Notícias

Ratinho Junior é reeleito com 69,6% dos votos

Publicado

em

O governador Carlos Massa Ratinho Junior (PSD) foi reeleito neste domingo (2) para um novo mandato à frente do Governo do Paraná com o apoio de mais de 4 milhões de paranaenses, o que representa 69,6% dos votos válidos. Eleito em 2018 com 59,99% dos votos válidos (3.210.712), ele recebeu mais uma votação histórica, dez pontos percentuais acima do pleito anterior ou1 milhão de votos a mais.

Foram 4.243.292 de votos, quase três vezes mais do que o segundo colocado, Roberto Requião (PT), que ficou com 26,2% dos votos. Até as 21h30, 99,81% das urnas estavam apuradas.

Aos 41 anos, Ratinho Junior foi o primeiro governador eleito do País neste domingo e o segundo com a maior votação proporcional do País (apenas Helder Barbalho, do Pará, com 70,4%, ficou na frente, uma diferença de menos de um ponto percentual). Ele também é o mais jovem reeleito da história democrática do Paraná.

Ratinho Junior despontava como favorito nas pesquisas durante a campanha e manteve aprovação alta no Estado durante os quatro anos de gestão. A coligação vencedora, com Darci Piana (PSD) como vice-governador, contou com PSD, Republicanos, MDB, Solidariedade, PL, UNIÃO, PMB, PP, AGIR, PROS e PTB. “Obrigado, Paraná, por mais uma vez acreditar em um pé vermelho sonhador. Tenho orgulho de continuar a trabalhar nessa transformação”, disse Ratinho Junior logo após a confirmação do resultado.

Ele dará continuidade a um grande projeto iniciado em janeiro de 2019. Durante o seu primeiro mandato, entre 2019 e 2022, o Paraná se tornou um exemplo global de sustentabilidade reconhecido pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), teve as menores taxas de desemprego e os melhores indicadores de segurança pública em uma década, e conquistou mais de R$ 120 bilhões em investimentos privados.

Também enfrentou grandes desafios na área da infraestrutura, com o objetivo de transformar o Paraná na central logística da América Latina. Foi assim com a construção da segunda ponte Brasil-Paraguai, em Foz do Iguaçu; a pavimentação da Estrada da Boiadeira, em Umuarama; a construção do Trevo Cataratas, em Cascavel; a duplicação da Rodovia dos Minérios, da Região Metropolitana de Curitiba; a recuperação da Orla de Matinhos e a licitação e os estudos da Ponte de Guaratuba, no Litoral; e a nova concessão rodoviária.

Outro foco da nova gestão será na geração de emprego e na manutenção dos grandes programas sociais. Durante seu primeiro mandato mais de 360 mil vagas com carteira assinada foram abertas. Ao longo da campanha, ele também defendeu a ampliação de investimentos em habitação e na agricultura familiar, manter a modernização da máquina pública e as grandes políticas de descentralização dos atendimentos em saúde e evolução da rede estadual de educação, e tornar o Estado cada vez mais protagonista no cenário nacional.

BIOGRAFIA – Nascido em Jandaia do Sul, no Vale do Ivaí, em 19 de abril de 1981, o governador se mudou para a região de Curitiba quando tinha três anos de idade, com o pai, o apresentador Ratinho, e a mãe, Solange Martinez Massa, que migraram para tentar uma vida melhor na região.

Aos 13 anos, começou a frequentar a Rádio Eldorado, em São José dos Pinhais, ajudando na sonoplastia, e em pouco tempo tornou-se comunicador, o que serviu como um impulso para sua entrada na política, já que teve contato direto com demandas da sociedade. Aos 22 anos, em 2003, casou-se com Luciana Saito Massa. Tem três filhos: Alana, Yasmim e Carlos.

Ratinho Junior é formado em Marketing e Propaganda pela Faculdade Internacional de Curitiba e pós-graduado em Direito de Estado na Pontifícia Universidade Católica de Brasília.

TRAJETÓRIA POLÍTICA – Sua trajetória na política começou cedo. Eleito deputado estadual pela primeira vez em 2002, aos 21 anos, Ratinho já dizia na época que um dia seria governador. Ele bateu recorde de votos já no início da carreira, com o apoio de 189 mil eleitores, o número mais expressivo da Assembleia Legislativa do Paraná até então.

Em 2006, alçou voos maiores e teve a segunda maior votação para a Câmara Federal, com 205 mil votos. Em 2010, concorrendo à reeleição, quebrou mais um recorde: foi reeleito com quase 360 mil votos, a maior votação da história do Paraná. Na Câmara Federal, em 2011, foi eleito o mais jovem líder da sua bancada partidária, além de ter sido protagonista na discussão de projetos relevantes para o País

Em 2013, ainda uma jovem liderança na política estadual, se tornou secretário de Estado do Desenvolvimento Urbano (SEDU). Chefiando a principal pasta de investimentos do Governo nos 399 municípios, colocou em prática o seu objetivo de aproximar o Estado das cidades e das realidades locais, costurando novas alianças em prol de um projeto transformador para o Paraná.

Em 2014, voltou a ser eleito deputado estadual e com mais uma marca histórica: recebeu mais de 300 mil votos, o mais votado daquela eleição. Em 2015 assumiu novamente a SEDU, onde ficou até setembro de 2017, quando reassumiu o mandato na Assembleia Legislativa.

Em 2018 Ratinho Junior disputou a sua primeira eleição para o Governo e fez 3.210.712 votos, o que representou 59,9% dos votos válidos. Ele tinha 37 anos na época.

VICE-GOVERNADOR – O novo mandato também marca o retorno da dobradinha com o empresário Darci Piana, reeleito vice-governador. Ele é economista e Cidadão Honorário do Estado do Paraná. Nasceu em Carazinho (RS) e reside no Paraná há vários anos. É presidente licenciado da Fecomércio e já presidiu o Sindicato do Comércio Varejista de Veículos, Peças e Acessórios no Estado do Paraná (Sincopeças) e o Paraná Clube. Tem 80 anos. (Foto: ALbari Rosa AEN)

Notícias

Reta final: veja como vai funcionar o encontro da parte estaiada da Ponte de Guaratuba

Publicado

em

A obra da Ponte de Guaratuba caminha para um de seus capítulos mais marcantes: o fechamento do trecho estaiado. É quando os dois lados da estrutura, construídos a partir dos apoios 04 e 05, finalmente se encontram sobre o canal de navegação da Baía de Guaratuba, simbolizando a união definitiva da ponte.

Com 320 metros de extensão, o trecho estaiado é o mais complexo e emblemático de toda a obra. Ele foi projetado para vencer o maior vão da ponte com 160 metros, garantindo segurança à navegação, com gabarito livre de 19 metros de altura por 90 metros de largura.

A construção do trecho estaiado utiliza o método dos balanços sucessivos, uma técnica de alta complexidade que permite que a ponte avance aos poucos, sempre em equilíbrio. A partir de cada pilar central, a estrutura cresce simultaneamente para os dois lados por meio da concretagem de aduelas, grandes blocos de concreto moldados no próprio local.

Essas aduelas são sustentadas por estais, que são cabos de aço de alta resistência tensionados, ligados diretamente ao tabuleiro e aos mastros (torres) da ponte. Esse sistema é responsável por sustentar o peso da estrutura e garantir sua estabilidade.

Até dezembro de 2025, o avanço do trecho estaiado já é bastante expressivo. Foram concluídos 10 pares de aduelas típicas em cada apoio, totalizando 40 aduelas típicas mais 2 aduelas de disparo, o que representa 250 metros executados de um total de 320 metros previstos para esse segmento da ponte.

Ao final da obra, o trecho estaiado contará com 2 aduelas de disparo mais 55 aduelas típicas, incluindo as aduelas de fechamento, elemento que fará a ligação definitiva entre os dois balanços e marcará a união final da estrutura.

ENCONTRO DA PONTE – O encontro da ponte é o momento em que os dois balanços, um vindo do apoio 04 e outro do apoio 05, chegam ao centro da baía e são ligados por uma última aduela, chamada de aduelas de fechamento. A previsão é que ele seja realizado no final de fevereiro.

Antes dessa etapa, é realizado um trabalho minucioso de engenharia: conferências milimétricas de alinhamento e nível, ajustes finos na protensão dos estais e monitoramento estrutural contínuo. Somente após todas essas verificações é que a aduela de fecho é concretada. A partir daí, o trecho estaiado deixa de funcionar como duas estruturas independentes e passa a atuar como uma única estrutura contínua, exatamente como previsto em projeto.

Do ponto de vista técnico, o fechamento do trecho estaiado representa a conclusão do maior vão da ponte e a superação de um dos maiores desafios da obra. Do ponto de vista simbólico, o “encontro da ponte” marca o instante em que os lados de Guaratuba e Matinhos ficam, definitivamente, ligados sobre a baía. “É um momento extremamente delicado da obra, exigindo um alto nível de precisão de todos os envolvidos. Felizmente o DER do Paraná é um construtor de pontes, inclusive pontes de altíssima complexidade, e temos a experiência necessária para levar essa obra a termo, dentro do prazo e sem surpresas”, afirma o diretor-presidente do DER/PR, Fernando Furiatti.

“É também um sinal claro de que a obra entra em sua fase final, abrindo caminho para os serviços de acabamento, pavimentação, sinalização e demais etapas que antecedem a entrega”, complementa. (Foto: Roberto Dziura Jr/AEN)

Continuar Lendo

Notícias

Detran-PR vai tirar a exigência de baliza no processo de habilitação

Publicado

em

O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PR) vai atualizar os procedimentos do teste prático de direção para a primeira habilitação, com um novo foco nas habilidades dos candidatos. A principal novidade é o fim da exigência da baliza. Uma portaria vai definir as novas regras em todo o Paraná.

“Nós estamos revolucionando o processo de habilitação no Paraná, reduzindo os custos e as taxas, desburocratizando as etapas, mas sempre com a responsabilidade e transparência, garantindo a segurança no trânsito”, afirma o diretor-presidente do Detran-PR, Santin Roveda.

Essa atualização muda o foco do teste para a habilidade no trânsito e comportamento defensivo dos condutores em formação. Os itens avaliados serão o respeito à sinalização e à preferencial, boa circulação e controle do veículo (desenvolvimento, aceleração e frenagem), utilização correta da seta e dos itens de segurança, entre outros.

“A baliza exige uma habilidade específica, que muitas vezes depende mais de prática ao longo do tempo do que de preparo inicial. Não é razoável reprovar um candidato que demonstra pleno domínio do veículo em circulação, respeito às regras e comportamento defensivo, apenas porque não executou perfeitamente uma manobra que, na vida real, o próprio cidadão pode escolher não realizar”, explica Roveda.

“Se o motorista não se sente seguro para estacionar em determinado espaço, ele pode simplesmente optar por outra vaga. Isso não retira sua capacidade de dirigir com segurança nas ruas, que é o que efetivamente protege vidas”, complementa.

Com o novo foco, o teste de baliza será dispensado. A expectativa é que o índice de reprovação caia com a medida. Numa amostragem dos últimos 300 testes aplicados na 1ª Ciretran (Circunscrição Regional de Trânsito) do Paraná, em Curitiba, a baliza representou 90,6% das reprovações, com candidatos precisando de até quatro retestes. Ao todo, o índice de reprovação é de 50%.

“Os dados mostram que atualmente os maiores responsáveis por sinistros de trânsito são o excesso de velocidade, uso de celular e alcoolemia, ou seja, não é o estacionamento o grande problema que temos que enfrentar, com outras estratégias mais inteligentes, para aumentar a segurança viária”, completa Roveda.

OUTRAS MUDANÇAS – Desde o início de janeiro, motoristas que se enquadram nos critérios de bom condutor – cadastrados no Registro Nacional Positivo de Condutores e sem registro de pontos na CNH nos últimos 12 meses – podem ter a habilitação renovada automaticamente, sem custos, com emissão gratuita da CNH Digital. A renovação automática não se aplica a condutores com 70 anos ou mais e, para motoristas a partir de 50 anos, pode ser utilizada apenas uma vez.

No exame teórico, o tempo de prova foi ampliado de 50 para 60 minutos, com adequações para candidatos com dislexia, TDAH ou TEA, além da redução do número mínimo de acertos. O Detran-PR trabalha na sincronização com o novo banco nacional de questões, prevista para as próximas semanas.

As aulas práticas também passaram por mudanças, com redução da carga horária mínima e a autorização para que as autoescolas do Paraná já ofertem o curso no novo formato. Além disso, está prevista a possibilidade de contratação de instrutores de trânsito autônomos para as categorias A e B, ampliando as opções disponíveis aos candidatos.

Entre outras alterações, já foi implementado o fim do prazo máximo de 12 meses para a conclusão do processo de habilitação. O Detran-PR também trabalha para permitir que candidatos aprovados possam optar exclusivamente pela CNH Digital gratuita, tornando facultativa a emissão do documento impresso. (Foto: Detran Pr) AEN

Continuar Lendo

Notícias

Café da Serra de Apucarana é o 24º produto do Paraná com Indicação Geográfica

Publicado

em

O Paraná recebeu nesta terça-feira (27) sua 24ª Indicação Geográfica (IG), a segunda concedida pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) em 2026. O agraciado, desta vez, foi o Café da Serra de Apucarana, abrangendo os municípios de Apucarana, Arapongas e Cambira.

A certificação é a terceira do Estado na modalidade Denominação de Origem (DO) – o mel de Ortigueira e o café de Mandaguari completam a lista. Na DO, as características do produto decorrem essencialmente do meio geográfico, incluindo fatores naturais (como clima e solo) e humanos (como técnicas e saber-fazer locais).

Além de servir como valorização de cultura e identidade regionais, o reconhecimento da Indicação Geográfica tem impacto direto na economia local, agregando valor ao produto. O reconhecimento do Café da Serra de Apucarana vai beneficiar diretamente 250 produtores de café de Apucarana, 50 de Cambira e um de Arapongas.

Para o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Marcio Nunes, a conquista é demonstração do protagonismo do Paraná na produção de cafés especiais, ampliando a rentabilidade dos agricultores e consolidando a imagem do Estado como referência em alimentos diferenciados e de origem reconhecida. “O reconhecimento do Café da Serra de Apucarana com o selo de Indicação Geográfica comprova que a cafeicultura paranaense encontrou o seu caminho através da qualidade”, celebrou.

“Esse resultado é fruto direto do trabalho dedicado dos nossos técnicos junto aos produtores, que unem o saber-fazer tradicional a técnicas modernas, aliados às condições naturais de solo, clima e altitude do Paraná. É essa combinação que gera um café especial, de alto valor agregado, sustentável e com identidade própria, capaz de conquistar mercados no Brasil e no mundo”, completou Marcio Nunes.

A ampliação dos lucros para a região é uma das apostas do prefeito de Apucarana, Rodolfo Mota. “Esse reconhecimento chega logo após a região ser destaque no concurso estadual de qualidade do café. Na prática, isso significa mais dinheiro no bolso do produtor, garante um padrão de qualidade para o consumidor e gera, também, mais dinheiro para a economia do município. É uma conquista que beneficia a todos”, pontua.

O chefe do Executivo de Apucarana fez questão de frisar, ainda, que a história da cidade está intrinsecamente ligada à produção de café, tanto que diversos bairros foram nomeados em homenagem às variedades já cultivadas na região, como o Catuaí e o Sumatra. A cidade é, atualmente, a quinta maior produtora de café do Paraná, com área cultivada de 1.200 hectares e produção anual de 2,3 mil toneladas, de acordo com a Secretaria Municipal de Agricultura. O segmento movimenta R$ 215 milhões por ano no município, sendo uma de suas principais atividades econômicas.

ERTIFICAÇÃO – A concessão da IG, feita pelo INPI, foi viabilizada com subsídio do programa Sebraetec, do Sebrae/PR, e recursos da Prefeitura Municipal de Apucarana, por meio da Associação dos Cafeicultores de Apucarana (Acap), e também contou com apoio do Instituto do Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-PR), que ofereceu suporte por meio de capacitações e estudos técnicos.

“O selo reconhece que o café de Apucarana é especial. Graças às características do solo e do clima da nossa cidade, produzimos um café que só é encontrado aqui e na África”, afirma Carlos César Bovo, cafeicultor e presidente da Associação dos Cafeicultores de Apucarana (Acap).

Segundo o consultor do Sebrae/PR, Tiago Correia da Cunha, a instituição também atuou na capacitação e organização dos produtores, que agora colhem o resultado favorável. “Com a IG, Apucarana se soma a Mandaguari e às cidades do Norte Pioneiro como referência em qualidade na cafeicultura, atestando as boas práticas de produção e manejo. Esse selo dá uma vantagem competitiva para o café conquistar novos mercados nacionais e internacionais, valoriza a origem e fortalece o desenvolvimento econômico do território”, afirmou.

PRODUTO – O Café da Serra de Apucarana é reconhecido pela excelência de seus grãos, cultivados nas terras férteis do Norte do Paraná. Entre os atributos específicos que garantem sabor e qualidade característicos estão as práticas rigorosas na colheita e processamento, com métodos seletivos de colheita e secagem controlada do café da variedade arábica.

A uniformidade no amadurecimento dos grãos, como resultado das condições climáticas favoráveis e da colheita criteriosa e a presença de ácido fosfórico no solo da região, também contribuem diretamente para a complexidade e qualidade do sabor. O produto apresenta um perfil sensorial próprio, com acidez equilibrada, notas frutadas (como frutas amarelas e vermelhas) e predominância de melaço.

Outros fatores ambientais e culturais impactam diretamente no resultado do café, como as temperaturas amenas e um regime de chuvas bem distribuído; a topografia elevada da região, mais de 700 m acima do nível do mar, que contribui para a maturação mais lenta dos grãos, aprimorando a qualidade e a produtividade; e os incentivos governamentais e associativos, mediante programas municipais e estaduais que apoiam os cafeicultores, fornecendo mudas selecionadas, assistência técnica e infraestrutura para mecanização da colheita.

A cafeicultura da região é marcada pelo compromisso com a qualidade, a inovação e a sustentabilidade, preservando técnicas tradicionais e incorporando novas tecnologias para manter o padrão superior do produto.

INDICAÇÕES GEOGRÁFICAS – O Paraná tem agora 24 produtos com Indicação Geográfica, sendo 21 na modalidade de Indicação de Procedência (IP). Ela é concedida quando uma área geográfica se tornou conhecida/associada à produção de determinado produto ou serviço, sem correlação obrigatória com fatores ambientais. Os outros três são da categoria Denominação de Origem (DO), em que a qualidade do produto decorre essencialmente do meio geográfico (solo, clima), podendo incluir também fatores humanos.

Em 2026, o Paraná já teve reconhecidos os pedidos das Tortas de Carambeí e do Café da Serra de Apucarana. No ano passado, o título havia sido concedido às ostras do Cabaraquara; à ponkan de Cerro Azul; às broas de centeio de Curitiba; à cracóvia de Prudentópolis; à carne de onça de Curitiba; ao café de Mandaguari; ao urucum de Paranacity e ao queijo colonial do Sudoeste do Paraná.

Outros produtos que fazem parte dessa lista são o mel de Ortigueira; os queijos coloniais de Witmarsum; a cachaça e aguardente de Morretes; o melado de Capanema; os cafés especiais do Norte Pioneiro; o morango do Norte Pioneiro; os vinhos de Bituruna; a goiaba de Carlópolis; o mel do Oeste do Paraná; o barreado do Litoral do Paraná; a bala de banana de Antonina; a erva-mate de São Matheus; a camomila de Mandirituba; e as uvas finas de Marialva.

Há ainda o mel de melato da bracatinga do Planalto Sul do Brasil, Indicação Geográfica concedida a Santa Catarina, mas que envolve municípios do Paraná e do Rio Grande do Sul.

O Estado espera ainda pela análise para outros oito produtos: acerola de Pérola; mel de Prudentópolis; caprinos e ovinos da Cantuquiriguaçu; ginseng de Querência do Norte; pão no bafo de Palmeira; cervejas artesanais de Guarapuava; mel de Capanema e couro de peixe de Pontal do Paraná.  (Foto: Edson Denobi/Prefeitura de Apucarana) Fonte: AEN

Continuar Lendo

Tendência