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Turismo e Lazer

Recuperação da orla de Matinhos terá duas etapas; primeiro investimento será de R$ 397,2 milhões

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O projeto de recuperação da orla de Matinhos, no Litoral do Paraná, abrangendo oito quilômetros de extensão, do Morro do Boi até o Balneário Saint Ettiene, será realizado em duas etapas. Com investimentos atualizados de R$ 397,2 milhões, as obras da primeira parte serão realizadas em um trecho de 6,3 quilômetros, do Morro do Boi até o Balneário Flórida. A intervenção está dentro do programa de financiamento Avança Paraná e deve começar no próximo semestre.

O projeto executivo foi apresentado nesta quarta-feira (28) em audiência pública, junto da minuta do edital de licitação e dos elementos técnicos instrutores. Devido à pandemia da Covid-19, ela foi realizada de forma virtual, com participação popular e manifestações pelo chat do YouTube (a transmissão ficará disponível).

“Essa divisão em etapas foi uma decisão para oferecer mais transparência ao processo. Vamos realizar as intervenções onde temos os estudos de impactos ambientais e dar início aos estudos que se fizerem necessários para a segunda etapa”, afirmou o diretor de Saneamento Ambiental e Recursos Hídricos do Instituto Água e Terra (IAT), José Luiz Scroccaro.

O projeto foi executado pelo IAT, vinculado à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo (Sedest), e analisado pela equipe multidisciplinar da UFPR, através do Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura. Já a minuta do edital e o elemento técnico instrutor tiveram a colaboração da Procuradoria-Geral do Estado (PGE).

As intervenções visam mitigar os efeitos provocados pela erosão marinha e contribuir para o controle das cheias na região. “Nossa intenção agora é fazer uma bela concorrência pública, com transparência, e garantir a fiscalização das obras para que a população possa usufruir dessa estrutura com qualidade por muitos anos”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Sustentável e Turismo, Márcio Nunes. “Vamos cuidar e recuperar o meio ambiente, evitar erosão costeira, enchentes e doenças, e transformar o Litoral em um dos locais mais bonitos do Brasil para alavancar o turismo no Estado”.

A audiência pública atende as exigências da Lei Federal nº 8.666/1993 e a Lei Estadual nº 15.608/2007, que instituem as normas para licitações e contratos da Administração Pública. Conforme a legislação, ela deve ocorrer com, no mínimo, 15 dias úteis de antecedência da publicação do edital de licitação.

“Cumprimos um ritual de legalidade com relação a uma obra de grande porte para o Litoral paranaense. Não é uma obra astronômica, é do tamanho da solução dos problemas causados pela erosão e pela drenagem urbana de Matinhos. Uma obra esperada por duas décadas”, afirmou Márcio Nunes.

OBRAS – O projeto de Recuperação da Orla de Matinhos compreende os serviços de engorda da faixa de praia por meio de aterro hidráulico, estruturas marítimas semirrígidas, canais de macrodrenagem, redes de microdrenagem, revitalização urbanística da orla marítima, bem como a pavimentação e a recuperação de vias.

Nos primeiros 6,3 quilômetros, do Morro do Boi até o Balneário Flórida, serão instalados dois guias correntes, dois headlands e um espigão. A previsão é de as obras aconteçam em 32 meses.

Serão implantados, também, equipamentos urbanos, ciclovia, pista de caminhada e corrida, pista de acessibilidade, revitalização de ruas e calçadas, passarelas para acesso à praia (protegendo a restinga), além de paisagismo com árvores nativas.

O projeto pode ser consultado no link Recuperação da Orla de Matinhos | Instituto Água e Terra em iat.pr.gov.br.

Na segunda etapa, que ainda depende de trâmites anteriores à licitação, as intervenções serão realizadas do Balneário Flórida até o Balneário Saint Ettiene, num trecho de 1,7 quilômetros. O investimento será de R$ 126 milhões. A expectativa é de terminar todo o projeto em 2025.

LICENCIAMENTO – A parte que será licitada também já conta com todos os licenciamentos. Neste mês, foi emitido o Licenciamento Prévio (LP) para as obras de micro e macrodrenagem e o Licenciamento de Instalação (LI) para o engordamento da faixa de areia, a revitalização paisagística e as infraestruturas existentes no projeto. (Foto: SEDEST)

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Turismo e Lazer

Voluntários fazem mutirões para revitalizar trilhas em parques da RMC

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As trilhas do Parque Estadual Pico do Paraná em Campina Grande do Sul e do Morro do Anhangava, em Quatro Barras, atrativo do Parque Estadual Serra da Baitaca, ambos na Região Metropolitana de Curitiba, receberam neste fim de semana uma ação de voluntários para revitalizá-las. Foram feitos tapa-buraco, capina, remoção de pedras e outras providências para fortalecer a manutenção dos locais.    

A iniciativa contou com o apoio do Instituto Água e Terra (IAT), órgão vinculado à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo. O objetivo foi garantir a segurança dos visitantes nas trilhas, que também sofrem danos com o grande fluxo de pessoas e com as fortes chuvas. Além disso, o trabalho busca minimizar os impactos da degradação causados pelo pisoteio dos visitantes, reduzindo o processo erosivo e o carreamento de material sedimentado.

As ações foram organizadas pela Federação Paranaense de Montanhismo (Fepam), através dos clubes associados. A Fepam promove os mutirões de manutenção através de um Termo de Cooperação firmado com o IAT.

A atividade no Morro do Anhangava teve a participação dos integrantes da Associação Montanhistas de Cristo, dentro do Programa Adote Uma Montanha. O Morro do Anhangava é uma das atrações do Parque Estadual Serra da Baitaca. Com 1.430 metros de altitude, é considerado o principal destino do Paraná para quem gosta de escalada em rocha.

Além deste, o Parque também possui os atrativos Pão de Loth e o Caminho do Itupava. Este último segue fechado por tempo indeterminado para reparação de danos nas trilhas.

O presidente da Fepam, Marcio Hoepers, afirma que cuidar das áreas de preservação do Estado é a garantia de um ambiente seguro aos 220 montanhistas federados e aos turistas como um todo.

“As trilhas dão acesso ao nosso destino final, que são as montanhas, então mantê-las limpas e conservadas é um dos nossos deveres, como montanhistas e também como membros do montanhismo organizado em clubes e associações”, destacou.

Já a manutenção das trilhas do Pico Paraná foi realizada pelo Clube Paranaense de Montanhismo (CPM), dentro do Projeto de Voluntariado do Pico Paraná (VOU PP). “Estamos muito satisfeitos com o resultado e muita gente passa a entender a importância do trabalho voluntário e do montanhismo organizado”, destacou Ricardo Modesto, presidente do CPM.

O Pico Paraná é uma formação rochosa de mais de 1.870 metros, sendo o mais alto do Sul do País. O local atrai montanhistas e aventureiros de todos os lugares. Do topo, é possível avistar todo o conjunto de serras e as baías de Paranaguá e Antonina, além de Curitiba e Região.

CUIDADOS  Os parques de montanha recebem visitantes em busca de aventuras e contato com a natureza durante o ano todo. O diretor de Políticas Ambientais da Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Rafael Andreguetto, lembra que a visitação nas Unidades de Conservação do Estado continua com restrições por causa da pandemia, como a redução em 50% da capacidade máxima permitida e o cadastro de visitantes nas portarias oficiais.

“É preciso que as pessoas tomem os devidos cuidados porque a pandemia ainda não acabou. A orientação é que os interessados liguem antes e verifiquem a capacidade de carga dentro das unidades”, afirmou.

É obrigatório o uso de máscaras durante toda a permanência nos parques estaduais, o uso de álcool em gel e o distanciamento social. Não é permitido acampar em nenhum local dentro das áreas de preservação e também estão proibidas as fogueiras.

Ao fazer o cadastro, os visitantes dos dois atrativos recebem pulseira de identificação. Quem for abordado dentro da unidade e não estiver portando a pulseira, está sujeito a autuações.

(Fotos: Fepam/SEDEST/AEN)

Foto: Divulgação SEDEST
Foto: Divulgação SEDEST
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Turismo e Lazer

Com as novas medidas restritivas, parques estaduais fecharão neste domingo

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Devido ao aumento de casos da Covid-19, os parques estaduais não podem receber visitantes nos domingos, enquanto vigorar o Decreto 7.672/21, publicado no dia 17. Durante a semana funcionam com horários diferenciados, previstos na Portaria 006/2021, respeitando as normas de distanciamento para evitar aglomeração. As novas medidas de restrição se estendem até o dia 31 de maio.

As Unidades de Conservação de montanhas – Pico Paraná, Pico Marumbi e Serra da Baitaca, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC) também fecharão aos domingos. Porém, as unidades tiveram o horário de visitação alterado, a partir do último final de semana.

Os demais parques funcionarão das 8h às 17 horas, de quarta-feira a sábado, apenas para atividades individuais, como caminhada, corrida e exercícios. Continuam proibidas práticas esportivas coletivas e eventos destinados ao entretenimento ou recepção. Às terças-feiras as Unidades de Conservação são fechadas para manutenção. (AEN – Foto: SEDEST/IAT)

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Turismo e Lazer

Parques com montanhas na RMC têm horários de funcionamento alterados

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Os Parques Estaduais de montanha Pico Paraná, Pico Marumbi e Serra da Baitaca, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), passam a ter horário de visitação alterados a partir deste final de semana por conta das práticas de montanhismo realizadas nos locais. A decisão foi oficializada nesta quinta-feira (13), pelo Instituto Água e Terra (IAT), vinculado à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo (Sedest).

A orientação é que os montanhistas cheguem mais cedo nas unidades para a prática do esporte. Os horários limites de permanência nos locais devem ser respeitados. Nas demais Unidades de Conservação do Estado seguem as normativas de horário publicadas na Portaria nº IAT 006/21.

O Caminho do Itupava, atrativo do Parque Estadual Serra da Baitaca, permanece fechado para visitação devido a riscos de segurança encontradas na trilha e todas as Unidades fecham nas terças-feiras para manutenção.

Apesar do horário diferenciado, os parques continuam a seguir as normas regulamentadas na Portaria, com número reduzido de visitantes, medidas de segurança e distanciamento social. Acampamentos continuam proibidos e o acesso às unidades é permitido apenas pelas bases do IAT, mediante cadastro e contabilização de turistas.

Os parques estaduais estão munidos com estrutura de segurança para evitar a propagação do novo coronavírus. Além disso, os funcionários dispõem de protocolos de higiene para prevenir possíveis contágios. Visitantes serão identificados com pulseiras nas portarias, a fim de manter o controle de entrada nos parques.

“A pandemia ainda não acabou, então as pessoas que vão até esses parques para subir as montanhas devem verificar a possibilidade de carga e utilizar a pulseira de identificação entregue na portaria oficial. Ela será solicitada durante a fiscalização e é importante para o controle e segurança dos visitantes no interior das Unidades de Conservação”, afirma o diretor de Políticas Ambientais da Sedest, Rafael Andreguetto.

Confira as mudanças em cada um dos parques e atrativos

Parque Estadual Pico Paraná

Horário de entrada: a partir das 05h

Horário limite para subida: até às 15h

Horário limite de permanência na unidade: até 19h

Parque Estadual Serra da Baitaca

Horário de entrada: a partir das 05h

Horário limite para subida: até 18h

Horário limite de permanência na unidade: até 19h

Parque Estadual Pico Marumbi

Horário de entrada: a partir das 06h

Horário limite de subida para Salto dos Macacos e Conjunto Marumbi: 09h

Horário limite de subida para Conjunto Marumbi – trilhas leves: 12h

Horário limite de permanência Salto dos Macacos: 15h

Horário limite de permanência Conjunto Marumbi – todas as trilhas: 18h

(AEN/Foto: Harvey FS/IAP)

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