Saúde

CGS inicia vacinação contra covid-19 de pessoas com 58 e 59 anos sem comorbidades

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A Secretaria Municipal de Saúde de Campina Grande do Sul anuncia uma nova etapa da vacinação contra o coronavírus, com imunização do grupo de pessoas com 58 e 59 sem comorbidades nesta  quarta-feira (09/06). A imunização acontecerá no sistema drive thru, sendo atendidos, na parte da manhã pessoas com 59 anos, no horário compreendido entre as 9h e 12 horas, no Centro de Eventos da Sede (Arena) para os bairros Sede, Mandassaia, Roseira, Araçatuba e região, Santa Rita, Santa Rosa, Cohapar, Jardim Daher, Santa Angelina e João Paulo II e na Unidade de saúde do Jardim Paulista para os bairros, Jardim Paulista e região, Eugênia Maria e Timbú.

Na parte da tarde serão imunizadas as pessoas com 58 anos no horário das 13h às 16 horas, no Centro de Eventos da Sede (Arena) para os bairros Sede, Mandassaia, Roseira, Araçatuba e região, Santa Rita, Santa Rosa, Cohapar, Jardim Daher, Santa Angelina e João Paulo II e na Unidade de saúde do Jardim Paulista para os bairros, Jardim Paulista e região, Eugênia Maria e Timbú.

No interior haverá sistema drive thru exclusivamente na frente das Unidades de Saúdes Ribeirão e Barragem  das 10h às 12h atendendo 58 e 59 anos nos mesmos horários.

E em frente as Unidades de saúdes  do Paiol de Baixo (TERRA BOA)  e Jaguatirica das 13h às 16h, atendendo 58 e 59 anos nos mesmos horários. (CSCGS)

Saúde

Estado recebe mais 232.250 vacinas contra a Covid-19; lote completa remessa de 435.290 doses

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Um novo lote de 232.250 doses do imunizante Covishield, produzido na parceria AstraZeneca/Oxford/Fiocruz, chegou ao Paraná na noite desta segunda-feira (23). As vacinas integram uma remessa de 435.290 novas doses enviadas pelo Ministério da Saúde. Além da Covishield, compõem o montante 107.640 vacinas da Pfizer e 95.400 da Coronavac enviadas ao Estado no domingo (22).

Os imunizantes da AstraZeneca aterrissaram por volta das 20 horas no Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba. De lá, foram transportados até o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), na Capital, para conferência e logística de envio às Regionais de Saúde.

Todas as vacinas da AstraZeneca encaminhadas serão utilizadas na segunda dose de pessoas que já iniciaram seu ciclo vacinal. A remessa compõe a 42ª pauta de distribuição do Ministério da Saúde, que distribuiu 7.992.868 doses contra a Covid-19 para todos os estados brasileiros.

As demais doses do lote já foram distribuídas nesta segunda-feira. As vacinas da Pfizer foram divididas entre D1 e D2, sendo 63.180 para primeira dose do público geral de 18 a 59 anos e 33.895 para segunda dose, além de 10% para reserva técnica. Já as doses da Coronavac foram divididas igualmente entre D1 e D2 para a população em geral.

Além delas, a Secretaria da Saúde também distribuiu 103.100 segundas doses de Coronavac que estavam armazenadas no Cemepar.

VACINAÇÃO – O Paraná aplicou, até esta segunda-feira (23), um total de 9.938.716 vacinas contra a Covid-19. Destas, foram 6.979.986 primeiras doses, 2.643.466 segundas doses e 315.264 doses únicas. 83,65% da população recebeu pelo menos uma dose (D1 ou DU), e 33,93% já está completamente vacinada. (Foto: Américo Antonio/SESA)

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Saúde

Com o avanço da vacinação, Paraná começa a criar escudo coletivo contra a Covid-19, diz Beto Preto

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Em 18 de janeiro de 2021, quando a primeira paranaense recebeu a aplicação da dose número um da vacina contra a Covid-19, uma onda de esperança tomou conta da população, que há meses estava assustada com a força devastadora do vírus Sars-CoV-2. Mas, diante de uma realidade brutal, com o adoecimento diário de milhares de pessoas, era inevitável se questionar sobre o futuro: afinal, será que a vacinação controlaria a evolução do vírus?

Isso dependeria da capacidade das vacinas de acompanhar as variantes e também da duração da imunidade. Ou seja, a resposta é: sim. Com a vacina, fatalmente o Paraná alcançaria o fim da fase aguda da pandemia, e agora, com mais de 60% do público vacinável imunizado com ao menos uma dose e 20% completamente protegido, a eficácia coletiva está melhorando ainda mais.

É o que afirma o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, em entrevista concedida para a Agência Estadual de Notícias. Nesta conversa, ele se mostra esperançoso ao observar os primeiros efeitos positivos da vacinação contra a Covid-19 no Paraná. Segundo ele, passados seis meses, não apenas é possível garantir que as vacinas – avaliadas e reavaliadas por cientistas – são seguras e eficazes, mas também constatar que. independente da tecnologia utilizada, a aplicação em larga escala dos imunizantes permite avanços importantes na contenção da pandemia no Estado.

Com mais de 5 milhões de paranaenses vacinados, o Paraná obteve redução na hospitalização de idosos, por exemplo, grupo totalmente coberto pela campanha de imunização. De acordo com o secretário, nos meses de fevereiro e março deste ano 65% das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) estavam ocupadas com pacientes com mais de 60 anos, enquanto nos primeiros 10 dias de julho essa taxa estava em 27%.

O impacto das vacinas na curva de contaminação geral, porém, ainda não reflete nos números gerais por conta do delay na notificação.

Neste período, ao longo de seis meses, foram distribuídas no Paraná quatro vacinas aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa): CoronaVac, vacina adsorvida inativada, fabricada pela Sinovac (China) e Instituto Butantan (Brasil); AstraZeneca, vacina recombinante, elaborada pela AstraZeneca, Oxford e Fiocruz; Pfizer, vacina RNA mensageiro (RNAm), da parceria Pfizer e BioNTech; e Janssen, vacina recombinante, produzida pela Janssen-Cilag, braço farmacêutico da Johnson & Johnson.

Depois de seis meses da primeira aplicação da vacina contra a Covid-19 no Paraná, quais são os efeitos constatados?

Os efeitos estão relacionados principalmente à construção do escudo imunológico coletivo da população, isso porque quando o grupo de vacinados aumenta, diminui a transmissão e a contaminação geral da população. A força de reprodução do vírus também é contida, pois ele começa a encontrar organismos protegidos, mesmo que em parte, pela parcela de pessoas que se vacinou com a primeira dose. Então, sem dúvida, a vacinação tem sido o principal instrumento de defesa nesse momento, é isso que vai nos dar a condição de superar essa dificuldade do coronavírus.

O Paraná apresenta diminuição no índice de ocupação de leitos principalmente de pessoas idosa. Há relação com a vacinação?

Nos meses de fevereiro e março deste ano, quando a cepa P1 (variante brasileira) começou a se manifestar no Paraná, 25% dos casos estavam relacionados a essa linhagem. Na mesma época, do total de pacientes paranaenses que estavam internados em leitos de UTIs, 65% tinham mais de 60 anos de idade. Hoje, 80% dos casos confirmados têm prevalência da cepa P1 amazônica, mas o número de internados nessa faixa etária caiu para 27%, ou seja, as infecções mais graves já não atingem tanto quanto antes as pessoas com mais de 60 anos de idade – um resultado muito positivo da vacinação.

Havia essa projeção ou até mesmo otimismo de que com o avanço da vacinação o Paraná atingiria o fim da fase mais aguda da pandemia?

Nossa luta desde o início é para isso. Já tivemos fases piores e fases não tão ruins, mas o fato é que a pandemia mudou radicalmente a vida de todos, e nós queremos a nossa vida normal de volta. Claro, trabalhamos o tempo todo para ter vacinas, para vacinar e atingir os objetivos. Se tivéssemos vacinas já no ano passado, teríamos feito o dever de casa, porque temos capacidade de vacinar muita gente ao mesmo tempo. Trabalhamos com as vacinas disponibilizadas pelo Ministério da Saúde, que nas últimas semanas enviou um número um pouco maior de doses. Com muita agilidade, distribuímos esses imunizantes aos municípios, que por sua vez, têm feito um grande trabalho na vacinação da população.

Apesar da queda de hospitalizações, a contaminação geral continua em alta. Isso pode ser por conta das variantes?

Com o retorno de algumas atividades, houve aumento também de passageiros no transporte coletivo, de circulação e a continuidade do trabalho dos profissionais dos serviços essenciais que nunca pararam de atender a população. Tudo isso estimula a transmissão do vírus. Ainda temos um grande número de casos, e o surgimento de cepas novas, variantes do coronavírus. Mesmo assim, os casos têm se revelado cada vez mais leves, já não são tão perversos como aqueles do ano passado ou do início deste ano. Reitero, a contaminação ainda é um problema, mas já apresenta queda. Caiu em torno de 30% nos últimos 30 dias.

O que se sabe sobre a capacidade das vacinas em relação às variantes?

É importante explicar que a aparição de variantes é normal no mundo dos vírus invisíveis. A cepa P1 foi descoberta em novembro/dezembro no Amazonas, e hoje ela é predominante no Brasil: 80% dos casos de coronavírus no País são relacionados à cepa brasileira. Continuamos estudando tudo isso e prontos para analisar outras cepas que vão aparecer. Até agora, as vacinas têm se mostrado eficazes até contra essas variantes. (AEN/Foto: Américo Antonio/Sesa)

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Saúde

Ministério da Saúde confirma que Paraná vai receber mais 235,5 mil vacinas contra a Covid-19

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O Ministério da Saúde confirmou na tarde desta quarta-feira (14) que o Paraná vai receber nos próximos dias mais 235.500 vacinas contra a Covid-19. O lote é formado exclusivamente pelo imunizante Covishield, produzido pela Fiocruz/AstraZeneca/Oxford e dará continuidade à vacinação da população geral com a primeira dose (D1). O governo federal ainda não confirmou a data da distribuição.

O conjunto é composto por 166.951 doses para adultos com mais de 18 anos e 45 mil doses exclusivas para moradores de quatro cidades da região de fronteira com Paraguai e Argentina – Foz do Iguaçu, Guaíra, Santo Antônio do Sudoeste e Barracão. O restante é separado para a reserva técnica.

A expectativa da Secretaria de Estado de Saúde é que o lote da fronteira seja complementado com mais 45 mil vacinas nos próximos dias, totalizando as 90 mil anunciadas.

Assim que chegarem ao Estado, os imunizantes serão recebidos e separados pelo Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), em Curitiba, para serem distribuídos rapidamente entre as 22 Regionais de Saúde. 

Até o momento, o Ministério da Saúde já entregou ao Estado cerca de 8,3 milhões de imunizantes, sendo que 6.643.645 doses já foram aplicadas nos paranaenses – outra parte está reservada para a segunda dose dos grupos já iniciados.

De acordo com o Vacinômetro do Sistema Único de Saúde (SUS), foram aplicadas 4.972.289 primeiras doses e 1.671.356 pessoas já estão completamente imunizadas com a segunda ou com a dose única. 

Esta última remessa do Ministério conta com um montante de 4.006.500 doses para os estados, todas da AstraZeneca/Focruz. A pasta entregou, em todo o País, 147.335.318 doses, sendo que 110 milhões de pessoas já receberam pelo menos uma primeira dose de imunizante.

CALENDÁRIO – Segundo levantamento da Secretaria da Saúde, três em cada quatro cidades paranaenses já estão vacinando a população da faixa dos 40 anos contra a Covid-19. O calendário de vacinação estima que as pessoas com essa idade devem receber pelo menos a primeira dose ou a dose única até 18 de julho. O restante da população adulta será imunizada até o final de setembro.

INSUMOS – Além das novas vacinas, o Ministério da Saúde vai encaminhar mais 38.700 seringas de 1 ml, 38.700 agulhas 22 g e 245.200 seringas de 3 ml já com agulha própria ao Paraná. (Gilson Abreu/AEN)

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