste. “Está interligada com as demais intervenções de Itaipu no Estado, alinhadas com o governador Ratinho Junior”, afirmou. “É uma obra fundamenta para a região da tríplice fronteira, para o Paraná e para o Brasil”.
PONTE – A segunda ponte internacional sobre o Rio Paraná e a nova perimetral até a BR-277, que acompanha a obra, terão investimentos de R$ 463 milhões da Itaipu Binacional. A ponte, estimada em R$ 323 milhões, está sendo construída nas proximidades do Marco das Três Fronteiras, ligando Foz do Iguaçu à cidade paraguaia de Presidente Franco.
A estrutura terá 760 metros de comprimento e vão-livre de 470 metros, o maior da América Latina. Serão duas pistas simples com 3,6 metros de largura, acostamento de 3 metros e calçada de 1,70 metro nas laterais. A previsão é que a obra seja entregue em 2022. Ela será maior que a Ponte Internacional da Amizade e está localizada cerca de 10 quilômetros abaixo dela, em direção ao Rio Iguaçu.
Atualmente as obras se concentram na continuidade da construção das pernas do mastro (peça mais alta que irá compor a estrutura e que serve de apoio para os estaios que darão estabilidade ao tabuleiro/pista) do lado brasileiro. Essa estrutura em formato de Y invertido terá 190 metros de altura, tamanho de um prédio de 60 andares.
Também há uma frente importante de trabalho na pista. Entre os dias 24 e 26 de novembro foi realizado o segundo empurramento no lado brasileiro, de mais 27 metros, deixando a pista a apenas dois pilares de sustentação do Y principal. Ela está sendo montada num movimento de encaixe no molde que avança paulatinamente sobre o rio, respeitando a concretagem sobre uma estrutura metálica de 60 toneladas, que depois é empurrada para frente para possibilitar a nova concretagem.
“É um dos maiores empreendimentos do País e monumento de turismo e de desenvolvimento econômico para Foz do Iguaçu. Estamos com as maiores tecnologias, tudo o que tem de melhor na engenharia”, disse o engenheiro André Toledo, responsável pelo consórcio Construbase-Cidade-Paulitec, que fez uma apresentação para a comitiva que visitou a obra. “É uma obra que exigiu muito planejamento, uma tecnologia inovadora de estudo de solo através de filmagens, e engenheiros com 70 anos de idade e outros com 30 anos e novas ideias”.
Assim como no lado brasileiro, o lado paraguaio já conta com sua caixa de equilíbrio e os seis principais pilares em plena forma. Os trabalhos do outro lado da fronteira se concentram na instalação da estrutura metálica e da concretagem do primeiro pedaço, que será empurrado assim que a pista atingir os primeiros 30 metros.
Também há, nos dois lados do rio, programas ambientais de preservação do solo, da fauna e da flora, respeitando as contrapartidas exigidas no contrato para minimizar os efeitos socioambientais da obra.
PROJETO – O projeto foi concebido originalmente por uma comissão mista entre Brasil e Paraguai em 1992, mas foi deixado de lado com o decorrer dos anos por falta de dinheiro ou interesse diplomático. Também houve problemas ambientais no início da execução, em 2014, e a obra foi paralisada. Quando houve avanços nas questões legais não havia recursos e a entrada da Itaipu Binacional nessa estratégia foi fundamental para resolver todas as pendências.
Como contrapartida da diretoria paraguaia de Itaipu Binacional, haverá uma nova ponte, também bancada pela estatal, entre Carmelo Peralta (Paraguai) e Porto Murtinho (Mato Grosso do Sul). Essa nova ponte auxiliará na estratégia da criação de um corredor bioceânico ligando os portos paranaenses ao Porto de Antofagasta, no Chile.
PERIMETRAL – A perimetral que faz parte da obra vai permitir que caminhões procedentes da Argentina e do Paraguai acessem diretamente a BR-277 na altura do Posto Paradão, reduzindo o fluxo de veículos pesados na área urbana de Foz do Iguaçu. A ponte também terá acesso facultado a veículos menores e turistas.
A perimetral do lado brasileiro está prevista para começar a sair do papel em 2021 e inclui toda a estrutura necessária para a aduana na chamada zona primária. As licenças do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) foram concedidas em novembro deste ano. Ela terá 15 quilômetros de extensão, três viadutos, duas travessias e duas aduanas, com investimento de R$ 174 milhões.
A perimetral do lado paraguaio será de responsabilidade do governo local e terá 35 quilômetros de extensão, com um viaduto, duas pontes, um trevo, um centro integrado de cargas e uma área de controle primário. A obra está orçada em US$ 172 milhões. Da mesma forma, na outra ponte ligando os dois países, cada um deles será responsável pela construção da sua respectiva perimetral.
PRESIDENTE EM FOZ – Esta foi a quarta visita do presidente Jair Bolsonaro a Foz do Iguaçu e a sexta ao Paraná em menos de dois anos do mandato. A primeira ocorreu na posse de Joaquim Silva e Luna como diretor-geral brasileiro da Itaipu, em 2019; a segunda, em maio do mesmo ano, no lançamento da pedra fundamental da Ponte da Integração e na ativação do Centro Integrado de Inteligência de Segurança Pública da Região Sul (CIISP-Sul), em Curitiba; e em agosto de 2020, no lançamento da pedra fundamental da duplicação de um trecho de 8,7 quilômetros da BR-469, a Rodovia das Cataratas.
No mês passado, o presidente esteve em Renascença, no Sudoeste do Paraná, para o lançamento da continuidade da revitalização de um trecho de 46 quilômetros da Estrada Boiadeira, entre Porto Camargo e Umuarama, que terá aporte de R$ 223,8 milhões da usina de Itaipu.
REUNIÃO BILATERAL – Logo depois do evento, os presidentes Bolsonaro e Benítez e suas respectivas comitivas diplomáticas foram ao Hotel Recanto Cataratas para uma reunião bilateral de trabalho.
PRESENÇAS – Estiveram presentes na visita o diretor-geral paraguaio de Itaipu, Ernst Ferdinand Schmidt; o governador de Alto Paraná, Roberto González Vaesken; o ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Casa Civil, Walter Braga Netto; a ex-governadora Cida Borghetti; deputados federais e estaduais; diretores de Itaipu; o secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex; o diretor-geral do DER-PR, Fernando Furiatti; o prefeito de Foz do Iguaçu, Chico Brasileiro; e autoridades diplomáticas dos dois países.



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Notícias
Massa de ar polar perde força e chuvas voltam ao Paraná quarta-feira, prevê o Simepar
Publicado
em
19 de outubro de 2026Por
facedanoticia
O amanhecer gelado e as tardes ensolaradas já estão com os dias contados. De acordo com o Simepar, Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná, a massa de ar frio e seco que está sobre o Paraná perde força e as chuvas volumosas, com risco de tempestades, retornam já na madrugada de quarta-feira (21) ao Paraná.
A massa de ar frio chegou no fim de semana. No domingo (18), Loanda registrou 12,5°C, a temperatura mais baixa em outubro desde que a estação meteorológica do Simepar foi instalada na cidade, em 2017. Com predomínio de sol a amplitude térmica foi destaque. Em cidades do Norte, como Maringá, o dia que começou na casa dos 12°C passou dos 25°C no fim da tarde.
As temperaturas no amanhecer desta segunda-feira (19) continuaram batendo recordes. Guarapuava (3°C), Laranjeiras do Sul (8°C), Distrito de Horizonte, em Palmas (2,3°C), Santa Maria do Oeste (8,1°), Nova Prata do Iguaçu (11,4°C), Umuarama (9,7°C) e União da Vitória (4,7°C) registraram a temperatura mais baixa para outubro desde que as estações meteorológicas do Simepar foram instaladas nas cidades: Guarapuava foi instalada em 1997, Laranjeiras em 2017, Horizonte em 2019, Santa Maria em 2022, Nova Prata em 2023, Umuarama em 1997, e União da Vitória em 1997.
As temperaturas ficaram abaixo dos 5°C com condições favoráveis para formação de geadas no Centro-Sul, em torno dos 5°C nos Campos Gerais, perto dos 9°C na Região Metropolitana de Curitiba, e entre 9°C e 12°C no Oeste e no Norte do Paraná. A segunda e a terça-feira (20) ainda seguem com temperaturas baixas no amanhecer e elevação das temperaturas com predomínio de sol à tarde, sem previsão de chuvas significativas.
Nesta segunda as máximas chegam aos 25°C novamente no Oeste, Norte e Norte Pioneiro, e aos 20°C nas outras regiões do estado. Na terça, as temperaturas sobem um pouco mais, e podem chegar aos 27°C na metade norte do Paraná. “No Litoral a nebulosidade é maior, as temperaturas variam um pouco e na terça-feira não se descartam pancadas de chuva isoladas entre a Serra do Mar e o Litoral”, explica Raissa Pimentel, meteorologista do Simepar.
As condições atmosféricas começam a mudar a partir da madrugada de quarta-feira (21). “Um sistema de baixa pressão em formação na região do Paraguai traz chuva de volta ao Paraná”, detalha Raissa. Com o afastamento da massa de ar frio, as temperaturas mínimas sobem um pouco no amanhecer, e já a partir de quarta-feira ficam acima dos 10°C em todo o estado.
Na quarta, a chuva será registrada no Noroeste, Oeste, Sudoeste e Centro-Sul do Paraná. Nos dias seguintes, a chuva se espalha para as demais regiões e até sexta-feira (23) atinge todo o estado, com aumento do risco de tempestades. Os volumes acumulados de chuva podem se aproximar dos 100 mm, principalmente no Oeste, Sudoeste e Centro-Sul.
A chuva seguirá até o fim de semana. Com o novo risco de tempestades e chuva volumosa, o Simepar ressalta a importância do cadastro para receber os alertas da Defesa Civil Estadual. Basta enviar um SMS do celular para o número 40199, e no campo da mensagem digitar o CEP da residência. (Foto: Geraldo Bubniak/AEN)
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Setor de serviços do Paraná cresceu 1,1% nos últimos 12 meses, aponta IBGE
Publicado
em
14 de outubro de 2026Por
facedanoticia
O setor de serviços do Paraná cresceu 1,1% no acumulado de 12 meses, entre setembro de 2025 e agosto de 2026, na comparação com o mesmo período anterior, de acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado paranaense foi o segundo melhor do Sul do Brasil, logo atrás de Santa Catarina, com 1,2%, e à frente do Rio Grande do Sul, que registrou saldo negativo de -0,5%. No País, a média foi de 2,2%.
Em relação a passagem de julho para agosto deste ano, o setor de serviços do Paraná cresceu acima da média nacional, com 1%, o 7º melhor resultado dentre os 26 estados e o Distrito Federal. A média brasileira foi de -0,1%, com 12 unidades da federação com retração no volume de serviços. Segundo o IBGE, o Paraná, Distrito Federal (3,7%), Minas Gerais (0,8%) e Rio de Janeiro (0,5%) tiveram as principais contribuições positivas do mês.
Na comparação de agosto de 2026 com o mesmo mês de 2025, o movimento no setor de serviços também cresceu acima da média, com 0,8% de alta, contra 0,6% do Brasil. Neste recorte, foi o melhor resultado da Região Sul, uma vez que Santa Catarina (-0,2%) e Rio Grande do Sul (-1,6%) tiveram retração no período. O Paraná também ficou muito próximo de São Paulo, que registrou 0,9%.
SETORES – No Paraná, os setores que mais impactaram no resultado positivo do acumulado de 12 meses foram o de serviços de informação e comunicação, com 3,5%; e transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, com 1,9%.
Já em relação à comparação de agosto de 2026 com agosto do ano passado, serviços de informação e comunicação (5,4%), serviços prestados às famílias (3%), transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (1,2%) e serviços profissionais, administrativos e complementares (0,6%) puxaram o resultado positivo de 0,8%.
RECEITA – A variação da receita nominal de serviços foi positiva em todos os recortes da pesquisa do IBGE. Em 12 meses, a alta foi de 6,2%. No acumulado de 2026, 5,4%; na comparação entre os meses de agosto de 2026 com o de 2025, 6,2%; e na passagem de julho para agosto, 1%.
PESQUISA – A PMS permite o acompanhamento conjuntural do setor de serviços no País, investigando a receita bruta de serviços nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, que tenham serviços não financeiros como sua principal atividade, excluídas as áreas de saúde e educação. (Foto: Roberto Dziura Jr/AEN)
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Prefeitura de Curitiba lança plataforma que digitaliza gestão de imóveis
Publicado
em
24 de setembro de 2026Por
facedanoticia
O prefeito Eduardo Pimentel lançou, na terça-feira (22/9), no Palácio 29 de Março, uma plataforma de gestão que moderniza o atendimento às imobiliárias conveniadas da capital. A nova ferramenta adota um modelo de autosserviço, permitindo que usuários autorizados pelas imobiliárias façam diretamente, pela internet, uma série de operações relacionadas aos imóveis administrados.
A iniciativa busca reduzir a burocracia, dar mais autonomia às empresas e diminuir a necessidade de intermediação dos servidores municipais. Na prática, o fluxo deixa de seguir o modelo anterior, em que a imobiliária precisava acionar um funcionário da Prefeitura para acessar o sistema interno e concluir procedimentos. O tempo de atendimento, que era de 48 horas, passa a ser imediato.
Entre os serviços disponíveis estão a administração online das carteiras de imóveis, consulta de débitos de IPTU, emissão de guias de recolhimento (DAMs), acompanhamento de pagamentos, consulta de imóveis cadastrados, emissão de comprovantes de quitação e acesso à segunda via do IPTU. Autorizações e permissões também passam a ser controladas digitalmente.
A plataforma deve entrar no ar em 19 de outubro, após treinamento promovido pela Prefeitura e o Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi) para as imobiliárias.
“Hoje lançamos mais uma medida para desburocratizar, facilitar a vida de quem gera desenvolvimento e emprego na nossa cidade. Eu costumo dizer que os municípios têm sempre pouca margem para trabalhar com isenção fiscal para atrair investimentos e ajudar o fomento das cidades. E isso diminui ainda mais com a Reforma Tributária. Então estamos trabalhando em duas frentes, na desburocratização e na qualificação profissional”, disse Pimentel.
Já aumentamos o número de atividades com alvará automático de 606 para 1,2 mil, com o programa Facilita Mais. Agora, lançamos a plataforma que torna mais simples a gestão da carteira das imobiliárias, que administram centenas, milhares de imóveis na nossa cidade”, explicou o prefeito.
Solidez fiscal
Com a nova plataforma, a operação passa a ser feita diretamente pela imobiliária. Para o secretário municipal de Planejamento, Finanças e Orçamento, Vitor Puppi, a plataforma é um grande avanço que possibilita, por exemplo, checar se o IPTU do imóvel foi pago.
A ideia é usar a tecnologia para ajudar a cidade e esse investimento é também resultado de uma cidade resiliente do ponto de vista fiscal. Sem solidez fiscal, se nós não temos os nossos compromissos fiscais sérios, honrados, esse tipo de investimento é o primeiro que fica para trás. Nós conseguimos evoluir porque estamos promovendo uma gestão séria, responsável e dentro dos nossos mais altos níveis de responsabilidade fiscal”, disse Puppi.
400 imobiliárias beneficiadas
O objetivo é criar um fluxo 100% digital, integrado e rastreável, com maior segurança jurídica e atenção às regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A mudança beneficiará as 400 imobiliárias de Curitiba conveniadas, responsáveis por aproximadamente 90 mil indicações fiscais ativas e pagantes, além de outras 20 mil sem geração de pagamento. Somente em 2025, o IPTU recolhido por meio do convênio chegou a R$ 135,68 milhões. Entre os conveniados, o que possui a maior carteira apresentada no material administra 4.746 imóveis.
“Essa é uma plataforma em que todos ganham. É muito bom quando administração municipal entende as necessidades dos segmentos econômicos e esse é um exemplo. A plataforma é simples, intuitiva e o primeiro passo para que possamos desenvolver e aprimorar o serviço prestado”, disse o superintendente fiscal da secretaria de Planejamento, Finanças e Orçamento, Eduardo Makowski.
Competência técnica
Para o vice-presidente do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi), Carlos Eduardo Manzochi, Curitiba reafirma seu DNA de vanguarda urbana com o lançamento da plataforma.
“O que vocês entregam hoje não é apenas um sistema de gestão, é um exemplo vivo de competência técnica. Curitiba sempre liderou planejamento urbano no Brasil e nós, como representantes do mercado, acreditamos que o próximo salto de maturidade da capital está na democratização da inteligência de dados. No Brasil, a assimetria de informações faz com que um imóvel leve, em média, 16 meses para ser comercializado. Nos Estados Unidos, onde há plena publicidade de dados, cadastrais e transações, esse tempo cai para apenas 2,5 meses. A transparência é o motor da velocidade dos negócios”, afirmou.
Homenagem
Durante o lançamento, o servidor aposentado da secretaria de Finanças Sérgio Luiz França recebeu uma homenagem pelos 46 anos dedicados ao atendimento às imobiliárias de Curitiba. “Quando comecei, a comunicação com as imobiliárias era via fax, depois veio o email. É muito bom ver essa evolução do serviço agora com a nova plataforma”, afirmou.
Treinamento
A Prefeitura e o Secovi promovem o treinamento para as imobiliárias em 15 de outubro, às 14h, na Rua Dr. Pedrosa, 475, Batel, auditório térreo. Como o espaço tem capacidade para apenas 120 lugares, o treinamento ficará gravado para que possa ser acessado por todas as imobiliárias conveniadas.
Presenças
Também estiveram no evento o secretário do Governo Municipal, Marcelo Fachinello; o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Inovação, Sergio Bento; a procuradora-geral do município, Vanessa Volpi; o diretor de Assuntos Econômico e Tributários da Secretaria da Fazendo do Paraná, Francisco Inocêncio, o presidente do ICI, Alexandre Gedanken; o presidente do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi-PR), Carlos Ribas Tavarnaro; o presidente da Confraria Imobiliária de Curitiba, Carlos Eduardo Canto; a presidente da Rede Una Imóveis Conectados, Elza Rocha Loures.
Da Secretaria Municipal de Planejamento, Finanças e Orçamento, também estavam o superintendente executivo, Vinicios Borio; o diretor do Departamento de Rendas Imobiliárias, Sérgio Primo; a diretora do Controle Financeiro, Viviane Galdino; o coordenador de Projetos de informação, Ivonei Carlos Koakoski; o diretor do departamento de Orçamento, Carlos Eduardo Kukolj; o diretor do departamento de Contabilidade, Claudinei Nogueira; o auditor fiscal Toniel Mocelin Ceccon; e o diretor executivo da Pars, Mario Nakatani Júnior. (Foto: Pedro Ribas/SECOM)
