Turismo e Lazer

Conservatório de MPB abre inscrições para novos alunos

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CURITIBA – O Conservatório de Música Popular Brasileira (MPB) abrirá, nesta quarta-feira (8/7), a primeira fase de inscrições de novos alunos para os 21 cursos regulares ofertados pelo espaço cultural. Como no primeiro período deste ano, todos serão on-line, para manter o público em casa e ajudar no controle da disseminação da covid-19. O prazo vai até 28 de julho, pelo site www.conservatoriodempb.com.br.

Os cursos são pagos e distribuídos em quatro modalidades: canto, instrumentos (acordeom, bandolim, bateria, canto popular, cavaquinho, clarinete, flauta transversal, guitarra, percussão, piano, saxofone, trombone, trompete, violão, viola caipira e violão 7 cordas), teoria (Leitura e Estruturação Musical/LEM, harmonia funcional, história da MPB e composição e arranjo instrumental em MPB) e para crianças (bateria, violão e piano). As aulas começam em 17 de agosto.

Também em decorrência das medidas sanitárias para conter a pandemia, desta vez não será oferecida a opção Práticas de Conjunto. Como o aprendizado precisa se dar em aulas presenciais, ela retornará à grade de cursos em 2021.

Para se inscrever e cursar

Para a primeira fase, o candidato deverá consultar o edital e preencher a ficha de inscrição. O procedimento é grátis. A lista de selecionados será publicada em 31 de julho. Os selecionados serão submetidos a um teste de nivelamento, também on-line, entre os dias 3 e 5 de agosto. A lista com os aprovados estará disponível em 7 de agosto.

As matrículas deverão ser feitas entre 10 e 14 de agosto. Cada candidato poderá se inscrever em mais de um curso. Os aprovados na fase final e que estiverem matriculados como pagantes em cursos de instrumentos ou canto poderão cursar gratuitamente uma disciplina teórica.

O Conservatório

Mantido pela Fundação Cultural de Curitiba e administrado pelo Instituto Curitiba de Arte e Cultura (Icac), há quase 27 anos o Conservatório de MPB é o centro público de referência em música popular brasileira em Curitiba. Desde 1993, ele reúne no número 66 da Rua São Francisco, no Centro Histórico, professores e estudantes dedicados ao ensino, à pesquisa, produção e divulgação de eventos artístico-culturais no segmento.

A cada semestre, o espaço cultural registra cerca de 900 alunos buscando aprendizado e aperfeiçoamento a preços acessíveis, com o suporte de professores experientes. Além disso, mantém quatro grupos artísticos: as orquestras à Base de Sopro e à Base de Corda, o Coral Brasileirinho, o Vocal Brasileirão e o Grupo Brasileiro.

Serviço: Conservatório de MPB – admissão de novos alunos

Inscrições: 8 a 28 de julho pelo site www.conservatoriodempb.com.br, grátis

Valores:
Cursos de instrumentos ou canto (aulas em grupo) – 5 x R$ 120
Curso de clarinete (aulas em dupla) – 5 x R$ 160
Disciplinas teóricas (aulas em grupo) – 5 x R$ 50

Informações: secretariacmpb@curitiba.pr.gov.br
Informações pedagógicas: marielopes@curitiba.pr.gov.br
Início das aulas – 17/8

Cursos ofertados (todos on-line)
A partir de 13 anos completos: acordeom, bandolim, bateria, canto popular, cavaquinho, clarinete, flauta transversal, guitarra, percussão, piano, saxofone, trombone, trompete, violão, violão 7 cordas e viola caipira. Carga horária: 16 aulas de 1h.

Composição e arranjo instrumental em MPB, LEM (Linguagem e Estruturação Musical), harmonia funcional e história da MPB. Carga horária: 16 aulas de 2h.

Crianças e 7 a 12 anos: bateria, piano e violão. Carga horária: 16 aulas de 1h.

(Fonte: SCPMC/FOTO: Divulgação)

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Cotidiano

Cavalgada

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Turismo e Lazer

Café Colonial da Bisa reabre neste final de semana em Quatro Barras

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O Café Colonial da Bisa reabre as portas neste sábado (18) com o tradicional café colonial da região. São mais de 60 quitutes no cardápio entre doces e salgados, além de sucos e cafés em um ambiente aconchegante que faz lembrar a casa da vovó.
 
Pertinho da serra em Quatro Barras, o Café colonial da Bisa está aberto aos sábados domingos e feriados das 12h às 18h30 na Av. São Sebastião 2.800.
 
A casa comunica que estará seguindo todas as recomendações dos órgãos competentes para o combate e prevenção ao Covid-19, tomando todas as medidas cabíveis para a segurança de todos.
 
 
 
 
Pertinho da serra em Quatro Barras, o Café colonial da Bisa está aberto aos sábados domingos e feriados das 12h às 18h30 na Av. São Sebastião 2.800. / Foto: Valdir Lentcsh/Face da Notícia

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Turismo e Lazer

Paraná estuda criação de geoparque na região Centro-Sul

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Localizado no Centro-Sul do Estado, o município de Prudentópolis possui um rico patrimônio natural e imaterial e é cotado para ser o primeiro geoparque do Paraná. Apesar do nome, o termo não se refere a um parque, mas a uma área com limites bem definidos, onde locais e paisagens de grande relevância geológica, aliadas aos outros bens naturais e culturais da região, são integrados em estratégias de desenvolvimento territorial.

 

A iniciativa é do Instituto Água e Terra (IAT), vinculado à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, em parceria com o Instituto PR-Turismo, Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura, Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e Prefeitura de Prudentópolis.

Um geoparque constitui uma atração turística internacional com cunho científico, por ser uma área de interesse arqueológico e que conta a história da formação da Terra e das transformações ao longo dos bilhões de anos. As estratégias envolvem a conservação da natureza, a educação e a promoção do desenvolvimento econômico sustentável das comunidades locais.

 

De acordo com o diretor de Gestão Territorial do IAT, Mozarte de Quadros Júnior, o projeto do geoparque coloca mais uma vez o Paraná na rota internacional dos parques da Unesco. “Temos a Floresta de Mata Atlântica e as Cataratas do Iguaçu que já fazem parte dessa rota. O geoparque vem para somar o potencial turístico e ecológico do Estado”, disse.

 

NA PRÁTICA – A criação de um geoparque leva em conta o patrimônio geológico. A ele, unem-se os demais bens patrimoniais como arqueologia, antropologia, história, esportes, cultura e artes.

 

Gil Piekarz, geólogo da Divisão de Geologia da Diretoria de Gestão Territorial do IAT, destaca que um geoparque é para a sociedade. “É para a comunidade se unir em um trabalho conjunto para celebrar o território. A Terra tem 4,6 bilhões de anos com montanhas e rochas de origem marinha que precisam ser preservadas para as futuras gerações, o avanço da geociência e uso turístico”, explica.

 

Hoje, existem 145 Geoparques Mundiais da Unesco e muitos outros em redes nacionais e continentais. O Brasil possui um geoparque na rede da Unesco – o  Geoparque Chapada do Araripe, no Ceará.

 

Neste ano, dois projetos de geoparques brasileiros tiveram seus dossiês aceitos para, em breve, fazerem parte da rede Unesco: o geoparque Seridó, no Rio Grande do Norte (RN), e o geoparque Caminhos dos Cânions do Sul, divisa entre Santa Catarina (SC) e Rio Grande do Sul (RS).

Muitas outras áreas no território brasileiro estão em estudo, entre elas o futuro geoparque de Prudentópolis.

PRUDENTÓPOLIS – O município de Prudentópolis se enquadra nas características de um geoparque por possuir um patrimônio geológico relevante.

 

A região conta com cachoeiras e cânions, árvores petrificadas de milhões de anos, a Escarpa da Serra da Esperança, fósseis de idade permiana, belíssimos afloramentos do Aquífero Guarani, cavernas e paleotocas. Além disso, concentra expressiva cultura ucraniana, religiosidade, museus, prováveis casas indígenas da tribo Kaingangue, um significativo patrimônio arqueológico e os faxinais, entre outros bens naturais e imateriais.

 

COMO SURGIRAM – A ideia da criação de geoparques nasceu em 1997, em um congresso de geologia em Beijing, na China. Em 2000 foi criada a rede europeia com quatro geoparques (França, Espanha, Alemanha e Grécia, um em cada país). Em 2004 foi instituída, na sede da Unesco, em Paris, a rede global, envolvendo 17 geoparques europeus e oito chineses.

Em novembro de 2015, durante a 38ª conferência geral da organização, os 195 estados-membros da Unesco ratificaram a criação de uma nova categoria para a conservação e proteção: Geoparques Mundiais da Unesco. (ANPR)

Salto e Canion São João. Foto: Divulgação/IAT
Salto São Francisco Foto: Divulgação/IAT

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